milagre mínimo garantido
"The State Against Economic Law: the Case of Minimum Wage Legislation" de George Reisman, sobre o milagre mínimo garantido:
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Traditional religionists believe that an omnipotent God came before all natural law and was not bound or limited by any such law, but rather created such natural laws as suited him, as he went along. Just so, today’s liberals believe, at least in the realm of economics, that the State is not bound or limited by any pre-existing natural laws. In the case in hand, the State, today’s liberals believe, is free to decree wage rates above the level that would exist without its interference and no ill-effects, such as unemployment, will arise.
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Thus even if, however unlikely, the imposition of a minimum wage began in conditions in which it did not directly and immediately create any unemployment whatever, because of the shifting of funds from elsewhere to pay it, it would end up creating unemployment among the least skilled members of the economic system.
What is present in this analysis is merely an application of Henry Hazlitt’s one-sentence summary of his great classic Economics In One Lesson: Namely, that “The art of economics consists in looking not merely at the immediate but at the longer effects of any act or policy; it consists in tracing the consequences of that policy not merely for one group but for all groups.”
tema por AA em 08:15












3 Comentários:
Ao impôr um mínimo estamos ou estaremos sempre a alienar trabalho que outras pessoas poderiam executar abaixo desse valor. Provavelmente se não houvesse restrições o mercado funcionaria muito melhor a questão que me ocorre é se não estaríamos a "cavar" o fosso entre os mais skilled e os outros? Não estaremos implicitamente a iniciar uma nova escravatura?
Masca,
Escravatura é quando impões controlos de preços que atiram pessoas para o desemprego. E depois tornas essas pessoas dependentes de subsídios ao desemprego, pagos com o trabalho de outras pessoas.
Mas tocas num ponto importante. Quem não arranja emprego mal pago, não desenvolve skills - técnicas, valências, ética e trabalho - ou desenvolve as que dizem respeito à procura de emprego e mais subsídios. Isto afecta principalmente pobres e jovens.
Outra ilusão frequente é que as pessoas são ricas ou pobres. Se olhares para a demografia, verificas que a maior parte dos jovens são estatisticamente "pobres" e a maior parte dos mais velhos são estatisticamente "ricos". E sempre assim foi.
A pessoa à medida que amadurece, produz mais valor, e tende a ser mais recompensada - num mercado livre. Se cortas esse processo pela raíz, trocando o "vai trabalhar malandro" pelo "vai para o subsídio", crias de facto classes de pessoas e famílias incapazes de agarrar a escada da mobilidade social - porque proibidas de começar por baixo.
Masca, se achas que o salário mínimo reduz desigualdades, então para reduzires ainda mais, só tens de aumentar até que sejam minimizadas. Acreditas nisso?
Faça um contraponto! (comentário)
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