Andamos, desde 1995, a consumir por ano sensivelmente mais dez por cento do que produzimos? A culpa é da Moody”s e das outras agências de rating. Entrámos para a moeda única e praticamente nunca conseguimos cumprir com os critérios de convergência? A culpa é dos “camones” que querem destruir o euro. Suportámos um primeiro-ministro que mentiu até ao fim sobre a dimensão dos problemas nacionais? A culpa é dos analistas das agências que dizem alto o que, por cá, todos sussurram. Na Europa ninguém se entende e cada um puxa para seu lado? A culpa é dos americanos, que por acaso também não se entendem e puxam cada um para seu lado.
Seria patético se não fosse trágico.
"A Arte da Fuga" ("Die Kunst der Fuge", BWV 1080) é uma obra-prima de Johann Sebastian Bach:
um único tema musical persegue-se, a si mesmo e as múltiplas variações, num diálogo musical intenso desenvolvido a diversas vozes, rico de simetrias, inversões, ritmos e tempos diferentes.
Fugas para aartedafuga@gmail.com
domingo, julho 17, 2011
Patético e trágico
Não há nada como uma boa teoria da conspiração*:
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