João Pinto e Castro no ...bl-g- -x-st-:
"A Arte da Fuga" ("Die Kunst der Fuge", BWV 1080) é uma obra-prima de Johann Sebastian Bach:
um único tema musical persegue-se, a si mesmo e as múltiplas variações, num diálogo musical intenso desenvolvido a diversas vozes, rico de simetrias, inversões, ritmos e tempos diferentes.
Fugas para aartedafuga@gmail.com
Confesso que discordo deste post. Não vejo como a despenalização do abortamento, com a qual concordo, poderá acabar com o aborto clandestino (sobretudo se, como eu defendo, não for integrado no SNS), embora admita que o poderá marginalmente minorar.
ResponderEliminarAdolfo, eu refiro-me só ao texto evidenciado, que parte da premissa que é impossível "acabar" com o aborto...
ResponderEliminar...diz-se é que a despenalização é a única forma responsável de lidar com esse problema
(daí a analogia com outras prohibitions, e outros enforcements)
Gostei da foto da época da "Lei Seca" parece-me um bom paralelismo.
ResponderEliminarE em relação ao aborto musical? o embrião musical é considerado música aos quantos compassos de gestação?
geralmente, não sei, mas neste, eu diria que pelo menos ao compasso 30...
ResponderEliminarTambém não acredito que a despenalização da prática de abortos (com a qual concordo - repetindo as palavras do Adolfo), leve ao fim do aborto clandestino, como escrevi nos textos onde coloquei algumas das dúvidas/perguntas que me surgem relacionadas com este tema. Há situações onde o secretismo "dos estabelecimentos NÃO legalmente autorizados" continuará a será procurado, apesar da provável descrição e confidencialidade com que as mulheres serão tratadas nos "autorizados".
ResponderEliminarCaríssimos, também falo em "acabar" com os abortos clandestinos (ou seja, os que não são legais)... uma margem de qualquer bem ou serviço é sempre transaccionada no mercado negro...
ResponderEliminarA maioria dos abortos clandestinos em Portugal são feitos após as 10 semanas: então e esses? Então e se alargares ainda mais o prazo, onde é que vais acabar? Aos nove meses menos um dia?
ResponderEliminarO que acontece é que ali há uma vida humana. O que acontece é que se o sim ganhar, o Estado vai estar a pagar um balúrdio em abortos que poderia gastar em instituições para acolher mães necessitadas e os seus filhos.
O que são os contraceptivos musicais e as doenças musicalmente tranmissíveis?
ResponderEliminarEu diria que seriam aqueles tampões de silicone orelhamente correctos... quanto às doenças, isso é mais confuso... serão as valsas, o reggae, o jazz light?
ResponderEliminarE o viagra musical?
ResponderEliminarE os testes de gravidez musical?
Estas pertinentes questões assombram-me o pensamento...
Caro Rui, o inquietamento é marca de génio.
ResponderEliminarViagra musical: Beethoven.
DSTs: já me passaram algumas, sendo exemplos Kraftwerk e Laurie Anderson... :)
Eu voto sim.
ResponderEliminarReservo no meu blog a leitura dos princípios do sentido do meu voto.
caro aa,
ResponderEliminarse o vírus musical é um agente sonoro infeccioso inerente a certas doenças musicalmente contagiosas, sem metabolismo independente e com capacidade de reprodução apenas no interior das células hospedeiras musicalmente vivas. Isto quer dizer que as suas estão musicalmente vivas, e a avaliar pela sua paciência em me respoder, também quer dizer que o seu sentido de humor é muito apurado.
Foi um prazer. Eu vou passando por cá.
um abraço,
RR
:)
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