At first glance, simply handing out cash to the poor may seem naive .. evidence shows that even modest payments grant the world’s poorest the power to make their own decisions; it also indicates that they make smart choices, especially on matters of health and education.O socialismo não procura ajudar as pessoas — o socialismo procura curar males sociais. Uma coisa é a retórica, outra é a acção. E também por isso o socialismo falha, e falha nas duas dimensões. O socialismo não se atreve da dar dinheiro às pessoas. A redistribuição — o spread the wealth around — é só retórica.
Os desfavorecidos são uma chatice, porque têm a tendência em não gastar o seu dinheiro naquilo que os engenheiros sociais mais julgam necessário. E se não gastam o seu dinheiro correctamente, também não o farão o com dinheiro dos outros. E portanto têm de ser forçados a aceitar ajuda em género. Alia-se o útil ao agradável quando os engenheiros sociais também desenham os sistemas estatais de tal ajuda.
Ora, por muito que possa chocar, se dar liberdade de escolha às pessoas (poderem escolher entre sistemas públicos e estatais — em sistema de vouchers ou de tax credits) é melhor que o monopólio estatal, também é melhor dar-lhes ajuda líquida, em numerário. Não só esvazia o Estado de funções que não são as suas (embora parcialmente, é certo), como estimula a economia privada, como sobretudo possibilita às pessoas libertarem-se da influência nefasta do Estado e (re-)assenhorarem-se das suas vidas.
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