An Introduction to Voluntaryism
quarta-feira, dezembro 19, 2012
escravização na igualdade
Todos escravos por Carlos Guimarães Pinto:
Tal como no mercado, a existência de concorrência fiscal entre estados é o garante da eficiência e protecção contra abusos de poder. É um tipo de concorrência ainda mais importante do que no mercado, porque, ao contrário da empresas, o estado tem o poder único de utilizar a violência para impôr as suas escolhas .. tal como no mercado, os estados mais ineficientes, mais tirânicos, ficam a perder com a existência de competição.
Impedir o opt-out tem sido sempre o último passo das tiranias, sendo a Alemanha de Leste e a Coreia do Norte bons exemplos disto. Quando o falhanço dos seus modelos se começa a reflectir num fluxo de fuga em massa, resolvem construir os seus muros para impedir essa fuga. A recente discussão em torno da harmonização fiscal na Europa e eliminação dos paraísos fiscais é uma forma mais subtil deste processo: não se impede a fuga para o “outro lado” erguendo uma barreira física, mas simplesmente elimina-se o “outro lado”. O resultado final é o mesmo: extermina-se a liberdade de escolha. Retirada a liberdade de escolha, seremos, a prazo, como os alemães de Leste e os Norte-Coreanos bem sabem, todos escravos.
Preços e sinais
FB status de Robert Higgs:
Suppose that in, say, the Greater Los Angeles area all of the signs on the freeways and streets suddenly gave false information: highway and freeway exit numbers would be incorrect, directions to streets and cities would be incorrect, everything a jumble of the truth. What would happen? Chaos, most likely, and very quickly, too.
This situation is analogous to what happens to an economy when the government's intervention produces distortions of prices, with consequent distortions of revenues, costs, and profits. Consumers, producers, entrepreneurs, and investors do not know how to get from A to B or even whether B is still a desirable destination. Free-market prices are the sine qua non of a successfully functioning economy. Government interventions replace the truth about consumer valuations and entrepreneurial appraisals with lies and distortions. In view of the pervasive intervention at present, it's a wonder that the current system does not break down entirely.
Skyscraper Index
Skyscraper Index:
Euro Babel: 'Palace' for central bank drains funds amid harsh times
The Skyscraper Index is a concept put forward in January 1999 by Andrew Lawrence, research director at Dresdner Kleinwort Wasserstein, which showed that the world's tallest buildings have risen on the eve of economic downturns. Business cycles and skyscraper construction correlate in such a way that investment in skyscrapers peaks when cyclical growth is exhausted and the economy is ready for recession. Mark Thornton's Skyscraper Index Model successfully sent a signal of the Late-2000s financial crisis at the beginning of August 2007.How fitting:
Euro Babel: 'Palace' for central bank drains funds amid harsh times
Hide your kids, Hide your wife and hide your husband Cuz they're stealin errbody out here
Why the Rich Immolate Themselves por Jeffrey Tucker:
In the Gilded Age of the late 19th century, the American rich walked tall. They dressed the part. Top hats, canes, tails, spats, you name it. They built glorious mansions for all the world to see. They traveled in style, and did so publicly. They were profiled in popular magazines. Indeed, they were idolized and studied and emulated.
Today, the rich are different. They wear jeans and sneakers and ratty-looking sweaters. If they build large homes, they make sure they are inaccessible and nearly invisible. They talk like the people. They affect the way of the common folk. They pretend to be like everyone else. If they are famously rich, they give vast sums away, sometimes to dubious causes. They even call for taxes on themselves.
What’s changed? Here’s one theory: Property rights are weak today ..
The more property is vulnerable to looting by any source, the more people have the incentive to hide their wealth ..
This also explains what have come to be called “self-hating billionaires,” who conspicuously parade their attachment to welfare ideology and redistributionist politics. It’s all an effort of self-protection in times when property rights are so insecure. Better make a display of your disregard for wealth than tempt the state to disgorge you of all you own.
Cooling Down the Fears of Climate Change
Matt Ridley: Cooling Down the Fears of Climate Change:
Forget the Doha climate jamboree that ended earlier this month. The theological discussions in Qatar of the arcana of climate treaties are irrelevant. By far the most important debate about climate change is taking place among scientists, on the issue of climate sensitivity: How much warming will a doubling of atmospheric carbon dioxide actually produce? The Intergovernmental Panel on Climate Change has to pronounce its answer to this question in its Fifth Assessment Report next year.
A cumulative change of less than 2°C by the end of this century will do no net harm. It will actually do net good—that much the IPCC scientists have already agreed upon in the last IPCC report. Rainfall will increase slightly, growing seasons will lengthen, Greenland's ice cap will melt only very slowly, and so on.
The scientists at the IPCC next year have to choose whether they will admit—contrary to what complex, unverifiable computer models indicate—that the observational evidence now points toward lukewarm temperature change with no net harm. On behalf of all those poor people whose lives are being ruined by high food and energy prices caused by the diversion of corn to biofuel and the subsidizing of renewable energy driven by carboncrats and their crony-capitalist friends, one can only hope the scientists will do so.
Tiro ao Álvaro
Carta aberta ao Àlvaro por Helder Ferreira:
Como te lia com interesse antes de ires para o Governo e creio que ainda sabes que aquilo que escrevias mantém-se verdadeiro e dada a tua experiência como professor, queria pedir-te um favor: quando te cruzares nos corredores dos Ministérios com os tipos que se lembraram dos Decretos Lei 197/2012 e 198/2012, nomeadamente os Artigos 3º e 5º deste, os metesses numa sala, de frente para a parede com umas orelhas de burro. Se lhes deres com uma palmatória nas mãozinhas também agradeço. Porque são ignorantes. Ignorantes e incompetentes. Aposto singelo contra dobrado que nunca tiveram qualquer responsabilidade numa empresa, não fazem ideia nenhuma de logística, de facturas, de recebimentos, de tesourarias, de IVA. No fundo, não percebem de merda nenhuma. Não fazem a mínima ideia dos processos de gestão nas empresas, de como se organizam, do que as pessoas fazem.
Repara numa piquena amostra: de acordo com os kafkianos Decreto Lei referidos, cada vez que emito uma factura (fazes ideia de quantas facturas são emitidas por dia por 370.000 empresas?) tenho que pedir um número à Administração Tributária via telefone (!) ou online ao que se segue o risco de ser multado, coimado e o diabo a quatro. As Notas de Crédito e Débito transformam-se num pesadelo digno do inferno de Dante. E nota: nós lá na empresa temos mais que fazer. Temos que negociar, comprar, vender, distribuir, pagar, receber, arrumar, etc. Carradas de coisas para fazer que no fim nos irão permitir pagar os impostos, as taxas e taxinhas que para o teu Governo são o alfa e o ómega da actividade empresarial. Tudo isto vem somar ao labirinto kafkiano que os vossos antecessores foram criando ao longo do tempo (e verdade seja dita, labirinto a que vocês já acrescentaram mais alguns percursos).Título daqui
Corte das pensões excessivas
Ninguém diz que não seja aflitivo esta questão das pensões. É aflitivo - e é triste que só agora as pessoas comecem a aperceber-se da fraude que é o "modelo social" da social-democracia reinante. Agora, não se discute um assunto que é de cariz financeiro e político com base em desgovernos emocionais.
No geral, as pessoas não descontaram o suficiente para as reformas que recebem. E a coisa só vai piorar. Não há volta a dar, o sistema é uma vigarice intelectual, cortar as pensões mais altas só deve ganhar uns pouquíssimos meses.
Que ai e tal "prometeram" não é argumento. Não é argumento moral - ou seja, admitindo que as pessoas "não tiveram culpa", também não é por isso que agora "têm direito". Nem é argumento operacional - admitindo que as pessoas "não tiveram culpa", também não é por isso que agora outros (inocentes) tenham de pagar por isso - ou seja pretexto para implementar soluções que impliquem roubar ainda mais à economia produtiva (curiosamente, afectará "os novos" e as próximas gerações).
Mas revolta contra a filosofia do "Estado de bem-estar"? Naaaa deixa lá estar...
No geral, as pessoas não descontaram o suficiente para as reformas que recebem. E a coisa só vai piorar. Não há volta a dar, o sistema é uma vigarice intelectual, cortar as pensões mais altas só deve ganhar uns pouquíssimos meses.
Que ai e tal "prometeram" não é argumento. Não é argumento moral - ou seja, admitindo que as pessoas "não tiveram culpa", também não é por isso que agora "têm direito". Nem é argumento operacional - admitindo que as pessoas "não tiveram culpa", também não é por isso que agora outros (inocentes) tenham de pagar por isso - ou seja pretexto para implementar soluções que impliquem roubar ainda mais à economia produtiva (curiosamente, afectará "os novos" e as próximas gerações).
Mas revolta contra a filosofia do "Estado de bem-estar"? Naaaa deixa lá estar...
a decadência do igualitarismo
Em direcção ao oriente:
Sobre a decadência do ocidente, já conhecemos as razões tradicionalmente apresentadas. Apaixonado pela igualdade e pelo individualismo universal, o homem ocidental continua a fabricar o seu próprio inferno de Dante. Sem conseguir enfrentar as causas do declínio, o ocidente vai-se debatendo com a insustentabilidade dos seus modelos de providência social, com o relativamente baixo crescimento económico, com a incapacidade de se perpetuar em termos populacionais (i.e. de existir no futuro), com o falhanço do multiculturalismo, com projectos burocráticos europeus desastrosos (i.e. União Europeia), com os EUA a darem os primeiros sinais de desagregação civilizacional, etc... Em suma, o ocidente parece ter ficado preso no seu niilismo igualitário, pelo menos desde que a revolução francesa “implantou” o liberalismo contra a tradição e ordem.
Freedom goes hand in hand with personal moral organization of the individual by the individual
Gun Control, Thought Control and People Control:
Freedom goes hand in hand with personal moral organization of the individual by the individual. Organized compassion, however, requires the moral organization of the society as a whole. A shooting is not a failure of the character of one man alone, or even his family and social circle, it is the total failure of our entire society and perhaps even the world, for not leveraging a sufficient level of moral organization that would have made such a crime impossible. No man is an island. Every man is a traffic jam.
Social accountability on this scale requires the nullification of the personhood and accountability of the individual, just as the moral organization that it mandates requires removing the freedom of choice of the individual, to assure a truly moral society. When compassion and morality are collective, then everyone and no one is moral and compassionate at the same time. And that is the society of the welfare state where compassion is administered by a salaried bureaucracy.
Choice is what makes us moral creatures and collective compassion leaves us less than human. The collective society of mass movements and mass decisions leaves us little better than lab monkeys trying to compose Shakespeare without understanding language, meaning or ideas, or anything more than the rote feel of our fingers hitting the keyboard.
This is the society that the left is creating, a place filled with as many social problems as there are people, where everyone is a lab monkey except the experts running the experiments, and where no one has any rights because freedom is the enemy of a system whose moral code derives from creating a perfect society by replacing the individual with the mass. It is a society where there is no accountability, only constant compulsion. It is a society where you are a social problem and there are highly paid experts working day and night to figure out how to solve you.
Flexiliberdade
Circo por Helder Ferreira:
O futuro não se compadecerá com direitos adquiridos nem com organismos rigídos e anquilosados. A flexibilidade para que em cada empresa, cada profissão, cada departamento, cada repartição se possam negociar os horários de trabalho é uma condição essencial de liberdade para os trabalhadores. Se não o percebem e querem continuar a viver sob a pata deste socialismo que (n)os sufoca, pois assim seja. Mas cada um deita-se na cama que faz.
terça-feira, dezembro 18, 2012
Nem para estacionar carros serve o socialismo
Enfim, aqui a abordagem de pensamento não deve ser como melhorar a gestão estatal dos espaços públicos estatais com este tipo de PPP - é imaginar o quão melhor geridos fossem sem a intromissão desastrosa do Estado:
How Indianapolis Fixed Its Parking Problems
How Indianapolis Fixed Its Parking Problems
Keynesian Baloney
C + I + G = Baloney:
Keynesian theory maintains the destructive idea that spending is all-important. By viewing the GNP equation [C + I + G = GNP], one can easily see why Keynesian economists, who control the levers of government, believe that it is possible to "stimulate" the economy with government money.
The key fallacy embedded in Keynesian economics and the GNP equation is the idea that government spending adds to an economy's health. In reality, the opposite is true: government spending subtracts from an economy's health. The real economy is the private economy — there is no other. Government spending must come out of the private economy .. and further stifle its ability to increase the nation's wealth by reducing capital formation.
Keynesianism institutionalizes the tragedy of the commons and believes that the fallacy of composition does not apply. It ignores the fact that government spending must come either from tax dollars or from the printing presses, both of which harm the common man. Instead, Keynesianism promises that we can all pick one another's pockets — and all get rich doing it!
The only solution is to declare Keynesianism as dead as its author, end all parasitical government spending, and free the economy from the tyranny of bureaucrats armed with restrictive regulations.
Invincible Ignorance
Invincible Ignorance por Thomas Sowell:
Must every tragic mass shooting bring out the shrill ignorance of "gun control" advocates?
The key fallacy of so-called gun control laws is that such laws do not in fact control guns. They simply disarm law-abiding citizens, while people bent on violence find firearms readily available.
Gun control zealots' choice of Britain for comparison with the United States has been wholly tendentious, not only because it ignored the history of the two countries, but also because it ignored other countries with stronger gun control laws than the United States, such as Russia, Brazil and Mexico. All of these countries have higher murder rates than the United States.
Guns are not the problem. People are the problem— including people who are determined to push gun control laws, either in ignorance of the facts or in defiance of the facts.
There is innocent ignorance and there is invincible, dogmatic and self-righteous ignorance. Every tragic mass shooting seems to bring out examples of both among gun control advocates.
Liberdade à educação
Liberdade à educação por Luís Marinho no Jornal Público de 17/Dezembro/2012 (artigo só para assinantes, aqui excerto editado de versão Scribd):
Imagine o leitor, que seria obrigado a comprar o pão que come todos os dias na padaria da sua rua, não tinha escolha, independentemente da qualidade que lhe seria oferecida.
Naturalmente, se existisse legislação que o obrigasse a isso não só seria para si pouco motivante, como também haveria uma alta probabilidade da tal padaria perder qualidade e nível de serviço.
Com as escolas é pior, na medida em que é possível para alguns evitar a escola da sua rua, que são justamente os mais endinheirados que podem pagar colégios privados. Não haver liberdade de escolha da escola por parte das famílias tem portanto quatro consequências graves:Uma família que escolha uma determinada escola estará naturalmente mais motivada e envolvida para a vivência do seu projecto educativo, com o consequente sucesso escolar. É tempo então de dar à educação o seu espaço de liberdade. As escolas não devem portanto ser financiadas de forma garantida. Devem ser financiadas em função do número de alunos que consigam atrair. E essa escolha apenas às famílias compete decidir.
- impedimento das famílias serem livres nas escolhas que fazem;
- injustiça social, sendo apenas possível às classes mais abastadas escolher projectos educativos de referência;
- uma natural falta de competição entre escolas, tendo alunos garantidos não necessitam de se esforçar muito para os atrair;
- e um menor sentido de pertença por parte das famílias.
pequeníssimas ineficiências socialistas
É idiota esperar que políticos e burocratas ponham os interesses dos cidadãos antes dos seus próprios interesses e dos interesses do sistema político-burocrático. Era bonito que assim fosse -- mas assim não é, nunca foi, nunca será. Já não basta de viver no mundo da fantasia do "serviço público"? No Sistema Nacional de Saúde, quem recebe dinheiro do Orçamento de Estado não são os pacientes - são os prestadores de serviço. Políticos e burocratas que antes de tratarem da saúde dos "utentes", tratam da sua própria "saúde", entenda-se qualidade de vida.
Hospital tem «30 cirurgiões que nunca foram ao bloco operatório»
Hospital tem «30 cirurgiões que nunca foram ao bloco operatório»
Capitalizar ou não capitalizar
Como aumentar os salários dos portugueses por Carlos Guimarães Pinto:
.. Quem olhar para a comparação dos salários entre países da União Europeia só poderá tirar a mesma conclusão: em Portugal ganha-se mal. Podem-se seguir dois caminhos para aumentar estes salários: o socialista e o de mercado.
O método socialista consiste em aumentar salários por decreto (por exemplo, subindo o salário mínimo nacional) e dar poder à negociação colectiva (por exemplo, dando aos sindicatos o poder de estabelecer as regras de acesso a certas profissões). Como os factores de produção são fixos no curto prazo, é bastante provável que medidas deste género causem uma subida dos salários. Mas como nenhuma destas medidas altera os fundamentais da economia, nomeadamente a produtividade, este aumento de salários não será sustentável. Estas medidas apenas aumentam os salários à custa da remuneração do capital o que, a prazo, resultaria numa ainda maior descapitalização da economia. A médio prazo estas medidas causariam um aumento do desemprego, seguido de redução dos salários reais. Isto, para além de atrasar a economia mais uns anos.
Depois há o método de mercado que passa pela capitalização da economia. A capitalização da economia ajudaria à subida dos salários de duas maneiras. A primeira seria através do aumento de produtividade. Os factores de produção, capital e trabalho, são complementares: quando mais existir de um (até certo ponto), mais produtivo será o outro. Assim, quanto mais capitalizada for a economia, mais produtivos serão os trabalhadores e mais poderão ganhar .. A segunda forma pela qual a capitalização da economia ajudaria a aumentar salários é o ganho de poder negocial do factor trabalho. Numa economia em que existam escolhas, os trabalhadores têm uma maior capacidade negocial individual, podendo assim negociar melhores salários. Para capitalizar a economia, o governo teria que tornal Portugal um sítio mais atractivo para investir, baixando carga fiscal e eliminando barreiras burocráticas ..
recálculo de todas as pensões
Novas regras para cálculo das pensões com base em critérios uniformes aplicados aos descontos por André Azevedo Alves:
.. A única solução justa passaria, como realça um leitor, pelo recálculo de todas as pensões com base em critérios uniformes aplicados aos descontos efectuados por cada pensionista. É que não é a mesma coisa ter uma reforma de, por exemplo, 2000 euros com base numa carreira contributiva de 40 ou mais anos que culminou com a aposentação aos 65 anos ou ter a mesma reforma de 2000 euros com base numa carreira contributiva com metade da duração que culminou com a aposentação aos 50 e poucos anos. Isto para já não falar de injustiças ainda mais gritantes associadas, quase todas, a regimes e casos especiais no âmbito do Estado.
Se o Governo ambiciona ter legitimidade no tratamento do problema, é imprescindivel que deixe de tomar como único critério o valor da pensão recebida e passe a considerar outras variáveis, nomeadamente os descontos efectuados, a duração da carreira contributiva e a idade de reforma. Sem essa consideração, as injustiças passadas serão ainda mais agravadas pelos inevitáveis cortes que se avizinham.
segunda-feira, dezembro 17, 2012
El capitalismo es todo lo contrario a lo que hemos padecido
El mal empresario:
Dicen que el capitalismo está terminando con el Estado del Bienestar, que los bancos han arruinado a la gente y que los empresarios explotan a sus trabajadores. Afirmaciones que no se sostienen si examinamos el paraíso socialdemócrata en el que vivimos donde no hay actividad económica que no esté regulada por el Estado ni un solo banco que haya actuado al margen del sistema de bancos centrales. Los empresarios no son ajenos al sistema, y cuando no hacen negocios gracias a una concesión administrativa reciben una hermosa subvención para atender este o aquel bien público. Todo sea por garantizar los "derechos" o el "interés general". Vivimos en un país en el que los políticos han decidido hasta los partidos de fútbol que deben verse en abierto entrometiéndose en la explotación legítima de este entretenimiento televisado.
Miren a su alrededor y piensen en un sector en el que la actividad empresarial no dependa directa o indirectamente del Estado. De las escuelas concertadas pasando por los medios de comunicación que reciben campañas publicitarias públicas hasta las fundaciones "liberales" que se financian a través del Presupuesto General del Estado, resulta casi imposible encontrar en España a alguien que se haya hecho a sí mismo sin la ayuda del Estado. El capitalismo es todo lo contrario a lo que hemos padecido, así que deberíamos ser más cuidados a la hora de encontrar culpables.
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