Esta tese é sintomática do país que temos, que prefere insistir na mediocridade e há muito esqueceu a excelência. Se é certo que as alternativas tardam em chegar, não menos certo é que estas só poderão aparecer quando o governo puder ser, de facto, sindicado como foram os governos anteriores. Enquanto andarmos nesta apologia da mediocridade, tudo seguirá como dantes, tal qual o Quartel de Abrantes.
Por outro lado, salvo o devido respeito pelos jornalistas, se há coisa que não lhes cabe, no âmbito do jornalismo e das entrevistas na esfera da política, é sentirem-se Deus, a eles cabendo escolher o momento certo para os portugueses se aperceberem do estado a que chegou o Estado. Evidentemente que existe, deve existir, da sua parte, um sentido de oportunidade jornalístico. Mas não é disso que estamos a falar, ou é?
Essa lógica que referes é do mais ridículo que já vi.
ResponderEliminarÉ. Mas o contrário também é verdade, o de acharem que o que escrevem se torna em "opinião pública".
ResponderEliminarNão me parece. IO que tenho lido prova o contrário, ou não?
ResponderEliminar... excelência? onde?... só me gozam...
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