Portugal informou segunda-feira os seus parceiros comunitários, em Bruxelas, que decidiu remover a partir de 1 de Maio próximo as barreiras em vigor à livre circulação dos trabalhadores oriundos de oito dos novos Estados-membros da União Europeia (UE).
A entrada de mão-de-obra barata dos novos Estados-membros da União Europeia (UE), desde o último alargamento em 2004, foi reduzida e teve efeitos positivos, segundo relatório apresentado a 8 de Fevereiro pela Comissão Europeia em Bruxelas.
Bruxelas sustenta que os trabalhadores «ajudaram a ultrapassar carências» no mercado de trabalho e contribuíram para «um melhor desempenho económico» na Europa.
Os países que não aplicaram restrições após o último alargamento, em Maio de 2004 (Reino Unido, Irlanda e Suécia), registaram um alto crescimento económico, uma queda do desemprego e uma subida do emprego, insiste o executivo comunitário.
Também: "Barreiras a trabalhadores dos novos membros da UE acabam em Maio" (Público)
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