Quarta-feira, Setembro 12, 2012

Código socialista'izados

Profesores universitarios elaboran el primer código ético para políticos:
Barcelona. (EFE).- Doce profesores de varias universidades agrupados por la Cátedra Ethos de Ética de la Universidad Ramon Llull (URL) han elaborado el primer Código Ético para Políticos, que recoge los principios que deben regir su trabajo, su relación con la ciudadanía, entre partidos y con los medios de comunicación. El código, el primero para políticos profesionales que se elabora en España, donde algunos partidos e instituciones tienen códigos de buenas prácticas internos, ha sido publicado por primera vez en la publicación Ramon Llull Journal of Applied Ethics.
Honestidad, lealtad, veracidad, ejemplaridad, austeridad y capacidad de servicio "son actitudes básicas, independientemente de las opciones políticas que legítimamente defiendan", añade el código, que también subraya los valores de equidad, tolerancia y espíritu de diálogo y participación. Los cinco primeros artículos definen cómo han de ser las relaciones de los políticos con la ciudadanía, destinatarios de la actividad del político, y les recuerda, entre otras cosas, que tienen que defender "el proyecto para el que han sido escogidos" y "responder de sus acciones públicas y asumir las responsabilidades que se deriven", además de "escuchar a las partes implicadas".
Primeiro, há que dizer que isto não é nada de novo vindo da Ramon Llull, um antro esquerdista na já muito esquerdista academia da esquerdista Catalunha. Depois, não ocorre a estes dignitários (enfim, até já trabalhei com um) que os meios não justificam os fins.

Segundo, lá porque um político é eleito com um determinado programa, de acordo com regras "democráticas", não quer dizer que esse programa seja legítimo. Se metade-mais-um da sociedade decidir votar roubar a outra metade-menos-um, não deixa de ser roubo. E a "lealdade" ao programa e aos eleitores, visto como "ética", não muito diferente de achar-se "ética" (e agora, usando exemplos politicamente muito correctos: ) um executivo "cumprir ordens" que se traduzam em colocar trabalhadores em risco, destruir o tecido social de uma comunidade, causar danos irreparáveis ao "Ambiente".

Por fim, e só para ser sintético, o maior erro de palmatória é que falta a Regra de Ouro. Os políticos — e todos os aspirante a ajudantes de boas causas — devem antes de tudo meter-se na sua própria vida.

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