Quinta-feira, Abril 17, 2008

Perplexidades

3 Comentários:

Blogger Tarzan contrapôs...

Clap! Clap! Brilhante

4:41 PM  
Blogger Pedro Sá contrapôs...

Nesses outros dois posts comentei que discordava deles pelas seguintes razões:

1. É um problema apenas de quem decide gastar dinheiro nisso. E cada um gasta o seu dinheiro como quiser.

2. O que fazem as instituições filantrópicas obviamente não pode nem deve condicionar o trabalho do Estado.

3. É curioso que a conclusão 5. seja contraditória com a crítica de 2. É tão ilegítimo defender que só os mais ricos definam as prioridades sociais como defender que algumas organizações têm que ser mais fortes que outras só por serem "de base".

Ah, e já agora. Independentemente da opinião sobre a mesma (e sobre onde chega ou não chega e ousa ou não ousa), é do domínio dos factos que a Igreja Católica já cá andava muitos séculos antes dos "movimentos sociais de base", e tem definitivamente mais que fazer do que se preocupar com eles.

E considerar que a mesma, tal como pelo menos a grande maioria das outras religiões, tem fins lucrativos é pura e simplesmente ridículo.

9:04 AM  
Blogger Igor contrapôs...

A Igreja Católica chega onde o Estado não chega... mas curiosamente fá-lo com subvenções estatais.

Quanto ao resto, pode-se ser ateu e clericalista. Aliás, um dos grandes inspiradores de Salazar nas relações entre Estado e Igreja era precisamente Maurras, um ateu que defendia que a Igreja devia ser protegida pelo Estado (dada a sua utilidade na conservação de uma dada ordem social).

6:54 PM  

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