sábado, junho 30, 2007

Concorrência à socialista

"A Concorrência segundo Sócrates" de João Miranda no Diário de Notícias:
José Sócrates declarou esta semana, no Parlamento, que a concorrência não deve ser um fim, mas um meio para o desenvolvimento económico. Para sermos justos, o primeiro-ministro não pode ser acusado de promover a concorrência, nem como um fim, nem como um meio. Como qualquer outro político, José Sócrates tem uma relação platónica com a concorrência. Em tese é uma boa ideia, mas na prática existem sempre pretextos para não a colocar em prática. O que não é surpreendente. A concorrência só é possível se os políticos abdicarem do poder arbitrário que têm sobre a economia.

O Governo, como todos os governos, não quer perder poder e por isso tem feito tudo para preservar o controlo político que detém sobre a economia.

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