sexta-feira, julho 31, 2009

Entre empregos - review de livros lidos (3)

Getting Things Done, David Allen

O Getting Things Done é aclamado como o livro de personal management para a era digital. O método apresentado, não sendo difícil, requer uma dedicação psicótica. Em troca promete tornar a vida do leitor muito mais fácil. Não é difícil acreditar. A filosofia básica é que a nossa cabeça não está feita para gerir dezenas de acções a tomar, projectos assumidos, eventos calendarizados. E que por muito que as ferramentas tradicionais ajudem, muitas pessoas estão longe de adoptar um sistema holístico para a gestão dos seus afazeres. Dito outra maneira, ninguém faz ideia do potencial de um personal management eficiente. Pois já tentei parte do método GTD — e não vou mais longe porque estou entre empregos e continentes — mas posso dizer que sim, que funciona, e estou disposto a ir mais longe.

Brilliant Project Management, Stephen Barker e Rob Cole

Este livro bem podia chamar-se "Project Management for Dummies" — mas o título já existe. Considero que deve ser muito interessante para quem nunca esteja envolvido com actividades de coordenação de projecto, porque explora com muita competência todos os fundamentos. É contudo um livro mediano para quem tem alguma experiência, pois as ferramentas que apresentasão muito básicas, e os conselhos parecem muito óbvios. Não deixa de ser um livro interessante, especialmente porque dá atenção, estrutura e enquadramento aos aspectos mais soft — aqueles que distinguem um projecto que acabou de um trabalho bem feito.

ChiRunning, Danny Dreyer

Já faço jogging há uns quinze anos, sem nada a assinalar — pelo menos até ao dia em que me magoei no ski, sem gravidade. Não só fiquei com a perna a doer, como o médico me disse, no seu melhor espanhol acatalunhado, que tinha as rótulas desgastadas (coisas da idade), que tomasse uns comprimidos, e voltasse à actividade física. Pois bem, pensei corrigir a forma como corro e comprei o livro. Ainda estou nas primeiras corridas prestando atenção aos meus focus, e ainda não tenho resultados para apresentar. Seja como for, fica a recomendação, o livro é de leitura fácil, instrutivo, e está recheado de bons conselhos para as corridas e para a vida.

Caritas in Iustitia Distributiva

Excertos de Caritas in Iustitia Distributiva por Gabriel E. Vidal, no Mises.org:
.... when Benedict transitions from a philosophical framework to specific economic analysis and policy recommendations, particularly as he tries to carefully maintain a "middle of the road" approach to the logic of the market and economic crises, many [classical-liberals] will take exception.
Since Benedict makes a call for truth, the reader should expect the encyclical to go through a step-by-step logical deduction, via cause and effect relationships, to connect voluntary exchanges between individuals in a free market to the deficiencies observed in the current model of economic development. Benedict does not take this approach. Instead, he simply assumes that this correlation is obvious and true.
Caritas in Veritate represents a lost opportunity to continue to develop the classical-liberal ideas contained in Pope Benedict's first encyclical, Deus Carita Est, in his previous writings on Christianity as a philosophy of creative freedom, and in John Paul II's treatment of Catholic Social Doctrine in Centesimus Annus.

First they came


Charles Mingus - Don't Let It Happen Here

Porque os liberais nem são progressistas, nem conservadores

Why I Am Not a Conservative por Friedrich A. Hayek:
At a time when most movements that are thought to be progressive advocate further encroachments on individual liberty, those who cherish freedom are likely to expend their energies in opposition.

In this they find themselves much of the time on the same side as those who habitually resist change. In matters of current politics today they generally have little choice but to support the conservative parties.

But, though the position I have tried to define is also often described as "conservative," it is very different from that to which this name has been traditionally attached. There is danger in the confused condition which brings the defenders of liberty and the true conservatives together in common opposition to developments which threaten their ideals equally. It is therefore important to distinguish clearly the position taken here from that which has long been known - perhaps more appropriately - as conservatism.

odessa steps


Battleship Potempkin - Odessa Steps scene (Einsenstein 1925)

Constatação

As pessoas tão ciosas da sua privacidade que bloqueiam o envio do seu número de telemóvel são aquelas que mais se revoltam porque as pessoas não se atendem a assédios de números bloqueados.

quinta-feira, julho 30, 2009

Breaking the mould



O erro do dilema randiano — ceder ou desistir — é que a política não se esgota nos mecanismos políticos do Estado.

Os preceitos liberais são incompatíveis com este sistema. Pelos axiomas e teoremas da lógica estatista, o liberalismo é tão ilusivo como a quadratura do círculo. Nem é preciso ir ao grande esquema das coisas. Por exemplo, em eleições, a escolha resume-se a correr para um lado, ou correr para o outro, ou ficar parado. Ao hamster não é dada a hipótese de saltar para fora da roda, porque essa ideia nunca lhe ocorreu.

O desafio de explicar ideias liberais é o de provar que existe uma outra dimensão utilizando unicamente as ferramentas teóricas que existem para justificar um mundo que não se concebe sem estatismo.

Mais, a magnitude do potencial da liberdade individual é inconcebível para quem vive formatado para conviver com o Estado. Já dizia a personagem Sócrates na Alegoria da Caverna "E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados?". Os cidadãos soviéticos não concebiam a ideia de hipermercados, há um século ninguém acreditaria em iPods, todas as épocas rejeitaram conceitos transformadores. Mas eles existem.

Atlas fiscais


E entretanto, porque não reagem os contribuintes líquidos — aqueles esmagados pelo apartheid fiscal do Estado democrático?

Diz-se que Alexandre Severus, imperador romano de 222 a 235, pretendia estabelecer um código de vestuário que identificasse as classes sociais. Foi demovido desse propósito não só por questões legais, mas também porque na altura, o número de escravos ultrapassava folgadamente o número de cidadãos. Se os escravos se dessem conta do seu número, revoltar-se-iam imediatamente.

Aqueles no topo da escala contributiva (ou na base da cadeira alimentar do parasitismo fiscal) não são escravos, mas cidadãos nominalmente livres. O sistema democrático tendeu a reduzir a base contributiva e aumentar a redistributiva, pelo que o número dos oprimidos é muito inferior à maioria. Assim sendo, os que carregam o peso do Estado têm poucas esperanças de poder alterar a sua condição por processos democráticos.

Simplificadamente, os atlas fiscais têm duas alternativas. Ou capturam o Estado — aliando-se ao poder político, independentemente da cor política de quem o leve— ou desistem.

A classe média e a luta de classes



No post Progressividade fiscal, Miguel Botelho Moniz evidencia que 15% da população paga 85% de todo o IRS. Não é difícil considerar que esses 15% são em larga medida directamente responsáveis pelos salários do resto da população (pelo menos a que ainda trabalha para o sector privado).

Esta estatística revela a 'classe média' beneficia largamente da 'progressividade fiscal', pelo menos em termos comparativos. Não é inconcebível que seja a maior beneficiária do Estado Monstro. De facto, o processo eleitoral conduz a que as prioridades políticas sejam aquelas do cidadão mediano. Pode ser que a classe média não seja a maior beneficiária dos esquemas de 'redistribuição da riqueza', mas o Estado em geral existe para responder a inquietudes funcionário-burguesas.

Por estes números, a classe média encontra-se no grupo dos que exploram os mais ricos, o que explica como décadas após décadas, e apesar das retóricas a demonizar os mais ricos e os mais pobres, o sistema só cresceu. É possível uma política liberal e democrática nestas condições?

quarta-feira, julho 29, 2009

Liberal Fascism: review

Via No Pasarán!


Jonah Goldberg - Liberal Fascism
parte 1 | parte 2 | parte 3 | parte 4 | parte 5
When college kids call me a nazi, one of my favourite things to ask them is "except for the murder, bigotry and genocide, what is it exactly you don't like about naziism? .... the nazis were socialists!

Aqui um book review recente, por John Humphreys do Australian Libertarian Society.

Honduras

The Path Forward for Honduras por Roberto Micheletti:
One of America’s most loyal Latin American allies—Honduras—has been in the midst of a constitutional crisis that threatens its democracy. Sadly, key undisputed facts regarding the crisis have often been ignored by America’s leaders, at least during the earliest days of the crisis.

In recent days, the rhetoric from allies of former President Manuel Zelaya has also dominated media reporting in the U.S. The worst distortion is the repetition of the false statement that Mr. Zelaya was removed from office by the military and for being a “reformer.”

The truth is that he was removed by a democratically elected civilian government because the independent judicial and legislative branches of our government found that he had violated our laws and constitution.

Bailout Demotivator

Via Organizations and Markets,

Progressividade fiscal e classe média

Progressividade fiscal e Progressividade fiscal (4), dois excelentes posts do Miguel Botelho Moniz n'O Insurgente:
15% da população paga 85% de todo o IRS. Quem fala de “maior distribuição do esforço fiscal” e de “beneficiar as famílias de menos rendimentos” devia olhar para este gráfico e meditar sobre concepções de justiça e equidade.
Onde esta miséria ganha contornos de obscenidade, contudo, é quando em cima destes números ainda há quem venha argumentar, referindo-se à classe média, que é preciso encontrar mecanismos fiscais para «aliviar a sua situação material».
Olhando para o gráfico, é fácil ver que os dois segmentos demográficos em causa correspondem a 57,3% da população. É caso para dizer que está aqui uma tentativa de encenar os dois lobos e um carneiro a votar sobre o que vai ser o jantar. Vamos ver até quando o burro de carga aguenta com isto tudo.
[ último link minha escolha. AA. ]

Magazon - nova colaboração

Passei a colaborar para a revista online Magazon Madeira.

O meu primeiro artigo já se encontra onlineA 
crise 
financeira 
não 
foi 
causada 
pelo 
mercado 
livre (1):
Antes de lançar mão de estereótipos anticapitalistas, há que perguntar como é que gente tão inteligente pode ser tão estúpida e tão sofrega. Porque é que todo o mercado estava possuído de uma euforia irracional? Qual foi a causa dessa orgia de investimento? Sem querer avançar com explicações prematuras, porque é que havia sempre crédito para quem quisesse? De onde veio? E o que fez toda uma sociedade perder a noção dos riscos que corria?

Para combater os ciclos económicos, ‘confirmar’ preconceitos pouco ajuda. Há que identificar e compreender as causas dos fenómenos em observação. E numa crise sistémica - quando sectores económicos vão abaixo por inteiro e em simultâneo - há que procurar explicações externas às empresas.

Separados à nascença

Bruno AleixoJosé Pacheco Pereira

quando a saúde deixa de ser uma questão privada

O seguinte excerto vem no seguimento de uma discussão no Facebook. O argumento é tanto um Estado Social à procura de eficiência económica — como um Nanny-State disposto a corrigir os 'maus hábitos' da sociedade —, necessitam controlar os hábitos de vida das pessoas, de facto nacionalizando o corpo dos cidadãos. Os princípios de uma vida saudável rapidamente transformam-se num pesadelo colectivista.

The Nazi Diet:
The leaders of the Nazi Party was very conscious of what they ate and drank. Furthermore, they were obsessed with what German citizens were eating and drinking. "If the health of the German state rested on the health of the German body, then the self-appointed guardians of the nation's health had to be careful about what was fed that body." A slogan featured in a Hitler Youth health manual proclaimed: 'Nutrition is not a private matter!' Nazis believed that a German citizens body was property of the German state, and therefore property of the Fuhrer. Propaganda posters publicized this claim with such slogans as 'Your body belongs to the Fuhrer!' (Dien Körper gehört dem Führer!)

Much emphasis was placed on the necessity of accepting a more natural diet devoid of anything artificial such as colorings or preservatives. The Nazi Party promoted low-fat, high-fiber foods. In addition to food, the use of substances such as coffee, alcohol, and tobacco were an issue of concern for government officials. People were expected to abstain from the use of these substances. In cases where they were used, moderation was the only acceptable practice. Sporadic consumption of meat was advocated along with a frequent intake of fresh fruits and vegetables as opposed to those preserved in tins.

Desgoverno fiscal, demagogia

27 de Julho - Teixeira dos Santos diz que não há condições para mexer nos impostos (SIC)

29 de Julho - PS promete taxas de IRS mais baixas caso ganhe legislativas (i)

Rua Direita



O A Arte da Fuga recomenda a visita diária ao novo blogue Rua Direita, onde passará a escrever o nosso Adolfo Mesquita Nunes.
Esta rua não é uma federação dos bloggers do CDS devidamente apadrinhada por dirigentes do CDS. É uma rua de eleitores que aqui chega por vontade própria. Aliás, a maior parte de nós não tem sequer qualquer ligação institucional ao CDS e apresenta-se pela primeira vez na blogosfera como votante neste partido. E os que de nós têm essa ligação já mais do que uma vez demonstraram que não se confundem com a instituição a que pertencem.

terça-feira, julho 28, 2009

Sem plano

A organização da BlogConf — uma reunião de José Sócrates com uma selecção de bloggers fez o mais difícil - bombar um webcast. Irra, é que é difícil. É que hoje em dia qualquer curioso monta um stream de video a partir de uma webcam — uma prática que se popularizou por volta de 1995, e que já não apresenta desafios técnicos de maior. Já nem falo de testar os sistemas antes, nem de ter planos de contingência, enfim tudo o que se exige de uma preparação profissional. O mínimo que se exige é que alguma coisa funcione.

A BlogConf fez gato-sapato do princípio KISS - keep it short and simple. É um reflexo deste governo — e em certa medida do Estado como organização. Por todo o lado polulam institutos e centros e observatórios que dizem que fazem e acontecem não sei o quê, redundantes, descoordenados, com missões antagónicas. As políticas públicas são tortuosas - megainvestimentos para criar emprego, arranjinhos fiscais para solucionar problemas isolados da sociedade, faustos mediáticos para remendar a pobre existência dos carenciados.

Misturar chico-espertismo, nacional-porreirismo-pá, sofreguidão de poder, e maquiavelismo de livro-de-bolso dá nisto. E o país já percebeu que vai ter quatro mais anos. Seja lá quem ganhar as próximas eleições.

segunda-feira, julho 27, 2009

Os políticos e as fraldas


Sócrates - O Antes e o Depois

Blogconf

18:51 - idem - fim de emissão da parte do AADF.
18:42 - idem - o PS já deve ter desistido da webcast. como do país.
18:32 - idem - por esta altura o Sócrates já convidou para deputados mais uma dúzia de bloggers
18:17 - idem - o Twitter rouba largura de banda ao Magalhães do Sócrates?
18:08 - idem - uma vergonha, vou ali e já volto
17:58 - idem - deviam ter contratado a equipa do Rangel no encontro do Nicola
17:40 - nem imagens nem som - "Por motivos técnicos interrompemos a transmissão."
17:38 - afinal agora há imagens, o Sócrates entra no recinto
17:33 - chego atrasado ao computador. riscas coloridas. terei isto mal configurado?

Economics of Liberty

Na continuação de Certificates of Performance:


Walter E Williams - Economics of Liberty
Excerpts from the speech "The Entrepreneur As American Hero"

Patriotism is the last refuge of the scoundrel

Gabriel Calzada — autor do estudo que evidenciou que a política espanhola de energias renováveis destruía mais riqueza do que a criava —, no Instituto Juan de Mariana - Somos antipatriotas:
En diciembre comenzamos a redactar este estudio como proyecto de investigación de la Universidad Rey Juan Carlos con la colaboración del Instituto Juan de Mariana. Lo terminamos a finales del mes de marzo y sus conclusiones mostraban que las subvenciones habían creado una burbuja en el sector renovable que estaba estallando.
De hecho, en España los críticos nos han acusado, no de habernos equivocado en nuestros cálculos, sino sobre todo de ser antipatriotas: parece que no tenían mucho más donde agarrarse. Sin embargo, en nuestra opinión, no puede haber mejor patriotismo que advertir que nuestros gobernantes están despilfarrando nuestro dinero en un juego político que empobrece y hace perder empleo a inversiones a nuestro país. Un patriotismo que silenciara los abusos de poder de nuestros mandatarios manirrotos no sería más que, como ya adivinara Samuel Jonson, el último refugio de los canallas.

Torrentes de informação

O Mises.org disponibiliza ficheiros .torrent para quase todo o conteúdo do Mises Institute.

Child Politicians


Human Rights Group Campaigns To End Use Of Child Politicians In Africa

Sol acusado de ser pago por grandes grupos económicos para politizar a Ciência

Via Portugal Contemporâneo, Science Solar Activity Diminishes; Researchers Predict Another Ice Age no Daily Tech:
Dr. Kenneth Tapping is worried about the sun. Solar activity comes in regular cycles, but the latest one is refusing to start. Sunspots have all but vanished, and activity is suspiciously quiet. The last time this happened was 400 years ago -- and it signaled a solar event known as a "Maunder Minimum," along with the start of what we now call the "Little Ice Age."
Obviamente que esta teoria nunca ganhará tracção política e respeito da 'comunidade científica', até que:

1) o planeta esteja debaixo de 20 metros sim, mas de gelo;

2) não se alegar que o Sol emite muito CO2 — sim, porque o "consenso científico" parece achar absurdo que uma bola de fogo responsável pelo ciclo da água, ventos, etc, possa ser mais relevante para o Clima do que o bicho-Homem.

domingo, julho 26, 2009

Fed transparency

Visit msnbc.com for Breaking News, World News, and News about the Economy

O Fatal Conceit do Health Care Reform

The Arrogance of Health Care Reform por John Stossel:
It's crazy for a group of mere mortals to try to design 15 percent of the U.S. economy. It's even crazier to do it by August. Yet that is what some members of Congress presume to do. They intend, as the New York Times puts it, "to reinvent the nation's health care system." Let that sink in. A handful of people who probably never even ran a small business actually think they can reinvent the health care system.
Like the politicians, most people are oblivious to F.A. Hayek's insight that the critical information needed to run an economy—or even 15 percent of one—doesn't exist in any one place where it is accessible to central planners. Instead, it is scattered piecemeal among millions of people. All those people put together are far wiser and better informed than Congress could ever be. Only markets—private property, free exchange, and the price system—can put this knowledge at the disposal of entrepreneurs and consumers, ensuring the system will serve the people and not just the political class.
To the extent the politicians ignore this, they are the enemy of our well-being. The belief that they can take care of us is rank superstition.

Público vs Privado (3)

Via Cato@Liberty,
The U.S. Chamber of Commerce has two charts showing what health care regulation looks like now...

...and what it would look like under the House Democrats’ health care plan:

El decretazo antisocial de Zapatero

El decretazo antisocial de Zapatero, editorial da Libertad Digital:
España tiene uno de los mercados de trabajo más rígidos del mundo. Basta con echarle una mirada al Índice de Libertad Económica que elabora anualmente la Fundación Heritage para comprobar que nuestra legislación laboral es más intervencionista que la de países tan poco liberales como Pakistán, Liberia o incluso Zimbabue.
Zapatero ha dado un golpe en la mesa y ha decidido finiquitar el diálogo social mediante un decretazo que .... No sólo no aprueba ninguna reforma que permita rebajar el coste de la contratación .... sino que alarga durante seis meses el subsidio de desempleo .... En otras palabras, promueve tanto el aumento del paro como la quiebra del Estado. Difícilmente cabía un resultado más deplorable.

.... tras la fachada social, progresista y dialogante del presidente del Gobierno sólo se oculta un déspota sonriente que no duda en preferir la bancarrota económica a reconocer que su recetario socialista .... Siendo obsceno que Zapatero pueda decidir con qué condiciones debe redactarse un contrato laboral entre dos personas privadas, mucho más lo es que utilice ese poder impropio para perjudicar a toda la sociedad.

sábado, julho 25, 2009

Evil _and_ Wrong


Not Evil, Just Wrong

Estacionamento, Campo de Ourique

Segundo o Público, "Campo de Ourique vai ter lugares pagos mesmo para os moradores ":
A EMEL prevê criar em Agosto um novo modelo de gestão de estacionamento no bairro lisboeta de Campo de Ourique, que estabelece a existência de seis artérias em que o estacionamento será pago não só pelos visitantes, mas também pelos próprios residentes. O modelo, inédito em Lisboa, está a gerar grande controvérsia e já arrancou a recolha de assinaturas para o travar.
A revolta dos moradores a esta medida é mais do que compreensível. O que é absurdo é que a EMEL tenha a seu cargo a gestão do estacionamento em toda a cidade de Lisboa.
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O estacionamento é um fenómeno local, e a sua gestão devia ser feita ao nível das freguesias - ou, no caso de Lisboa, que tem freguesias diminutas, associações das mesmas. Cada freguesia deveria poder concessionar a gestão do estacionamento na sua zona a empresas privadas, naturalmente por meios de concurso público, por um período equivalente à duração do mandato autárquico.

A concorrência entre operadores levaria a que os preços do estacionamento fossem relativamente baixos, e que a qualidade do serviço fosse bem melhor do que a que hoje em dia é prestada pela EMEL. A concorrência entre freguesias criaria um incentivo muito forte para que o estacionamento fosse adequado às necessidades da freguesia. Ou melhor, dos moradores da freguesia. Estes poderiam punir eleitoralmente os representantes políticos que tivessem feito uma gestão danosa do estacionamento no bairro.

Tal como está feito o sistema, a EMEL tem competências derivadas de uma usurpação de poderes por parte da Câmara Municipal. A dependência administrativa da EMEL face à CML leva a que a Câmara possa interferir na jurisdição das juntas de freguesia - beneficiando aquelas que são da mesma cor política, e punindo as que são de outras tendências partidárias — como acontece com Campo de Ourique, freguesia do Santo Condestável.

a _estupidez_ do ’Buy American’


ReasonTV : Is Your iPod Unpatriotic? Why America Shouldn't "Buy American"

"Igualdade de Oportunidades" segundo Hayek

Egalitarian agitation now tends to concentrate on the unequal advantages due to differences in education. There is a growing tendency to express the desire to secure equality of conditions in the claim that the best education we have learned to provide for some should be made gratuitously available for all ....

.... enforced equality in this field can hardly avoid preventing some from getting the education they otherwise might .... Such a problem cannot be satisfactorily solved by the exclusive and coercive powers of the state.

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.... A hundred years ago, at the height of the classical liberal movement, the demand was generally .... a demand that all man-made obstacles to the rise of some should be removed, that all privileges of individuals should be abolished, and that what the state contributed to the chance of improving one's conditions should be the same for all .... That the results were bound to be different, not only because the individuals were different, but also because only a small part of the relevant circumstances depended on government action, was taken for granted.

This conception that all should be allowed to try has been largely replaced by the altogether different conception that all must be assured an equal start and the same prospects .... Such deliberate adaptation of opportunities to individual aims and capacities would, of course, be the opposite of freedom ....

When we inquire into the justification of these demands, we find that they rest on the discontent that the success of some people often produces in those that are less successful, or, to put it bluntly, on envy. The modern tendency to gratify this passion and to disguise it in the respectable garment of social justice is developing into a serious threat to freedom ....

.... However human, envy is certainly not one of the sources of discontent that a free society can eliminate. It is probably one of the essential conditions for the preservation of such a society that we do not countenance envy, not sanction its demands by camouflaging it as social justice, but treat it, in the words of John Stuart Mill, as "the most anti-social and evil of all passions."'
Friedrich Hayek, The Constitution of Liberty (fonte)

Sobre o dever moral

If the people be led by laws, and uniformity sought to be given them by punishments, they will try to avoid the punishment, but have no sense of shame.

If they be led by virtue, and uniformity sought to be given them by the rules of propriety, they will have the sense of shame, and moreover will become good.
Confúcio

sexta-feira, julho 24, 2009

Público vs Privado (2)

Na continuação de Público vs Privado,

...and a government bureaucracy to administer it

El free-rider y sus secuelas por Joaquín Santiago Rubio no Instituto Juan de Mariana:
Todos conocemos el caso reprobado del gorrón, quien se beneficia de la fiesta sin poner ni un euro para montarla. Dicho más elegantemente, quien se niega a contribuir deseando que los demás sí lo hagan y que produzcan el bien del que él también disfrutará.
Eso es lo que ocurre en los estados modernos, grandes y pequeños: cada ciudadano exige gastos elevados y mínimos impuestos para sí mismo, sin querer percibir la necesidad de corresponder unos con los otros. Consecuentemente, los políticos buscan modos de satisfacer esas demandas, bien camuflando impuestos hasta donde se pueda, bien endeudándose, inflando el crédito, atendiendo a determinados grupos de presión, alentando la gorronería de determinados sectores, o mediante una combinación variable de todo ello.

Good Intentions gone Bad

Via O Insurgente e Café Hayek,


Walter Williams Good Intentions — parte 1 | parte 2 | parte 3

desigualdade de rendimentos, e frigoríficos

Refrigerators and Income Inequality por John Stossel:
Cato’s Will Wilkinson argues that those who fret over income inequality overlook basic trends in living standards:
At the turn of the 20th century, only the mega-rich had refrigerators or cars. But refrigerators are now all but universal in the United States, even while refrigerator inequality continues to grow.

The Sub-Zero PRO, which the manufacturer calls "a monument to food preservation," costs about $11,000, compared with a paltry $350 for the IKEA Energisk B18 W. The IKEA model will keep your beer just as cold as the Sub-Zero model.”
Economist Arnold Kling comments:
“the main issue with inequality is not the gap between the rich and the poor. It is the gap between the earnings of top business leaders and the salaries of academics and journalists.”

Crime de ódio contra a liberdade

Via Ezra Levant,


DeMint Speaks Against Hate Crimes Bill


A ler, adicionalmente: Hate Crimes Bill Becomes an Amendment por David Rittgers

Súbditos do ambientalismo

In eight years, quoth the prince por Mark Steyn:
According to His Royal Highness the Prince of Wales, we only have 96 months left to save the planet.
"Capitalism and consumerism have brought the world to the brink of economic and environmental collapse, the Prince of Wales has warned. ... And in a searing indictment on capitalist society, Charles said we can no longer afford consumerism and that the 'age of convenience' was over."
Capitalism is liberating: You're born a peasant, but you don't have to die one. You can work hard and get a nice place in the suburbs. If you were a 19th-century Russian peasant and you got to Ellis Island, you would be living in a tenement on the Lower East Side, but your kids would get an education and move uptown, and your grandkids would be doctors and accountants in Westchester County. Then your great-grandchild would be a Harvard-educated environmental activist demanding an end to all this electricity and all these indoor toilets.

Environmentalism opposes that kind of mobility. It seeks to return us to the age of kings, when the masses were restrained by a privileged elite. Sometimes they will be hereditary monarchs, such as the Prince of Wales. Sometimes they will be merely the gilded princelings of the government apparatus -- President Obama; Rep. Barney Frank and House Speaker Nancy Pelosi.

Economic calculation without the numbers

Words Without a Language por Ben Asa Rast no Bastiat Society:
Trying to control the price of health care without a market is like trying control the definition of words without a language.

Policy Peril: Why Global Warming Policies Are More Dangerous Than Global Warming Itself (2)


Policy Peril: Why Global Warming Policies Are More Dangerous Than Global Warming Itself

Policy Peril: Why Global Warming Policies Are More Dangerous Than Global Warming Itself

Looking for an antidote to An Inconvenient Truth? Your search is over. por Marlo Lewis:
When Al Gore’s film, An Inconvenient Truth (AIT), came out in 2006, I expected to see some hard-hitting criticism .... I jumped into the breach .... My critique – published by CEI in March 2007 under the title Al Gore’s Science Fiction: A Skeptic’s Guide to An Inconvenient Truth–grew to 150 pages.
We lined up a superb production crew .... The result is a film titled Policy Peril: Why Global Warming Policies Are More Dangerous Than Global Warming Itself. To view the film, click here.

Policy Peril reviews the science to assess whether global warming is the “planetary emergency” Al Gore claims it is. We take a critical look at what Gore and other alarmist claim regarding heat waves, global temperature forecasts, air pollution, malaria, hurricanes, ice sheet disintegration, sea level rise, and the risk (paradoxically) that global warming will lead to an ice age. We conclude that global warming is not a catastrophe in the making. There is no “crisis.”

Meltdown em video

No seguimento de Meltdown,


Steve Horowitz - "The Great Recession of 2008-9:
Capitalism Hasn't Failed, Government Has (Yet Again)"

Entre empregos - review de livros lidos (2)

The Real Lincoln, Thomas J. DiLorenzo

Este é um excelente livro de divulgação política sobre a Guerra entre os Estados. Sobretudo, é um eye-opener sobre o mais crápula presidente dos Estados americanos, Abraham Lincoln. Contrariamente à crença popular — que o dogma académico alimenta —, a Lincoln não interessava libertar os escravos negros, e por isso foi obrigado a partir para a guerra. Lincoln defendia a superioridade da raça branca, negava aos negros capacidades para exercer liberdades políticas, e até se propunha deportar todo o negro para África. Lincoln tinha uma ideia fixa: preservar a União a todos os custos. Naquela altura, os Estados tinham direito de secessão, derivado da própria génese da União - mas Lincoln não concebia que tal acontecesse, pois poria em causa o sistema económico mercantilista (proteccionista) do Norte. Por isso mergulhou os Estados Unidos numa guerra sangrenta, usurpou poderes quem nem estavam na Constituição, impôs uma ditadura de facto, corrompeu o balanço dos poderes, inaugurou a era do big government centralizado e imperialista. Este livro é obrigatório para perceber como os Estados Unidos se afastaram das suas raízes liberais, até chegarem ao precipício estatista dos dias que correm.

Meltdown - A Free-Market Look at Why the Stock Market Collapsed, the Economy Tanked and Government Bailouts Will Make Things Worse, Thomas E. Woods Jr.

Este é o melhor livro escrito até ao momento sobre a presente crise financeira. Tom Woods descreve os factos, desmonta as mais comuns interpretações superficiais, vai à causa do problema - a criação de crédito barato pelo Fed. Apesar de ser um livro sobre Economia, não requer conhecimento do jargão - o estilo é fácil, a narrativa é bastante fluida, a mensagem é dada de forma muito directa. Tom Woods aproveita para revelar como as maiores crises dos últimos dois séculos são coerentemente explicadas pela Teoria Austríaca dos business cycles, que descreve com supreendente clareza. Recomendo este Meltdown sem quaisquer reservas.

The Politically Incorrect Guide to the Great Depression and the New Deal, Robert P. Murphy

Embora Bob Murphy seja um escritor dotado, esperava deste livro uma leitura mais ligeira, ao estilo do PIG to Capitalism. Pois o livro lê-se bem, mas é um tour-de-force revisionista. Como nos roaring 20s o Fed encharcou o mercado de crédito excessivo, como a inflação foi mascarada pelo impressionante aumento de produtividade, como a crise finalmente veio, como Herbert Hoover - um dos mais intervencionistas presidentes dos EUA (contrariamente à lenda) só piorou a situação com todo o tipo de medidas anti-económicas, como FDR continuou e aprofundou esse legado trágico, como a II Guerra Mundial foi mais um golpe na recuperação da economia. E como levantadas as políticas keynesianas que tinham imperado por mais de quinze anos, a crise desapareceu de um semestre para outro. É uma história fascinante, excelentemente documentada, e solidamente ancorada em teoria económica racional - que não necessita de animal spirits e outras superstições que tais para explicar o mundo que vivemos.

quinta-feira, julho 23, 2009

Público vs Privado


Segundo Obama, isto é muito caro



Organizational Chart of the House Democrats' Health Plan
Segundo Obama, isto até resolverá o défice do governo dos EUA

It is amazing that people who think we cannot afford to pay for doctors, hospitals, and medication somehow think that we can afford to pay for doctors, hospitals, medication and a government bureaucracy to administer it.
Thomas Sowell

root cause


Boom Bust and Blame - The Inside Story of America's Economic Crisis
1. Greenspan's Cheap Money

The financial collapse of 2008 has been described as an “economic 9/11” for the United States. How ironic, then, that the origin of the collapse can be traced, in part, to the federal government’s response to the 9/11 terrorist attacks themselves.

Crise do socialismo

La crisis del socialismo por Larry Nieves no Liberal Venezolano:
Respecto a la crisis actual, vale la pena recordar que la misma Reserva Federal mantuvo por un prolongado periodo de tiempo las tasas de intereses al 1% anual, un nivel récord para la época. La única forma de que un banco central pueda mantener las tasas de interés por debajo de lo que el mercado dictaría es creando inmensas sumas de dinero. Esas inyecciones continuas de liquidez, promovieron la formación de una burbuja especulativa en el sector inmobiliario, ayudada por la relajación de los estándares crediticios de los bancos, éste último proceso fomentado por las clases políticas estadounidenses.

Los políticos que crean leyes forzando a los bancos a prestar dinero irresponsablemente y el banco central que manipula tasas de interés y crea dinero de la nada, debemos explicarle al señor González Plessman, no son, repito, no son entes naturales de una economía de libre mercado. Son entes exógenos, cuya existencia es posible única y exclusivamente gracias al poder coercitivo del estado.

De manera que la crisis no es un resultado del capitalismo, ni del libre mercado. Ni esta, ni la del '29. Ambas crisis fueron causadas por la intervención del estado en la economía.

Esta es una crisis del socialismo, y exclusivamente del socialismo.

still Wrong


Ben Bernanke was wrong

Health Care Reform you can believe in

Take Two Aspirin And Call Me When Your Cancer is Stage 4 por Ann Coulter:
The reason seeing a doctor is already more like going to the DMV [Department of Motor Vehicles], and less like going to the Apple "Genius Bar," is that the government decided health care was too important to be left to the free market. Yes -- the same free market that has produced such a cornucopia of inexpensive goods and services that, today, even poor people have cell phones and flat-screen TVs.
You don't have to conjure up fantastic visions of how health care would be delivered in this country if we bought it ourselves. Just go to a grocery store or get a manicure. Or think back to when you bought your last muffler, personal trainer, computer and every other product and service available in inexpensive abundance in this capitalist paradise.
Isn't food important? Why not "universal food coverage"? If politicians and employers had guaranteed us "free" food 50 years ago, today Democrats would be wailing about the "food crisis" in America, and you'd be on the phone with your food care provider arguing about whether or not a Reuben sandwich with fries was covered under your plan.

Instead of making health care more like the DMV, how about we make it more like grocery stores? Give the poor and tough cases health stamps and let the rest of us buy health care -- and health insurance -- on the free market.

quarta-feira, julho 22, 2009

a Fé é um péssimo instrumento para analisar a realidade económica

Excerto de A globalização do Papa por Henrique Raposo:
.... a Igreja e a esquerda partilham certas percepções - empiricamente erradas - da realidade.

Isso é evidente na forma como Bento XVI percepciona a globalização .... Bento XVI declara que é preciso corrigir as disfunções da globalização "e fazer com que a redistribuição da riqueza não se verifique à custa de uma redistribuição da pobreza ou, até, com o seu agravamento" .... o Papa aceita aqui a tese neomarxista, ou seja, considera que a globalização enriquece o Ocidente às custas do 'resto do mundo'.

.... esperava que a Igreja conhecesse melhor a realidade empírica sobre a qual disserta. A globalização, caríssimo Ratzinger, retirou centenas de milhões de pessoas da pobreza no 'resto do mundo' .... diminuiu as desigualdades entre ricos e pobres.

Tal como a esquerda, Bento XVI tem dificuldades em aceitar este facto, porque coloca a sua ideologia - a caridade - à frente da realidade. Mas isso já é tema para outra conversa.

Peter Schiff 2010


Peter Schiff 2010 (60 second spot)

Regulatory Capture (3)

Banksters Love Cap-and-Trade por James Corbett:
The first thing that needs to be understood about the brand new trillion dollar carbon-trading commodities market that will be brought into existence if this bill passes the Senate is that it is a ripoff designed by and for the very corporate interests the environmentalists claim to be fighting.
.... the new carbon trading market can and will be manipulated by the very same financial oligarchs and government bureaucrats who .... managed to manipulate and profit from every financial bubble since the Roaring Twenties and .... getting set to do it all over again with the creation of a carbon trading bubble.

###
In effect, this bill creates an entirely new commodity that is guaranteed to generate ever-increasing profit for those who have already spent millions preparing to get in on the ground floor ....

it does include financial juggernauts like Goldman Sachs who have been investing in solar, wind, and biofuels for years and now just happen to find themselves in the perfect position to start reaping vast profits from their headstart in the new carbon credit economy....

It also includes Obama, who was instrumental in helping set up the Chicago Climate Exchange for his political cronies like Al Gore, who already has a company which he uses to buy carbon credits from himself and who had made multi-million dollar investments in companies developing carbon tracking software that will be essential to the new carbon-swindle economy.

terça-feira, julho 21, 2009

Regulatory Capture (2)

Excertos de Who Will Regulate the Regulators? por Thomas J. DiLorenzo, leitura integral recomendada:
In government, failure is success. That’s what I call DiLorenzo’s First Law of Government.

DiLorenzo’s Second Law of Government is that politicians will never assume responsibility for any of the problems that they cause.

DiLorenzo’s Third Law of Government is that, with one or two exceptions, all politicians are habitual liars.
Today’s Biggest Governmental Lie is that financial markets are unregulated and in dire need of more direction, regulation, control, and in some cases, nationalization, by the Fed or by a new Super Regulatory Authority.

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DiLorenzo’s Fourth Law of Government is that politicians will only take the advice of their legions of academic advisors if it promises to increase their power, wealth, and influence, even if they know the advice is bad (or even devastating) for the rest of society.
It was all based (and still is) on the quite fraudulent technique of proclaiming that markets are not "perfect," but that government was, and would therefore correct any imperfections in real-world markets (as though anything on this earth is "perfect"). Economist Harold Demsetz mockingly labeled this approach to the study of markets "the Nirvana Fallacy."
Businesses long ago discovered that the only way to have a permanent or at least long-lasting cartel is to have the cartel agreement enforced by government regulation, with the threat of heavy fines and/or imprisonment for cheating.
Perhaps most importantly, the Fed was created to facilitate the creation of a banking industry cartel and the creation of cartel profits in that industry as well.
In other words, giving the Fed even more regulatory "authority" is like giving an alcoholic another bottle of whisky, a murderer another gun, or a bank robber another ski mask. It is bound to make things worse, not better.

Regulatory Capture (1)

Via Vento Sueste,


Glenn Beck Explains The Federal Connection,Bear Stearns Corruption

Citação Liberal-Hayekiana do Dia

It is impossible for us to break the law. We can only break ourselves against the law.
Cecil B. DeMille

segunda-feira, julho 20, 2009

Abolish the Fed

Economists’ Pro-Fed Petition Discredits Its Signers por Robert Higgs:
All in all, the economists’ petition reflects the astonishing political naïvité and historical myopia that now characterize the top echelon of the mainstream economics profession. ....

Everybody now understands that economic central planning is doomed to fail; the problems of cost calculation and producer incentives intrinsic to such planning are common fodder even for economists in upscale institutions.

Yet, somehow, these same economists seem incapable of understanding that the Fed, which is a central planning body working at the very heart of the economy—its monetary order—cannot produce money and set interest rates better than free-market institutions can do so.
It is also high time that the Fed be not only audited and required to reveal its inner machinations to the people who suffer under its misguided actions, but abolished root and branch before it inflicts further centrally planned disaster on the world’s people.

sexta-feira, julho 17, 2009

de boas intenções está o caminho da servidão cheio

Universal Health Care Isn't Worth Our Freedom por Thomas Szasz:
If we persevere in our quixotic quest for a fetishized medical equality we will sacrifice personal freedom as its price. We will become the voluntary slaves of a "compassionate" government that will provide the same low quality health care to everyone.

Henry David Thoreau famously remarked, "If I knew for a certainty that a man was coming to my house with the conscious design of doing me good, I should run for my life." Thoreau feared a single, unarmed man approaching him with such a passion in his heart. Too many people now embrace the coercive apparatus of the modern state professing the same design.

Entre empregos - review de livros lidos (1)

The Politically Incorrect Guide to Capitalism, Robert P. Murphy

O P.I.G. to Capitalism é um livro jovial e divertido, adequado a quem não tenha grandes conhecimentos de Economia, e sobretudo a quem não tenha grandes preconceitos - coisa rara nos dias que correm, já que toda a gente percebe imensíssimo de política económica e economia política sem perceber os fundamentos mais rudimentares. Embora as lições do livro estejam impecavelmente correctas, o estilo não deixa de ser um pouco tongue-in-cheek, o que pode demover leitores habituados a maior potência argumentativa. Para estes, recomenda-se Hazlitt, Economics in One Lesson.

The Free Market Reader, edited by Llewllyn H Rockwell Jr.

Este livro de 1988 reúne os textos mais poderosos de seis anos do Ludwig von Mises Institute. Encontram-se texto extremamente lúcidos de Rothbard, Rockwell, von Mises, Walter Block, Ron Paul, Sam Wells, Robert Higgs, Margit von Mises, Jeffrey Tucker, Larry Reed, Seldon Richman. As secções refletem todo um programa em nome dos mercados livres: Fundamentals, Fiay Money and the Gold Standard, Free Trade and Proteccionism, Great Economists, Socialism, Privatization vs. Government Ownership, Budget Taxes Bureaucracy and Interventionism, Reaganomics. O nível já não é para principiantes nestas coisas do liberalismo - para esses, recomenda-se o The Libertarian Reader de David Boaz, para além dos sempre-clássicos (Hayek, Friedman, Bastiat, ...)


The Economics of Liberty, edited by Llewellyn H. Rockwell

Este livro publicado em 1990 contém mais uma centena de essays, de natureza mais política que o livro anterior. As secções são Economic Truth vs. Political Power, Debunking the Bankers, Unmasking the Bureaucrats, The Government Mess, Threats and Outrages, The Communist Crackup, A Foreign Policy for a Free-Market America. O livro retrata bem o espírito vivido nos meios liberais depois da queda do Muro de Berlim e do estilhaçar da utopia socialista. Extremamente interessantes e úteis são os artigos sobre a crise dos Savings & Loans e reacção do governo americano, perfeitamente transponíveis para os dias que correm.

quarta-feira, julho 15, 2009

all about EU institutions getting more power


Nigel Farage: one uplifting moment of Czech EU-Presidency - Vaclav Klaus

Madoff vs. Uncle Sam

Bernie Madoff Was Only a Petty Crook Compared with Uncle Sam por Robert Higgs no The Beacon:
Madoff caused people to lose billions of dollars. The U.S. government has caused people to lose trillions of dollars, and it’s not finished yet. The public’s losses mount during every minute of every day. By its effects in discouraging work, saving, and investment, and thereby reducing capital accumulation, the U.S. Social Security system has caused the nation’s gross domestic product to fall significantly below the levels it would otherwise have reached.
Madoff, in contrast to the government, carried out his fraud in a civilized way: he merely misrepresented what he was doing, purporting to invest his clients’ money and to obtain a high rate of return on these investments. People dealt with him voluntarily.
The U.S. government, however, does not bother to claim any prowess in investing the money it forces people to surrender to its scheme .... the government threatens violence against anyone who fails to participate as it commands him. Thus, the government operates its Ponzi scheme in a markedly more thuggish manner than Bernie would ever have dreamed of. He might have been a crook, but he was not a thug.

o sequestro da ciência

EPA Cover-Up por Walter E. Williams:
"cap and trade" is just about the most effective tool for controlling most economic activity short of openly declaring ourselves a communist nation and it's a radical environmentalist's dream come true.
"You are being deceived about global warming. ... The Earth has been cooling for ten years. ... The present cooling was not predicted by the alarmists' computer models." .... "There is no convincing scientific evidence that human release of carbon dioxide, methane or other greenhouse gases is causing or will, in the foreseeable future, cause catastrophic heating of the Earth's atmosphere and disruption of the Earth's climate."
"New data also indicate that ocean cycles are probably the most important single factor in explaining temperature fluctuations, though solar cycles may play a role as well, and that reliable satellite data undercut the likelihood of endangerment from greenhouse gases." .... "For how many years must the planet cool before we begin to understand that the planet is not warming? For how many years must cooling go on?" Obviously, 10 years is not enough.

Elmer Fudd Explains Capitalism

Via The Bastiat Society (a partir dos 5 minutos):


Warner Brothers cartoon - Yankee Doo It

olha um colega meu no Economist

In the beginning (The Economist):
Daniel Callaghan says entrepreneurialism is in his blood. His family boasts a proud history of self-made men. Unlike them, though, he is the only one to have gone to business school first.

Having graduated this year with an MBA from IESE, in Spain, he saw what he believed to be a gap in the market and started MBA & Company, an internet platform that allows companies to find MBAs for short-term, freelance consultancy roles. The firm is particularly focused on small- and medium-sized enterprises, which are not only faring better than their larger counterparts in many instances, but also often slip through the net of business school careers services.

aplique-se o mesmo raciocínio à Educação e à Segurança Social

read my lips por joaquim no Portugal Contemporâneo:
O SNS é uma instituição de tipo soviético, destinada a prestar serviços de saúde à população, em regime de monopólio.

Todos os meios de produção são estatais, os trabalhadores são funcionários públicos, os cuidados são gratuitos, no acesso, e todo o sistema é planificado e centralizado.
Alguém que pense que é possível, com medidas economicistas, pôr o monstro a funcionar como um Ferrari, ou é doido varrido, ou é professor na Escola Nacional de Saúde Pública, ou vive pendurado das tetas do OE.

terça-feira, julho 14, 2009

Disaster Obamunism


Naomi Wolf: 'Obama can lock any US citizen up without trial'

Zombies e progressivismo

Zombies, Man, They Really Creep Me Out por Damon W. Root na Reason Hit&Run:
... what ensures survival in a zombie story are the progressive ideals of common cause and collective action. A small group of people from varying backgrounds are thrust together and find that they can transcend their differences of age, race, and gender (the typical band of survivors is a veritable United Nations of cultural diversity).

They come to understand that if they're going to get out of this with their brains kept securely housed in their skulls and not travelling down some zombie's gullet, they've got to act as though they're all in it together. Surviving the tide of zombies requires community and mutual responsibility. What could be more progressive than that?
But the survivors rarely act as if they're "all in it together," as George Romero's movies make abundantly clear. The humans always turn on each other. By Land of the Dead, Romero was basically rooting for the zombies.

We Are All Fascists Now

We Are All Fascists Now por Roger Koppl no ThinkMarkets:
The real original fascism of Benito Mussolini and his followers combined militarism and collectivist economics with the leadership principle. Under Adolph Hitler, Germany’s National Socialist Party (the Nazis) adopted this basic model and turned it into something far worse than Mussolini and his gang of thugs ever dared to imagine. Nevertheless, Italian fascism was pretty nasty stuff. And when the war was going badly for them, they caved in to German pressure to round up the Jews for collective slaughter. No Hitler is rising in the American firmament, nor can we imagine genocide within our shores.

But we have come dangerously close to the thuggery of original Italian fascism.

segunda-feira, julho 13, 2009

ou não sabem o que fazem, ou fazem o contrário do que deviam; ou ambos (2)

Via O Insurgente,

The Pinochet-Zelaya Connection

Notice the Similarities with That Other "Coup", the One That Overthrew Leftist Saint© and Martyr™ Salvador Allende? no No Pasarán!,
Has anyone noticed what seems to be the (very real) similarities between the overthrow of Manuel Zelaya and that of Salvador Allende? Plus ça change… (Needless to say, the Apologizer-in-Chief recently voiced regret about Augusto Pinochet's "coup" as well…)
President Allende became a tyrant when he broke his solemn oath to respect the Constitution and the Chilean laws [and because] his government [had] fomented the creation of armed militias … the origin of the Pinochet government is that of any revolutionary one, in which only the use of force was left in order to remove a tyrant [and to] "put immediate end" to these constitutional violations. It must be agreed that this was, in fact, an unequivocal call to remove by force the President who had initiated the use of force with the purpose of imposing a communist dictatorship.

Giving Privatisation A Bad Name

Via Burning our Money, Contracting Out in Defense: Lessons from the British Experience for the U.S. and Great Britain por Ted R. Bromund no Heritage Foundation:
.... some broader conclusions that are well worth summarising:
  • Risks cannot be wholly transferred to the private sector - that's because in some areas - certainly defence, but also key infrastructure - outright failure is not an option for government.
  • Contracting out should promote efficiency and improved quality, not hide spending - Labour's Enron approach to PFI has been costly and inefficient, and PFI contracts have also been used to meet top-down targets for "staff cuts".
  • Contracts with the private sector require effective government contractors - as we've seen over and over again, the public sector simply does not have the staff to negotiate and manage cost effective contracts.
But the Big Point we should take from Ted's paper is this:
  • "Contracting out is not privatization because it does not reduce the government’s responsibilities: it increases them.

The Fed Under Fire


Real News Network: The Fed Under Fire

sábado, julho 11, 2009

Ratzinger e a doutrina social(ista) da Igreja

Ratzinger y la doctrina social(ista) de la Iglesia por Pablo Molina no Libertad Digital:
Ratzinger nos habla de una "humanidad en vías de unificación", de la "fraternidad universal" (sic); acusa a las multinacionales de no respetar los derechos de los trabajadores en los centros deslocalizados, critica la existencia de la propiedad intelectual en el campo sanitario, pide que los gobiernos intervengan más (¡más aún!) en la economía y las finanzas y, en fin, solicita que se reforme la ONU, pero no como paso previo a su disolución, que sería lo higiénico, sino para que tenga más poder del que ya tiene.

Todo ello, claro, bajo la inspiración de los principios del humanismo cristiano, que, como es conocido, son los que informan la acción diaria de los gobiernos más progresistas (Zapatero es un ejemplo), y no digamos de la ONU, cuya asamblea general es casi un coro angélico de querubines preocupado por el desarrollo moral y humano de los pueblos de la Tierra.
Benedicto XVI no desconoce que el mercado es el único sistema de ordenación socioeconómica capaz de proporcionar desarrollo y bienestar, pero, al tiempo que constata esta evidencia, sugiere que el poder político debe intervenir y regular la economía mucho más de lo que ya lo hace para garantizar la "justicia redistributiva" y la "justicia social".

A juicio del Papa (como de Zapatero, salvando la distancia sideral entre ambos intelectos), la escasez de controles estatales de la economía ha sido una de las causas principales de la actual crisis. Esperamos que en una próxima encíclica detalle en qué aspecto o sector de la economía los estados no ejercen un poder regulador absoluto, al menos para que los fieles católicos sepamos dónde podemos montar una empresa a resguardo de la coacción institucional de los políticos, información que, de paso, valdría su peso en oro.

En todo caso, la opinión del Papa de Roma en materias mundanas es como la de cualquier hijo de vecino, así que los católicos somos muy libres de seguir sus recomendaciones o no, en función de la propia conciencia.

Lord Vader entrevista Sócrates

Directo do 31 da Armada,


Lord Vader entrevista Sócrates - parte 1 | parte 2 | parte 3

o europeísmo é incompatível com o regionalismo

Inauguração da Expomadeira/2009 (Jornal da Madeira)
Jardim salientou que a Europa “vive uma crise” porque “está a ser construída apenas com base nos Estados soberanos, não se ouvindo as regiões e muito menos se ouvindo os cidadãos, quando os cidadãos deviam-se pronunciar por referendo”.

Adiantou ser esta uma matéria em que “a Região está totalmente subordinada às regras do Estado Português, por sua vez subordinado às regras da UE, e da qual não temos escapatória constitucional”.

Assim, referiu que uma das razões para a Região querer “suscitar na próxima Assembleia da República”, que terá poderes de revisão constitucional, é “a transferência para a Região Autónoma de todas aquelas competências que tenham incidência quer na economia, quer na educação, no ordenamento do terriório, e nas áreas fiscais e financeiras”.

Eco-comunismo

It's Not Just That Global Warming Is Fake. What Matters Is Why This Fakery Is Being Promoted por Gary North:
Global warming is based 100% on junk science. The most vocal promoters are not interested in the details of physical science. They are interested in two things: political control over the general public and the establishment of international socialism.

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This strategy was stated boldly by economist Robert Heilbroner in 1990. Heilbroner, the multi-millionaire socialist and author of the best-selling history of economic thought, The Worldly Philosophers, wrote the manifesto for these bureaucrats.
The direction in which things are headed is some version of capitalism, whatever its title. In Eastern Europe, the new system is referred to as Not Socialism. Socialism may not continue as an important force now that Communism is finished .... to cope with the ecological burden that economic growth is placing on the environment. From this perspective, .... Communism leads through capitalism into a still unexplored world ....

one company solution to dealing with recessions

Como a empresa mais aynrandesca da América está a lidar com a crise:


Lincoln Electric Case — parte 1 | parte 2

sexta-feira, julho 10, 2009

Dar as ovelhas a guardar aos lobos

Via John Stossel, Parsing the Health Reform Arguments por George Newman:
- "We need a public plan to keep the private plans honest."

The 1,500 or so private plans don't produce enough competition? Making it 1,501 will do the trick? But then why stop there? Eating is even more important than health care, so shouldn't we have government-run supermarkets "to keep the private ones honest"? After all, supermarkets clearly put profits ahead of feeding people. And we can't run around naked, so we should have government-run clothing stores to keep the private ones honest. And shelter is just as important, so we should start public housing to keep private builders honest. Oops, we already have that. And that is exactly the point. Think of everything you know about public housing, the image the term conjures up in your mind. If you like public housing you will love public health care.

Obamacare uma cópia descarada

"Free Socialist Health Care Model Of DPRK" (Songun Blog):
Even in Amerikkka the new president has decided to import and impose the Free Socialist Health Care Model of DPRK to the so-called United "States". This proves once again that the Korean people were right to choose the Juche Idea of President Kim Il Sung and the superiority of the Korean-style socialist system they have chosen for themselves out of the volition of their own free will with no coercion over the inferiour jew-controled capitalist system of profit-driven capitalist jaywalking.

quarta-feira, julho 08, 2009

Morre sempre solteira, a culpa

É evidente que tem o seu quê de caricato ver a Ministra da Educação, ou alguém por ela, responsabilizar pessoas sem qualquer intervenção no processo educativo das crianças pelos maus resultados nos exames de matemática.

Mas aquilo que é mais chocante nessa atitude, e que vai muito além do caricato, é que esta Ministra e este Governo persistam na ideia de encontrar responsabilidades por toda e qualquer falta ou erro no sistema educativo fora do circuito Escola-Alunos-Familias.

E esta persistência, que é partilhada por toda a esquerda bem pensante, agora apenas entretida a gozar com as responsabilidades assacadas à comunicação social para se que não note que, no essencial, concordam com a Ministra, tem sido a coveira do nosso sistema educativo.

Ninguém pode tocar nos professores, ninguém pode tocar nos alunos, ninguém pode tocar nas famílias. E assim vamos andando.

terça-feira, julho 07, 2009

Obamageddon is coming


Gerald Celente: Obamageddon is coming

ou não sabem o que fazem, ou fazem o contrário do que deviam; ou ambos


Previsão da evolução do desemprego nos EUA, sem e com plano Obama (dados elaborados pela equipa económica da Administração Obama), e valores observados do desemprego.

Ou não sabem fazer previsões, caso em que qualquer intervenção é um tiro no escuro. Ou se a previsão estava certa, os efeitos do plano Obama foram diamentralmente opostos aos pretendidos. Diz a teoria económica (Mises, Hayek) que as duas coisas estão a acontecer. God save America.

Analogia parva do Dia

Twitter é como abocanhar a conduta de lixo da Enron no dia da fiscalização.

segunda-feira, julho 06, 2009

The Obama-Zelaya Connection


Via Volokh Conspiracy, o site End22.com:
In times of crisis, it takes consistent leadership to ensure our success. President Obama now leads us out of Economic Crisis and through the War on Terror much as FDR lead us through World War II and out of the Great Depression. The American People and the United States of America must have the ability to choose the best leader for the country.

We petition the government to repeal the twenty-second article of amendment to the United States Constitution.
Redação parcial da 22ª Emenda:
Section 1. No person shall be elected to the office of the President more than twice.

Honduras

Honduras’ President Is Removed from Office por Juan Carlos Hidalgo no Cato@Liberty:
The removal from office of Zelaya on Sunday by the armed forces is the result of his continuous attempts to promote a referendum that would allow for his reelection, a move that had been declared illegal by the Supreme Court and the Electoral Tribunal and condemned by the Honduran Congress and the attorney general. Unfortunately, the Honduran constitution does not provide an effective civilian mechanism for removing a president from office after repeated violations of the law, such as impeachment in the U.S. Constitution. Nonetheless, the armed forces acted under the order of the country’s Supreme Court, and the presidency has been promptly bestowed on the civilian figure — the president of Congress — specified by the constitution.
Honduras, una perspectiva liberal libertaria no Liberal Venezolano:
Presumiblemente los hondureños tenían que dejar que Zelaya hiciera lo que le diera la gana, tal como lo hace Chávez en Venezuela, aprobara una modificación de la constitución que le permitiera reelegirse perpetuamente y proclamara la imposición del socialismo del siglo XXI. Pretender que el resto del mundo tiene que ser tan sumisamente idiotas como lo son los venezolanos, en espera de que algún día dentro de 20 años a las masas se les ocurra que ya han pasado suficiente hambre y destruido suficiente riqueza y decidan sacar del poder al tirano, no sólo es altamente ingenuo, sino que raya en lo criminal. Los venezolanos han decidido soportar estoicamente la barbarie socialista de Hugo Chávez. Bien por ellos. Pero no pretendan que otros países deban marchar igualmente hacia el mismo matadero.

pouco muda

Um ano depois de Miguel Sousa Tavares no Expresso:
Ninguém, talvez, soube explorar tão bem esta deliberada e funesta confusão entre Estado e poder político, por uma lado, e nação, por outro, quanto Salazar.

Qualquer carreira pública - de diplomata a professor, de militar a magistrado - só era possível com um juramento de fidelidade ao poder político e aos seus ideais .... Salazar matou qualquer espírito de liberdade que ainda restasse nos portugueses .... instalou um chip na cabeça de cada português destinado a mentalizá-lo de que não havia vida fora da protecção do Estado.

O que o 25 de Abril, ao fim e ao cabo, veio mudar foi muito pouco: apenas a liberdade de cada um exigir mais do Estado em troca de menos da sua parte.

.... é fácil perceber que a liberdade, para eles, não se traduziu na reivindicação de poderem prosperar fora da protecção pública e do favor político, mas exactamente o contrário .... Eles querem, pois, que o Estado não deixe de gastar: pois claro que querem, é disso que depende a sua própria existência.

sábado, julho 04, 2009

Capitalismo vs Trabantismo


Bugatti Veyron 16.4 Grand Sport
The first Veyron is an engineering marvel. That's the one with the massively reinforced roof .... It stands as one of the greatest achievements of the petroleum age. It required the intellectual might of one of the largest and arguably smartest car companies in the world to birth a car that was not only faster than anything on the road, but easy enough to pilot that anyone could drive it.
To make the Grand Sport, Bugatti's engineers had to do the same thing, only with a giant hole in the middle .... The result is the most structurally rigid convertible in the world, which, miraculously, weighs no more and goes no slower than the coupe on which it is based.
In the Grand Sport it [60 mph] takes a hair under 2.5 [seconds]. How does it feel to command that pace? Godlike.
We're at the end of the petroleum era, the end of a golden age of supercars where speed can be sought regardless of consequence. It's highly unlikely that a major automaker will ever be able to justify spending the time and money to develop a fossil-fuel-powered car that can top the Veyron's combination of power, speed, handling, driveability and flat-out luxury ... the last king of the gas-guzzlers, forever the greatest. All hail.

Happy 4th July


Ron Paul: Happy Fourth of July!

Tortura (4)

Carlos Guimarães Pinto n'O Insurgente:
Maria João Pires tem um projecto pessoal que muitos consideram meritório. Podia ter financiado o projecto recorrendo às suas poupanças pessoais, receitas de vendas de discos e concertos, a doações voluntárias de todos aqueles que consideram o projecto meritório, organizando rifas, prostituindo-se ou mendigando. Acabou por optar pela forma menos digna, embora mais usual entre os seus colegas de profissão, de se financiar: extorquindo dinheiro aos restantes contribuintes.

sexta-feira, julho 03, 2009

Tortura (3)

Há três anos, escrevi aqui:
Maria João Pires lanzarotou-se: abalou para o Brasil, agastada com a "tortura" que sofreu em Portugal. Por outras palavras, todas as fibras do seu ser foram brutalizadas pela falta de reconhecimento monetário do Estado português pela sua incontestável grandeza artística. A artista disse "basta". E foi para a terra de Heitor Villa-Lobos.
Hoje finalmente as boas notícias: Maria João Pires renuncia à nacionalidade portuguesa.

Good riddance! Que se vão todos os parasitas subsídio-dependentes. Não há pachorra para estes novos-imortais, arrogantemente acima das materialidades mundanas, desavergonhadamente dependentes da mesada do Estado. Que levem o seu direito divino ao reconhecimento da pátria para bem longe. Estes insolentes são os primeiros na fila de espera para exigir um tributo automático que é tão natural — e tão inquestionável —, que só não aparece porque a pátria é ingrata. Pois reduzam-se à sua insignificância. Longe.

Corninhos

Não foi o respeito pelo parlamento que colocou Manuel Pinho na rua. Foram os resultados das eleições europeias. Se tivesse sido pelo respeito, parte do Governo já tinha ido parar à rua, a começar pelo Ministro que por lá se senta todos os dias.

Citação do Dia

Social justice cannot be attained by violence. Violence kills what it intends to create.
Papa João Paulo II

quarta-feira, julho 01, 2009

globalização

De um amigo meu, há pouco no Facebook:
◊◊◊◊◊◊ ◊◊◊◊◊◊◊ is breaking his head over tax and residency papers... Spanish company, Singapore citizen, British contract, work in Turkey, permanent-ish address in India, no residency... WTF :S :(
No fim de contas, é uma pessoa a tentar fazer um trabalho honesto.
Para a burocracia iluminada, um quebra-cabeças.

o socialismo abrindo caminho para um Estado corporativo

Et Tu, Big Business? por Jonah Goldberg:
Everywhere we look we see the great and once-great beneficiaries of free markets running to the state for protection from the cruel bullying of competition.
General Motors and Chrysler have gone .... pimped-out prostitutes of the state .... eager to do the bidding of the president and the UAW.
Once-proud companies like GE have become seduced by global-warming schemes because they recognize that there’s more money to be made selling white elephants to Uncle Sam than there is selling competitive products consumers want.
This week, Philip Morris, the biggest of the big tobacco companies, supported and won passage of an “anti-tobacco” bill that will make it easier for Philip Morris to sell cigarettes by making it harder for smaller, more innovative firms to compete.
.... big companies will understand the surest way to attain immortality is to become too big to fail. Once they’ve achieved that privileged status, these companies will become de facto wards of the state, insured for life at taxpayer expense.
Real freedom means the freedom to fail as well as succeed. Big business wants to be protected from the former and deny competitors the latter. And their betrayal, more than anything, disheartens those who would defend both freedoms.