"A Arte da Fuga" ("Die Kunst der Fuge", BWV 1080) é uma obra-prima de Johann Sebastian Bach: um único tema musical persegue-se, a si mesmo e as múltiplas variações, num diálogo musical intenso desenvolvido a diversas vozes, rico de simetrias, inversões, ritmos e tempos diferentes. Fugas para aartedafuga@gmail.com
Quarta-feira, Maio 03, 2006
Paradoxo do Dia
E não é que todos os que reclamam o fim do monopólio do modelo familiar tradicional são os que mais contribuem para a sua entronização e perenidade?
Não é o do dia, mas sim o'do inicio deste século, os liberais, os que se consideram cidadàos do mundo, cada vez menos e mais tarde prociram ... efeito - o regresso em força das familas tradicionais conservadoras - um salto do séc. XXI para o séc. XIX.
Algo que me anda a fazer pensar, sériamente em ... procriar :)
...verás que esta proposta de lei terá muitos "ses". Do número de filhos das famílias passará a falar de número de filhos das pessoas, e depois com complicações com filhos adoptivos e provenientes de outros casamentos - perdão, uniões...
do ponto de vista do Estado, não é nada sinistro, é até lógico. Está apenas a incentivar a criação de novos contribuintes, lutando assim na salvaguarda da sua sobrevivência.
o Estado é um bicho muito manhoso e cheio de sistemas de defesa e sobrevivência, é preciso ter muito muito cuidado com ele, se nos apanha de costas... ;)
Não é o do dia, mas sim o'do inicio deste século, os liberais, os que se consideram cidadàos do mundo, cada vez menos e mais tarde prociram ... efeito - o regresso em força das familas tradicionais conservadoras - um salto do séc. XXI para o séc. XIX.
ResponderEliminarAlgo que me anda a fazer pensar, sériamente em ... procriar :)
Abraço
Pedro Morais Correia
Ler:
ResponderEliminarcidadãos
procriam
liberal e desléxico :)
Uma vez amis .. raios .. mais ..
abraço
Pedro MC
...verás que esta proposta de lei terá muitos "ses". Do número de filhos das famílias passará a falar de número de filhos das pessoas, e depois com complicações com filhos adoptivos e provenientes de outros casamentos - perdão, uniões...
ResponderEliminarSe for possível o opting out, o Estado faz o que quiser do seu sistema e fomenta as familias que quiser... Mas não é esse o caso.
ResponderEliminarO mesmo se diga da valorização do casamento feita pela ILGA e afins.
ResponderEliminarAbolição do estado civil, JÁ !
Continuo a achar um pouco sinistro esta coisa do Estado incentivar à natalidade...
ResponderEliminardo ponto de vista do Estado, não é nada sinistro, é até lógico. Está apenas a incentivar a criação de novos contribuintes, lutando assim na salvaguarda da sua sobrevivência.
ResponderEliminaro Estado é um bicho muito manhoso e cheio de sistemas de defesa e sobrevivência, é preciso ter muito muito cuidado com ele, se nos apanha de costas... ;)
Sinistro à mesma. Quando a pirâmide etária desce o poder eleitoral tende a favorecer a vinculação das gerações mais novas ao "sistema"...
ResponderEliminar«do ponto de vista do Estado, não é nada sinistro, é até lógico»!!!
ResponderEliminar