Quinta-feira, Outubro 12, 2006

Americana


(Ricardo "Rigo" Gouveia)

8 comentários:

  1. "Not one tree" seria, obviamente, menos original.

    Aproveito para repescar uma afirmação sua que já está muito em baixo (interprete à letra sff.)

    "gosto sempre que misturem corrupção (que como dizia o JM, tem sempre o Estado de um lado), com concorrência fiscal"

    Registo a ironia mas o livro dá exemplos vários (e desafia vários Departamentos Americanos à contestação das afirmações)da confluência nos mesmos canais, do tráfico de droga, de armas, de prostituição, de tudo o que de mais baixo a espécie humana pode
    chafurdar, de financiamento de terroristas...e de fugas ao fisco. Os canais são os mesmos e não são perseguidos os primeiros para não serem surpreendidos os últimos.

    Até ver.

    ResponderEliminar
  2. Eu referia-me a obras de estudo que gostam de fazer misturadas entre capitalismo, corrupção, crime e afins.

    E de resto, sim, o crime organizado funciona muito de acordo com um sistema de mercado espontâneo. Mas não por afinidade ideológica ao capitalismo, mas porque o sistema de mercado é o modo mais eficiente de afectação de recursos escassos que o Homem conhece.

    E é também por isso que entidades centralizadas sentem tantas dificuldades em combatê-lo. Um exemplo é a Al-Qaeda e sua logística.

    Mas não são os canais que falham, aliás eles provam a sua eficiência, são as entidades responsáveis. Pôr as culpas no capitalismo é a habitual preguiça e desonestidade intelectual.

    ResponderEliminar
  3. Eu também não confundo uma coisa (capitalismo) com outra (banditismo) e ainda com outra (incompetência ou laxismo ou corrupção). Mas que muitos se aproveitam da confusão de situações, é indesmentível.

    Se me permite, gostaria de lhe colocar uma questão que tem que ver com um artigo que escreveu para Dia D, há já algum tempo (o mito da meritocracia 15/5)e a propósito colocar-lhe uma questão para a qual, obviamente, não estou certo acerca da resposta correcta: Sabe o António Amaral como é que, no cômputo da produtividade global de um país se calcula a produtividade do sector público administrativo?

    ResponderEliminar
  4. And one mad regime:

    http://www.youtube.com/watch?v=cjGLwm-4mds

    ResponderEliminar
  5. Caro fonsecarui,

    Os meus conhecimentos de contabilidade pública são muito limitados. Não sei a resposta à sua pergunta. Agradeço-lhe que me ponha as questões que entender serem necessárias ao debate, mas peço que me enquadre tecnicamente no assunto...

    Para sua referência, o texto encontra-se online AADF.

    ResponderEliminar
  6. Anónimo9:25 AM

    Mitos Comunistas

    (Grandes Aldrabices)
    Em Maio de 1940, enquanto que a França colaboracionista se ajoelhava às patas de Hitler, 700 mil refugiados judeus amontoavam-se em Bordéus. Apercebendo-se da situação desesperada daquela gente, o cristão António de Oliveira Salazar deu ordens ao pessoal do consulado para darem com urgência os vistos. Aristides Sousa Mendes viu nisto uma fonte extra de rendimentos, para assim poder satisfazer a sua exigente mulher, cumpriu a ordem , mas a troco de 500$00 cada passaporte. O negociante diplomata partiu para Bayone, foi até à fronteira de Henday e, com a sua caneta, começou a assinar a papelada….dando assim início ao negócio. Quando Salazar é informado da situação, manda regressar o responsável e expulsa-o do Corpo Diplomático, obrigando-o a devolver o dinheiro. Ficará célebre a frase de Salazar: ‘Salvarei todos os que puder ‘”.


    www.riapa.pt.to

    ResponderEliminar
  7. Vasco Melo3:26 PM

    Sabe o António Amaral como é que, no cômputo da produtividade global de um país se calcula a produtividade do sector público administrativo?

    eu respondo a fonsecarui:
    Por ser irrelevante, apenas é considerada para arredondamento do cômputo geral da produtividade.

    AA, parabéns pela pachorra !

    ResponderEliminar