segunda-feira, março 08, 2010

The True Cost of Public Education


The True Cost of Public Education

11 comentários:

  1. E o "True Cost of No Public Educaction"?

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  2. Caramelo,
    Essa pergunta era desnecessária, se seguir o link tem a resposta.
    Os valores transaccionados no privado são sem dúvida mais transparentes.
    Não se esqueça que para manter um sistema educacional controlado, moldado com os interesses do estado, obviamente, tem que sair mais caro.
    Por outro lado, se um dia pensar criar uma escola privada... investigue e "saboreie" a força da burocracia, os entraves do estado...

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  3. “Gosto disso”, por acaso não responde. Não só porque não estão interessados em responder como por ser muito dificil de calcular. Nem sequer, presentemente, um cálculo grosseiro podes fazer aos custos de não haver ensino público. Cálculos sobre demasiadas variantes, incluíndo o reforço da segurança, etc, etc. Nunca até agora se teve oportunidade de fazer esse cálculo num país minimamente civilizado.
    Quanto ao resto, sou todo a favor da abertura livre de colégios privados por todo o país. Acho inadmissível que o estado dificulte a abertura de colégios privados nos bairros do lagarteiro ou do cerco, ou em locais como Aldeia Fundeira, no concelho do Fundão. Eu arriscaris que os privados querem cobrir todo o território com colégios privados, mas que o Estado não deixa ou demora muito a dar autorização ;)

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  4. E o true cost of no public food production and distribution?

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  5. Não são nenhuns, AA. A produção e distribuição privada de alimentos, em situações normais, dá conta do recado em todo o território. No problem. Já está testado. Não lhe vou explicar como funciona o Mercado e como são diferentes os mecanismos dos mercados dos diferentes bens e serviços: batatas e educação, só para dar um por exemplo. Ou a água, por exemplo: qualquer pessoa pode beber água do Luso de garrafas compradas na mercearia lá da aldeia, não é? É o mercado da água. Mas nenhum empresário com um mínimo de juízo investe num sistema de captação e distribuição de água ao domicilio para as pessoas da aldeia se lavarem. Acho eu. É perguntar aos privados.

    Ainda quanto à distribuição alimentar, em situações extremas de emergência, como se sabe, pode acontecer que a distribuição tenha de ser assegurada pelas autoridades públicas.

    E a minha pergunta, AA? Consegue responder?

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  6. os públicos não deixam de ser mais eficientes, veja-se o desastre do Katrina. as leis económicas não variam em função das circunstâncias.

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  7. Claro, frequentemente os públicos são pouco eficientes, cometem erros, disparates, etc. O Katrina pode ser multiplicado por mil.

    Mas não respondeu aos exemplos concretos que dei sobre os mercados. E à minha pergunta. Se quiser, ou souber, responder a ambas.

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  8. os mercados privados também não têm vocação de alimentarem trolls

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  9. Como?...

    Só mais uma coisa, AA,

    "as leis económicas não variam em função das circunstâncias."

    Variam, obviamente. Se na Serra da Estrela nevar durante dois meses seguidos quem vai abastecer a aldeia do Sabugueiro, não são os fornecedores habituais. É o Estado. Há procura, mas a oferta não é fornecida pelos privados.

    Pronto, fique bem, AA. E lembre-se sempre que ser livre é, mais do que tudo, debater de forma livre e sem medos todas as questões, mesmo, ou sobretudo, com quem discorda de nós. Não se irrite, não se sinta acossado, isto não é pessoal. Mesmo quando se usa a ironia, quando se brinca. É tudo.

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  10. Caramelo, não se enerve.
    Realmente o mundo é complicado, mais quando somos levados a pensar que estamos em segurança com as nossas vidas, acreditando na bondade do estado.
    E vamos a ver que, (correcção à frase) se na Serra da Estrela nevar durante dois meses seguidos quem vai abastecer a aldeia do Sabugueiro, são sempre os fornecedores. O estado é o moderador, como sempre!!!.

    (Tenho pena de não ter entrado a meio destes comentários, mas estive em negociações noutro lado e só agora cheguei a casa, amanhã posso responder-lhe à sua observação sobre os custos das escolas privadas, se quiser...)

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  11. As leis económicas não variam porque são leis, caso contrario não o seriam - não vejo como um truismo pode ser contestado. Ou então não há leis, e tudo é uma ilusão, ou delírio parecido.

    Se a actividade na Serra da Estrela não gera valor que garanta abastecimento em casos frequentes de isolamento, e se é o Estado a garantir tal abastecimento, então há uma transferência de capital de contribuintes para o bolso da gente que explora a Serra da Estrela, e consequente destruição de valor.

    Quando o Estado abastece a guarda das Desertas ou Marte, não está a confirmar ou a refutar nenhuma lei económica, está a demonstrar que é uma máquina economicamente irracional.

    E não me irrito, mas não tenho paciência nem tempo para quem não consegue debater objectivamente.

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