Um ponto importante sobre a tolerância, que sempre iludirá os 'progres' de serviço. A 'democratização' das benesses da sociedade, se feita pelo cacetete da legislação, tem de ser acompanhada com_aumento_ da liberdade de quem não quer participar em utopias onde nos damos todos bem. É assim numa sociedade livre e saudável. E tolerante. Não sou obrigado a conviver com quem não quero, por muito que toda a gente possa livremente estar em todo o lado. E isto reforça uma sociedade robusta. Good fences make good neighbours.
Só que os 'progres' não estão particularmente equipados para pensarem para além da sua 'narrativa' ditatorial. O resultado é que seja qual for o ponto de vista (até por exemplo do lado de uma das múltiplas classes 'oprimidas' face às outras não menos oprimidas, ou face ao que vêem como ancien regime), esta política de 'inclusão' não passa de diluição forçada da excelência ('nós') na mediocridade generalizada ('eles').
E de certa forma todos têm razão. Trágico é que o conflito seja levado para a esfera política (uns a roubar outros da sua liberdade) em vez de se jogar no campo cultural e social. O progressismo egalitario é pois uma doutrina sociofobica. Ou melhor, porque causa dano estrutural, é uma doutrina sociopata. Mas passa por progresso.
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