Quinta-feira, Abril 12, 2007

O dirigismo e o assistencialismo estatais esgotaram-se em Portugal

"A um deus desconhecido" de Rui Ramos no blogue da revista Atlântico:
Nunca o Estado em Portugal se apropriou de uma proporção tão grande do rendimento dos indivíduos e das famílias. Desde acender um cigarro até comprar uma empresa, tudo depende do Estado. O fisco é hoje uma inquisição de malha fina, com os seus autos-da-fé electrónicos. Certamente que não foi assim que Estaline imaginou o socialismo. Mas à falta de melhor, talvez se conformasse com esta versão.

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