sexta-feira, agosto 11, 2006

A ler

As palavras de Brigitte Gabriel, libanesa cristã.
I was raised in Lebanon, where I was taught that the Jews were evil, Israel was the devil, and the only time we will have peace in the Middle East is when we kill all the Jews and drive them into the sea.
When the Moslems and Palestinians declared Jihad on the Christians in 1975, they started massacring the Christians, city after city. I ended up living in a bomb shelter underground from age 10 to 17, without electricity, eating grass to live, and crawling under sniper bullets to a spring to get water.
It was Israel who came to help the Christians in Lebanon. My mother was wounded by a Moslem's shell, and was taken into an Israeli hospital for treatment. When we entered the emergency room, I was shocked at what I saw. There were hundreds of people wounded, Moslems, Palestinians, Christians, Lebanese, and Israeli soldiers lying on the floor. The doctors treated everyone according to their injury. They treated my mother before they treated the Israeli soldier lying next to her. They didn't see religion, they didn't see political affiliation, they saw people in need and they helped.
For the first time in my life I experienced a human quality that I know my culture would not have shown to their enemy. I experienced the values of the Israelis, who were able to love their enemy in their most trying moments. I spent 22 days at that hospital. Those days changed my life and the way I believe information, the way I listen to the radio or to television. I realized I was sold a fabricated lie by my government, about the Jews and Israel, that was so far from reality. I knew for fact that, if I was a Jew standing in an Arab hospital, I would be lynched and thrown over to the grounds, as shouts of joy of Allah Akbar, God is great, would echo through the hospital and the surrounding streets.

8 comentários:

  1. Confirma-se o essencial: há a cultura judaico-cristã que dá valor à vida e o mundo bárbaro proto-fascista-islamista.

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  2. discordo gen. Confirma-se uma diferença entre os beligerantes das duas partes, apenas.

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  3. Uma diferença entre os beligerantes que tem raízes mais profundas na cultura, na história e nos valores essenciais de cada civilização. Claro que o meu comentário assentava numa generalização abusiva. Mas o que eu gostava de saber era se seria possível nascer no seio da nossa cultura uma trupe de terroristas suicidas.

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  4. gen:
    A cultura judaico cristã, dominante digamos que há dez séculos na Europa, portou-se sempre assim, domocrática, tolerante e solidária?
    E que se pode esperar dos povos de culturas exteriores, quando nos seus universos de miséria, se apercebem das formas de vida das sociedades da abundância?

    Z

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  5. Quadrúpede Rosa8:43 da tarde

    Os judeus são o diabo, segundo a criatura: deveriam ser mortos e lançados à água. Esta é a cultura sarracena, infelizmente vivida nos primórdios da nossa História ibérica, com beligerantes como Omar, Tarik e Almansor.

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  6. «Mas o que eu gostava de saber era se seria possível nascer no seio da nossa cultura uma trupe de terroristas suicidas.»

    Niilistas praticantes. São fruto do racionalismo filosófico da cultura judaico-cristã.

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  7. Os judeus estavam lá desde os tempos Bíblicos,logo...

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  8. Sejamos realistas. O argumento bíblico é profundamente imbecil, pelas simples razão que por essa ordem de ideias, p.ex., os húngaros deveriam ser corridos de onde estão.

    O que, sim, faz sentido é pensar nos milhões de israelitas que já nasceram em Israel e que efectivamente é a sua terra.

    Em qualquer caso, tal não coloca em causa exageros de destruição efectuados pelo Exército israelita.

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