
(clicar para ouvir)
http://www.militantplatypus.com/download/mp3s/Wimpy_MP3_Player_Demo/gorillaz%20-%2012%20-%20dare.mp3
Gorillaz, Dare
"A Arte da Fuga" ("Die Kunst der Fuge", BWV 1080) é uma obra-prima de Johann Sebastian Bach:
um único tema musical persegue-se, a si mesmo e as múltiplas variações, num diálogo musical intenso desenvolvido a diversas vozes, rico de simetrias, inversões, ritmos e tempos diferentes.
Fugas para aartedafuga@gmail.com
When it is a question of taxes, gentlemen, prove their usefulness by reasons with some foundation, but not with that lamentable assertion: "Public spending keeps the working class alive." It makes the mistake of covering up a fact that it is essential to know: namely, that public spending is always a substitute for private spending, and that consequently it may well support one worker in place of another but adds nothing to the lot of the working class taken as a whole. Your argument is fashionable, but it is quite absurd, for the reasoning is not correct.
Fréderic Bastiat, What Is Seen and What Is Not Seen
As dez medidas anunciadas por Sócrates para combater a burocracia são excelentes notícias para as empresas e os cidadãos. Mas mais importante do que o alcance concreto de cada medida é a cultura política que o primeiro-ministro quer instalar neste sítio. Importa combater o Estado totalitário, omnipresente, impune e opressor da iniciativa privada. [...] O espantoso disto tudo é que seja um socialista pragmático a pôr em prática estas medidas. Vinte valores para José Sõcrates.
Diz-se que os problemas da Segurança Social se devem à queda da natalidade. O que não se diz é que é suposto que a Segurança Social garanta a segurança. Daí o nome. A segurança, por exemplo, contra coisas relativamente imprevisíveis como a evolução da natalidade. Ora, se a Segurança Social não consegue sequer garantir a segurança contra variações na natalidade é porque tem erros de concepção. São esses erros de concepção que deviam estar a ser discutidos e não a necessidade de aumentar artificialmente a natalidade. Fazer filhos por motivos puramente instrumentais é uma coisa feia.
He also made contributions to the arguments about toll roads. He said that rather than congestion justifying government tolling of roads, privately owned roads would set tolls to reduce congestion to its efficient level. In particular, he developed the argument that forms the basis of analysis of traffic equilibrium, and has since become known as Wardrop's Principle.
The modern business economy has positive aspects. Its basis is human freedom exercised in the economic field, just as it is exercised in many other fields. Economic activity is indeed but one sector in a great variety of human activities, and like every other sector, it includes the right to freedom, as well as the duty of making responsible use of freedom.
It would appear that, on the level of individual nations and of international relations, the free market is the most efficient instrument for utilizing resources and effectively responding to needs.
The Church acknowledges the legitimate role of profit as an indication that a business is functioning well. When a firm makes a profit, this means that productive factors have been properly employed and corresponding human needs have been duly satisfied.
The economy in fact is only one aspect and one dimension of the whole of human activity. If economic life is absolutized, if the production and consumption of goods become the centre of social life and society's only value, not subject to any other value, the reason is to be found not so much in the economic system itself as in the fact that the entire socio-cultural system, by ignoring the ethical and religious dimension, has been weakened, and ends by limiting itself to the production of goods and services alone.
Ao contrário do António e do CN não acho que as medidas apresentadas pelo Governo visando a simplificação fiscal estejam erradas. Pelo contrário, tirando a parte das informações bancárias que é, claramente, atentatória do indivíduo, daquilo que li e vi nos telejornais acho que é uma medida potencialmente benéfica para a grande maioria dos contribuintes.
[...] Podemos discutir todas essas questões (a meu ver acessórias) mas a medida em si é benéfica e por isso merece, pelo menos, apoio condicional e sob reserva.
Revista Atlântico, agora com blogue e tudo, em http://www.revista-atlantico.blogspot.comOs empresários em nome individual vão começar a pagar impostos com base num lucro presumido pelas Finanças.
"Empresários com limite mínimo no IRS mesmo com rendimentos baixos" (Agência Financeira)
A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) quer reduzir para metade o tempo que demora a responder às reclamações dos contribuintes em 2006, apesar de em 2005 o tempo médio de resposta ter aumentado para os 14,7 meses (cerca de 14 meses e 21 dias).
"Resposta a reclamações dos contribuintes reduzida a metade" (Diário de Notícias online)
Na sequência das eleições presidenciais vai uma interessante discussão na blogosfera sobre o liberalismo. [...] Aparentemente os mais novos intervenientes neste debate são também os mais idealistas [...] Mas isso fará deles um bando de fanáticos?
Talvez haja outra forma de avaliar a interessante troca de argumentos: notar como os mais novos, os que estão a chegar ao mercado de trabalho, os que perderam a esperança do emprego garantido e já não acreditam na reforma segura, são hoje, de um modo geral, mais atrevidos, mais atreitos ao risco, estão melhor preparados e tâm mais ambição. Não todos, é certo, mas basta pensar que enquanto há uma geração ter uma formação superior era uma garantia de sucesso, hoje mais depressa leva ao desemprego e o último lugar onde elese podem procurar emprego é nos serviços do Estado, que estão a abarrotar. Os que vivem esta nova realidade— vivem, não teorizam— gerarão porventura um Portugal diferente. E seguramente mais liberal em todos os aspectos.
No plano das ideias e dos valores, uma tal redução retórica é intelectualmente mistificadora, visto que escamoteia a real diversidade do amplo leque das ideias filosófica, doutrinárias e políticas, subjacente às várias posições no combate democrático. (...) A dicotomia esquerda direita é maniqueísta, ideologicamente falsa e politicamente enganadora.
6. É uma pedrada no charco que a Política deixe de ser categorizada de forma unidimensional. Por exemplo, testes simples como os que são aqui apresentados utilizam dois eixos cartesianos— dos valores morais (tradicionalismo/progressivismo), e da preponderância do Estado na vida dos indivíduos (liberalismo/estatismo).
No primeiro caso ["A discussão das ideias Liberais no plano abstracto, enquanto doutrina"], é impossível haver cedências ou compromissos. O Liberalismo, a ser aceite, não pode sê-lo com base em meias verdades, na demagogia e na mentira. [...]
Distinta é a aplicação do Liberalismo à realidade. Ao contrário de todas as outras doutrinas, o Liberalismo não quer adequar a realidade à ideia, mas sim o contrário. Por isso é aberta e evolui sem esforço. Neste caso há espaço apenas para o possível e nenhum "liberal-estalinista" o ignora. Sabe é que todos os dias esse possível é ampliado ou reduzido.

limões a pedido e a salvo da minha inveja em www.hormel.comO liberalismo que por aí circula parte de um pressuposto interessante: a "sociedade civil" quer ser reformada. [...] O pressuposto estaria garantido, quanto mais não seja pelo seu carácter épico, não fosse o inconveniente desta "sociedade civil", ambiciosa e autónoma, de facto, não existir. Em Portugal, a "sociedade civil" é um produto do Estado que a emprega e a subsidia e lhe garante o essencial.
![]() "Sociedade Civil" | O liberalismo que por aqui circula parte de um pressuposto igualmente interessante. As pessoas têm o direito de não pertencerem a uma "sociedade civil" epicamente "reformada" pelo Estado. É um pressuposto que é "interessante" não só porque é "curioso", mas também porque radica no conceito do "interesse" e no direito das pessoas em terem liberdade de escolha nas opções que afectam a sua vida. É uma questão de princípio rejeitar a construção dirigista de uma "sociedade melhor" quando se constata que tal só é possível "corrigindo" a liberdade das pessoas ("cidadãos"), sujeitando-as a arbitrariedades contra as quais não têm qualquer protecção. A "sociedade civil", protegida de si própria, inerte, apática e devota ao estatismo é um "produto" do Estado. Então, que este se retire, e reconheça o direito das pessoas de serem produtos de si mesmas. |
This is the plain truth, Mr. President, and it is terrifying. It will leave an indelible stain on your presidency. I realise that you have no power over this case, that you are limited by the Constitution and your entourage. You have, nonetheless, your duty as a man, which you will recognise and fulfill. As for myself, I have not despaired in the least, of the triumph of right. I repeat with the most vehement conviction: truth is on the march, and nothing will stop it. Today is only the beginning, for it is only today that the positions have become clear: on one side, those who are guilty, who do not want the light to shine forth, on the other, those who seek justice and who will give their lives to attain it. I said it before and I repeat it now: when truth is buried underground, it grows and it builds up so much force that the day it explodes it blasts everything with it. We shall see whether we have been setting ourselves up for the most resounding of disasters, yet to come.
Por isso convém fazer umas poucas perguntas. Portugal pulula de mecenas? Há alguma orquestra cá na terra em que o primeiro violino seja pago por algum distinto membro das classes mais abastadas? Há muitos exemplos de "homens bons" da "sociedade civil" que patrocinem as artes por convicção da importância destas para a sociedade ou por quaisquer outras razões menos elevadas mas igualmente legítimas? A sociedade portuguesa possui alguma tradição apreciável nesta matéria?
A resposta é: não. Há sem dúvida excepções, mas são, somando tudo, insignificantes. Ora, não se vê como deste quase nada, um quase nada particularmente pobrezinho, poderia surgir alguma coisa, boa ou má. Aliviar o Estado – isto é, os contribuintes – dos encargos com as coisas culturais é uma óptima ideia. Tem, no entanto, um pequeno inconveniente: em Portugal, pelo menos, significava acabar com elas.
Dez mil salários mínimos, ou seja, 3,859 milhões de euros, é a subvenção pública total prevista na lei para as eleições presidenciais. Vinte por cento deste bolo, quase 772 mil euros, é distribuído pelos candidatos que obtiverem cinco por cento dos votos. Neste caso, Cavaco Silva, Manuel Alegre, Mário Soares, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã tiveram direito a 154 360 euros cada um. Os restantes 80 por cento (3,087 milhões de euros) são distribuídos pelos candidatos na proporção dos votos.
Ontem votei Cavaco.
À saida das urnas estavam a fazer uma sondagem: votei Alegre.
Duas vezes Cavaco no mesmo dia é pedir de mais.
Eu hoje acordei assim... (Charlotte no Bomba Inteligente)
... a lembrar-me das palavras de Jorge Sampaio, ontem, já tarde, aos jornalistas: "Os Portugueses sempre foram afectuosos comigo. Nunca ouvi nenhum insulto." Ficámos a saber que Jorge Sampaio nunca leu blogues.
Só faltam 45 dias... (CAA no Blasfémias)
...para que o presidente mais medíocre que a Democracia portuguesa conheceu, sonolentamente, desapareça para a deslembrança sem apelo da História.
A propósito… espanta-me que a atenção dos liberais não tenha reparado ou feito uma notinha sobre o drama que se desenrola entre o google e o governo dos USA. A notícia vem na BBC. As acções google fecharam hoje a perder quase 40$Us. Tudo porque se recusa a ceder a informação sobre as pesquisas feitas (por todos nós). Quem pode/deve ter acessso a essa informação? …parece-me problema bem actual, não?
![]() | O assunto merece a máxima atenção da comunidade da Internet, não só dos liberais. |
Chegar a Woody Allen sem NY e os sons do jazz a impregnarem cada cena poderia ter sido uma experiência traumática. Não o foi, ainda que NY não se tivesse sequer imposto na história, nas personagens ou até nos interiores. NY não está em Match Point, nem sequer pela mão da americana personagem da Scarlett Johansson (verdadeiramente o ponto fraco do filme e, acreditem, não é tarefa fácil reconhecê-lo aqui, perante todos).Sente que, neste segundo mandato, a Administração Bush é mais sensível aos problemas do Médio Oriente ou que há, pelo menos, menor unilateralismo?
O ponto de vista dos EUA sobre a Palestina e Israel é hoje muito claro. Em Junho de 2003, o presidente norte-americano falou pela primeira vez num Estado palestiniano em territórios ocupados na guerra de 1967. Mais recentemente, num encontro com Mahmoud Abbas, George Bush já falou nas linhas de trégua de 1949.
The theory of "intelligent design" is not science and teaching it in schools alongside Darwinian evolution only confuses pupils, the official Vatican newspaper has said.
Prof Fiorenzo Facchini, a specialist in evolutionary theory at the University of Bologna, argued in L'Osservatore Romano that "intelligent design" belonged to the realms of philosophy and religion but not science.
The Vatican article dealt another blow to those Christians in the United States who want children to be taught the theory alongside Darwinism. "God's project of creation can be carried out through secondary causes in the natural course of events, without having to think of miraculous interventions that point in this or that direction," wrote Prof Facchini.
"If the model proposed by Darwin is not considered sufficient, one should search for another," he said in the paper. "But it is not correct from a methodological point of view to stray from the field of science while pretending to do science. It only creates confusion between the scientific plane and those that are philosophical or religious."
(do Daily Telegraph) (procurar no Google News)
![]() | The Czech republic has joined Slovenia among new member states with higher levels of wealth per capita than old member Portugal, according to European Commission statistics. The central European country enjoyed gross income per capita of 73 percent of the EU 25 average last year compared to 71 percent in Portugal, according to the latest estimate by the commission's statistical wing, Eurostat. The spending power comparison takes into account lower consumer prices in the Czech republic compared to Portugal however, with Portuguese people still carrying more money in their pockets in absolute terms. Slovenia, which was already ahead of Portugal in 2003, is estimated to have reached 81 percent of the EU average last year. (fonte: EUObserver.com) |