Terça-feira, Janeiro 16, 2007

Um de muitos impostos existenciais

"O imposto mais estúpido volta a atacar no Adufe 4.0:
É o imposto porque sim e como tal pode fazer-se sentir porque sim em tudo o que mexe apenas... porque sim.

É o paradigma daquele imposto que um dia pode muito bem cobrar pelo sonhos que temos, pelo ar que respiramos (bem, sobre esse já pagamos vários impostos), enfim, porque existimos apenas.

Li hoje no Jornal de Negócios que o Imposto de Selo tem desde finais de Julho de 2005 mais uma área de acção... porque sim. [...]

(também: "Surrealismo fiscal" n'O Insurgente)

3 comentários:

  1. Essa história deve estar mesmo mal contada, porque isso é tão óbvio que ninguém pagaria...

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  2. A lógica subjacente é que todas as transacções voluntárias devem ser taxadas, coercivamente, como se de vícios se tratassem. A riqueza do indivíduo deve ser controlada pelo Estado, para que este promova a abertura do "caminho para uma sociedade socialista" (ver a nossa gloriosa Constituição). O facto de _dar_, sem partilhar com a máfia fiscal, passa a ser crime. Na prática, torna-se mais caro partilhar a riqueza, por motivos altruístas. Se queres oferecer alguma coisa, fá-lo em géneros, como se faz no mercado negro. E é esta a sociedade "solidária" e "de coesão social" que os social-democratas portugueses (leia-se PS) apregoam.

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  3. Se souberes de algo que a contradiga avisa, Pedro Sá.

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