Domingo, Setembro 16, 2012

PPPs para memória futura

No seguimento de Quem é que blinda os contratos das PPP?,

PPP "não representaram um euro de encargos ao Estado":
Paulo Campos, ex-secretário de Estado das Obras Públicas, defendeu hoje as parcerias público privadas (PPP) da governação de Sócrates.
Tribunal de Contas. Governo Sócrates não defendeu o interesse público nas PPP:
O Tribunal de Contas (TC) faz um retrato arrasador do modelo de gestão e financiamento do sector rodoviário criado pelo governo Sócrates. O objectivo era reduzir o esforço financeiro do Estado mas, segundo a auditoria do TC, a que o i teve acesso, o governo fez uma má negociação com os privados, comprometeu a capacidade financeira da empresa Estradas de Portugal (EP) em suportar os encargos futuros e, ao aceitar remunerar accionistas com valores “claramente superiores aos praticados no mercado”, não defendeu “a salvaguarda do interesse público”.
Um mistério nas rendas das PPPs:
.. por que motivos há uma especie de “vale” na cadência dos pagamentos nos anos de 2012 e 2013? .. um ciclo eleitoral em que, se não tivesse havido dissolução, Sócrates iria novamente às urnas em 2013
Eles são todos iguais mas, há uns mais iguais do que outros:
O relatório das PPP (II):


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