quarta-feira, novembro 14, 2012

Da imoralidade do “direito à greve”

Da imoralidade do “direito à greve” por Rodrigo Adão da Fonseca:
O “direito à greve” .. Afirma-se na herança do espírito corporativo dos regimes fascistas, e na “luta de classes”, e só a dificuldade que muita gente tem em compreender o que significa verdadeiramente a liberdade faz com que ele se tenha banalizado e continue a ser usado com impunidade e sem a revolta da maioria silenciosa que sofre as consequências do seu exercício.
.. Na sua essência, funciona como “ameaça” da corporação à sociedade, assentando portanto na promoção do egoísmo, da violência, do ódio, e no desrespeito da liberdade e chantagem perante os membros da suposta corporação que optem por não participar no “protesto”.
Aliás, reforço, o sucesso ou insucesso da greve é directamente proporcional ao dano causado à empresa e à comunidade. E da capacidade que um grupo ou corporação, com base numa estratégia de confrontação e desagregação, tenham de impor os seus interesses próprios à comunidade, pela força, e explorando o cansaço e desgaste de terceiros inocentes ou alheios à relação laboral.
.. O direito à greve é imoral, porque ao contrário do que se diz, é inimigo da liberdade, pois dá cobertura legal a que uma minoria desrespeite as suas obrigações e responsabilidades, sacrificando a liberdade e a vida de pessoas alheias à relação laboral ..
Da insensibilidade social de quem defende o direito à greve por Rodrigo Adão da Fonseca:
Sim, considero imoral que grupos corporativos queiram defender interesses próprios, exercendo um direito que tem como condição de eficácia prejuízos causados a terceiros, em particular aos elementos mais frágeis da população, que mais dependem dos transportes públicos, da saúde pública, e da escola pública. Serei fascista por considerar imoral um direito que se alimenta do sacrifício das liberdades de terceiros?

Eu sempre recusei todo o tipo de totalitarismos, sejam de direita, sejam de esquerda. O equilíbrio está na valorização das liberdades, mas das liberdades de todos, e não de alguns ..

Sem comentários:

Enviar um comentário