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Apenas a direita nos pode libertar do André Abrantes Amaral n'
O Insurgente:
 | A direita liberal, ao contrário do beco sem saída em que se meteu a esquerda, acredita na pessoa humana. Esta realidade faz toda a diferença. Tanto no conceito de segurança social, como no planeamento da reforma, na defesa de programas de ensino livre, na saúde e em todas as demais áreas das políticas sociais, o discurso da direita é o de devolver o poder aos cidadãos. Na conquista do voto, onde a lei do mercado também funciona, vence sempre quem tem o discurso positivo. A direita liberal defende a liberdade e a dignidade humana. Acredita que as pessoa são capazes. Aceita, por estas mesmas razões, a própria incerteza inerente à condição de ser humano. O Filipe Moura pode até ficar muito triste, mas o futuro, meu amigo, já não está na esquerda. |
Nem o Zandinga diria melhor.
ResponderEliminarA " Utopia" é um livro de Thomas Moore ou Thomas Man?
Cavaco.
AA,
ResponderEliminarPorque não se consegue 'abrir' o post Inimputabilidade ?
«o futuro, meu amigo, já não está na esquerda»
ResponderEliminarNem na direita, meu caro.
Está no colapso das democracias, as últimas formas de governo antes do colapso da decadência dos povos.
A esquerda começou com os jacobinos e acabou com os Maos. O futuro nunca esteve na esquerda. Infelizmente, sou obrigado a reconhecer que tenho uma enorme admiração pelos prosélitos da esquerda: conseguir enganar tanta gente durante tanto tempo é obra.
ResponderEliminar"A direita liberal, ao contrário do beco sem saída em que se meteu a esquerda, acredita na pessoa humana. Esta realidade faz toda a diferença. Tanto no conceito de segurança social, como no planeamento da reforma, na defesa de programas de ensino livre, na saúde e em todas as demais áreas das políticas sociais, o discurso da direita é o de devolver o poder aos cidadãos. Na conquista do voto, onde a lei do mercado também funciona, vence sempre quem tem o discurso positivo"
ResponderEliminarEm primeiro lugar, para a direita liberal ganhar votos, teria que... ir a votos (o que não é o caso em Portugal).
Em segundo lugar, se é uma questão de ter um discurso que fale em entregar poder às pessoas, a direita liberal tem um concorrente de peso à esquerda, os anarquistas (ou, numa versão alargada, toda a contracultura okupa-DIY-etc.). E a verdade é que, em termos de capacidade de mobilização, a esquerda "anarquizante", nos ultimos anos, no mundo ocidental, parece ter tido muito mais dinamismo que a direita liberal (olhe-se para os movimentos alter-globalização).
[E se calhar o vosso marketing também não é dos melhores...]
Claro que a "esquerda anarquizante" não pode ganhar votos porque não concorre a eleições, mas a "direita liberal" também não.
ResponderEliminarBonita política, hem?!
ResponderEliminarOs conhecedores e sabedores dessas áreas começam-se a assustar!
Que coragem, até quando?
afilhada,
ResponderEliminarObrigado pelo reparo. problema do Blogger. Fiz publish e já está bem.
Luís Serpa,
ResponderEliminarEu sou um pouco alérgico à palavra "proselitismo", penso que tem de ser muito bem utilizada. A palavra revela medo perante o debate intelectual.
Acontece que a Esquerda é caracterizada por um eterno sentimento messiânico de "proselitismo perseguido". Mesmo que seja culturalmente dominante.
Isso pode ser bem visto na blogosfera. Aparte uns bloggers de Esquerda, de impecável conduta e coerência intelectual (o Miguel Madeira, passe a manteigada, é um bom exemplo), muitos nem se dão ao debate, só reagindo reaccionariamente.
Claro que a "esquerda anarquizante" não pode ganhar votos porque não concorre a eleições, mas a "direita liberal" também não.
ResponderEliminarOs antípodas políticos do liberalismo são os totalitarismos, não a "esquerda anarquizante".
O que se pode apontar é que não há contradição intelectual em a direita-liberal ir a votos, mas seria caricato ver o mesmo de anarco-sindicalistas...
"O que se pode apontar é que não há contradição intelectual em a direita-liberal ir a votos, mas seria caricato ver o mesmo de anarco-sindicalistas..."
ResponderEliminarEu estava a referir-me mais ao facto concreto de não existir um partido liberal em Portugal.
Repare que eu falei em "-ante" e não em "-ista": movimentos "autogestionários", defensores da "democracia de base" ou afins têm concorrido a eleições em vários países (creio que, no inicio, os partidos "verdes" em muitos paises andavam um bocado nessa onda)
Os nossos verdes estão muito longe dos radicalismos Earth First. Nada mais são do que as caracaturais melancias...
ResponderEliminarPorque que é que só a direita é que nos pode libertar do André Abrantes Amaral?
ResponderEliminarAinda está para chegar quem me explique o conceito de "direita liberal"! Eu sempre vi o liberalismo como algo que está para além da esquerda e da direita... E colar isso à direita (porque não esquerda liberal? porque a esquerda tem fama de centralizadora e estatista? a direita também tem fama de beata, quando não é salazarista... mas falar nestes termos seria redutor da minha parte) é um abuso do termo. Se à direita conservadora faltam ideias, que não usurpe a dos outros. O mesmo vale para a direita relgiosa.
ResponderEliminarPorque se o fizer, a esquerda fará o mesmo...
E depois esclareçam se o título é só um incentivo (tanta treta e depois dão incentivos :)) ao "desmame" desse ópio do povo que é o Estado ou se há alguma intenção subliminar de criticar a troca de seringas nas prisões :P
ResponderEliminarPedro Veiga
Pedro, isso de ver as coisas muito compartimentadinhas a preto e branco não é de direita, nem é liberal. O essencial é que não se chame uma coisa a umas políticas, quando de facto são outra. Acho perfeitamente possível conjugar sensibilidades de Direita com políticas liberais, à inglesa...
ResponderEliminarPedro, isso de ver as coisas muito compartimentadinhas a preto e branco não é de direita, nem é liberal. O essencial é que não se chame uma coisa a umas políticas, quando de facto são outra. Acho perfeitamente possível conjugar sensibilidades de Direita com políticas liberais, à inglesa...
ResponderEliminarNão duvido, AA.
ResponderEliminarComo acho que se podem conjugar sensibilidades de Esquerda com políticas liberais, usando exactamente o mesmo método..
Daí eu questionar: por que motivo se diz que o futuro "já não está na esquerda"? Não poderá estar ele na esquerda liberal, na exacta proporção e com a mesma margem de erro que poderá estar na direita liberal?
Dou-lhe um exemplo: a direita cristã tem uma sensibilidade... cristã; a esquerda laica tem uma sensibilidade... laica. Não te parece que o liberalismo se adequa facilmente a ambas as sensibilidades?
Pedro Veiga
Perfeitamente. Mas contrariamente ao que talvez eu gostasse, não é tão depressa que o liberalismo vingará, e o futuro será mesmo através da direita liberal. Esta opinião do AAAmaral deve ser lida de um ponto de visto político...
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