Fui sempre dos que considerou Guilherme d'Oliveira Martins uma pessoa isenta e, nesse sentido, mais do que apta a presidir ao Tribunal de Contas. Aquando da sua nomeação, cheguei mesmo a escrever que foi com alívio que recebi a notícia da sua nomeação, dadas as nomeações anteriores de Fernando Gomes e Armando Vara.
Talvez por ser militante de um partido, o que eventualmente me tolda o espírito, sou pouco adepto das catalogações com que certas pessoas são brindadas, como se a militância partidária (e Guilherme d'Oliveira Martins nem sequer é militante) fosse diminuidora do brio e do rigor profissional ou como se fosse apenas a militância partidária (que tem a vantagem de ser conhecida e pública) a poder determinar favores e parcialidades.
Junto, por isso, a minha voz ao LNT do Tugir, perguntando onde andam aqueles que tanto criticaram a nomeação de Oliveira Martins para o Tribunal de Contas?
Conheci-o como assistente em Direito. Bastou.
ResponderEliminarBoa tarde.
Bravo! Subscrevo integralmente o post!
ResponderEliminarEu fui dos que critiquei. Aqui estou a dar o braço a torcer.
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