Pela Helena Matos fico ciente que o PS espera que o "crescimento" brote amanhã, em Quarteira, num jantar do PSD. O PS nunca faz nada por menos.
Entre 1995 e 2011, com uma leve intermitência da "direita" que não durou três anos, o PS teve a possibilidade de fazer brotar "crescimento" onde lhe aprouvesse.
Aí pelos idos de Março, Abril de 2011, percebeu-se, sem necessidade de consultar os mapas de Medina Carreira, que o "crescimento" tinha sofrido, por assim dizer, um incremento negativo nos anos de ouro da governação socialista. Isso, junto com outras maleitas, obrigou à intervenção da Europa e do FMI, por sinal duas coisas que ainda não acertaram o passo relativamente ao dito "crescimento".
Álvaro Santos Pereira - uma pessoa serena e pouco espalhafatosa o que contradiz a "tradição" do frenesim mediático do "faz de conta" e do "photoshop" - tem estado, com discrição, a fazer um trabalho que acompanha o controlo das finanças públicas. Tem apenas o crédito de um ano de trabalho na economia, apesar da vasta "brigada de sapadores", enquanto o PS pode sempre exibir um passivo com mais de uma década de "saber de experiência feito". Cresçam.
"A Arte da Fuga" ("Die Kunst der Fuge", BWV 1080) é uma obra-prima de Johann Sebastian Bach:
um único tema musical persegue-se, a si mesmo e as múltiplas variações, num diálogo musical intenso desenvolvido a diversas vozes, rico de simetrias, inversões, ritmos e tempos diferentes.
Fugas para aartedafuga@gmail.com
Terça-feira, Agosto 14, 2012
Cresçam
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