segunda-feira, dezembro 31, 2012

An Introduction to Voluntaryism


An Introduction to Voluntaryism

A grande distorção

A grande distorção por Carlos Guimarães Pinto:
.. como sempre quando se tenta planear uma economia a partir de um gabinete, surgem resultados inesperados. É muito provável que um outro grande ajustamento também esteja também a acontecer dentro da economia para consumo interno. As poucas empresas que trabalham para o mercado interno mas que não dependem do estado estão a ser levadas na avalanche do ajustamento. Com uma fiscalidade cada vez maior, as empresas, ou indivíduos, que não recebem apoios do estado, tornam-se cada vez menos competitivos. Em breve, apenas restarão aquelas que servem, ou se servem, do estado. O resultado final desta distorção será um sector privado não exportador ineficiente e completamente dependente do estado. Nessa altura, alguém terá que pagar a conta, e esse alguém será o sector exportador. Talvez aí se entenda os perigos de querer dirigir centralmente os destinos de uma economia.

Free Speech


Murray Rothbard - Free Speech

Dicas para não parecer um charlatão

Dicas para não parecer um Baptista da Silva:
1. Não mostrar espanto por a dívida estar a aumentar na mesma frase em que se queixa do défice. Fica a ideia que não sabe o básico.

2. Não atribuir a dívida a despesas específicas como “os submarinos”, “o BPN”, “o TGV” ou “comparticipação nacional dos fundos europeus”. Não é assim que funciona.

3. Não pedir auditorias à dívida nem falar em dívidas odiosas. Foi tudo votado às claras no Parlamento ao longo dos anos e os votos contra foram sempre dos que achavam a despesa insuficiente e agora acham a dívida odiosa.

..
Leitura integral recomendada

the best holiday season ever


Be Happy!: Why this is the best holiday season ever.

effortless action

Exploring Anarchy por Alan Furth:
For the ancient Chinese masters, political awakening was complementary to spiritual awakening. In the martial arts, they saw more than a tool for war, that ultimate form of political conflict — they also saw a vehicle for reaching a superior state of consciousness, of connection with the cosmos that would spontaneously mold a virtuous character for the warrior. They called it the state of “effortless action” (wu wei), and was considered to be indispensable for reaching sociopolitical harmony, peace and prosperity among peoples.

If I Were the Devil

Pese o slant conservador, está bem a inspiração à C.S.Lewis...


If I Were the Devil: Paul Harvey (Clean Audio Version)

Quanto pagamos de juros à Troika

Quanto pagamos de juros à Troika:
A conclusão – surpreendente, para alguns – é que a taxa de juro aplicada pela Troika não apenas é mais baixa do que a taxa de juro aplicada à globalidade da dívida, como é a segunda taxa de juro mais baixa da história recente de Portugal. Desde 1996, só em 2011 a taxa de juro foi inferior aos 3,4% a que a Troika disponibiliza financiamento.
As propostas de renegociação da taxa de juro da Troika, que são cada vez mais repetidas nos meios de comunicação social, têm de ser feitas tendo estes dados como enquadramento. Ou seja, com a consciência de que as condições actualmente concedidas já são, por qualquer padrão de comparação – seja o cenário internacional, seja a própria história recente da economia portuguesa – muito vantajosas.

domingo, dezembro 30, 2012

free stuff

comunismos em larga e pequena escala

Singo and Howard Oppose Australian Participation in the Vietnam War [o título tem pouco que ver com a citação]:
.. the concept of voluntarism. People have a right to be left alone to choose how they will live their lives, and this obviously includes the right to choose a communal or socialist lifestyle. But we should also have a right to choose a voluntary free trade, individualist lifestyle — or any other we can devise.

However, while communal living (voluntary communism) is moral, it is never practical on anything but a small scale. It is no accident that most communes either fail or at least have high member turnovers. Nor that the more successful a commune is, the closer it is to being an individualistic, free trade community. Human beings are not equal in any way with regard to abilities, interests, desires, needs, or any other qualities. Because of this individual diversity, communal living on a large scale is totally impractical.

Secessão (3)

No seguimento de Secessão (2),


Ron Paul Right, Thought Controllers Wrong, on Secession

cure to megalomania

Obsessed by Megalomania com Hans-Hermann Hoppe:
There is an interim solution. It’s called secession and political decentralization. Small states must be libertarian, otherwise the productive people will desert them. Desirable therefore is a world made up of thousands of Liechtensteins, Singapores and Hong Kongs. In contrast, a European central government – and even more so a world government – with a ‘harmonized’ tax and regulation policy, is the gravest threat to freedom.
The Western ‘welfare state model’, ‘socialism light,’ will collapse just like ‘classical’ socialism – of course, I can’t say whether in five, ten or 15 years. The key words are: state bankruptcy, hyperinflation, currency reform and violent distribution battles. Then it will either come to a call for a ‘strong man’ or – hopefully – a massive secession movement.

A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama (16)

No seguimento de A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama (15),


Oliver Stone: Obama a wolf in sheep's clothing

condicionamento socialista

Isto é porventura o cúmulo do condicionamento socialista em que vivemos por Maria João Marques:
Um secretário de estado que considera que as pessoas devem prevenir as doenças, não para usufruirem dos benefícios de uma melhor saúde, não para viverem mais tempo e com mais qualidade, não para verem filhos e netos e bisnetos crescerem, não para pouparem dinheiros em cuidados de saúde e usarem o dinheiro poupado em algo mais proveitoso, mas para ajudarem o SNS a ser sustentável.

Estamos sempre bem quando quem nos governa considera que as pessoas mudam comportamentos para algo como criar sustentatibilidade para o SNS quando não os mudaram para benefício dos seus próprios bem-estar e saúde.

sábado, dezembro 29, 2012

Case for the Second Amendment


Craig Whitney: A Liberal's [Socialista] Case for the Second Amendment

Podcast Mises Brasil

52º Podcast Mises Brasil - Carlos Novais:
Neste último Podcast do Instituto Mises Brasil do ano de 2012 que se encerra, Carlos responde qual seria, considerando a sociedade de leis privadas defendida por autores como Hans-Hermann Hoppe ou o estado mínimo do liberalismo clássico, o ambiente mais adequado para se preservar as liberdades. Ele, que é licenciado em gestão de empresas e profissional do mercado de capitais, também dissertou sobre se haveria algum risco de um hipotético ambiente anarcocapitalista, onde provavelmente houvesse mais leis, legislação e regulamentação, embora todas privadas, comprometer a própria liberdade que o originou.

Aprofundando alguns temas-chave, Carlos, alicerçado numa perspectiva rothbardiana, opinou sobre se democracia e liberdade são compatíveis como já se tornou comum considerar, ou é próprio da natureza da democracia gerar ao longo do tempo uma supressão gradual das liberdades. Ele ainda respondeu sobre a possibilidade de aplicação dos conhecimentos da Escola Austríaca num ambiente não-livre ou se sua aplicação exige um mínimo de liberdade política e econômica.

Pat Down Santa Claus


Remy: I Saw Daddy Pat Down Santa Claus (A Very TSA Christmas Song)

Demagogias e populismos

Demagogias e populismos por Rodrigo Adão da Fonseca:
.. Numa região fustigada pela pobreza, pela degradação da habitação, pelo impacto no emprego das falências e da insuportável carga fiscal, ver que o que acordou os políticos a Norte foi a deslocalização de um programa bem sucedido que entretém reformados e donas de casa, e as discussões e demissões na Casa da Música, com todo o respeito que os envolvidos merecem pelo bom trabalho desenvolvido, é deprimente.

Tax bullshit


Penn & Teller: Bullshit! - Taxes

"Deputado do Ano"

Deputado do CDS-PP Mesquita Nunes premiado pelo apoio aos direitos LGBT:
O voto, em Fevereiro, do deputado do CDS-PP Adolfo Mesquita Nunes a favor do direito à adopção pelos casais de pessoas do mesmo sexo valeu-lhe a distinção de Deputado do Ano pelo site de notícias e cultura LGBT dezanove.pt.

“Foi o único deputado do CDS-PP que votou a favor da mudança da lei de adopção. Mesmo em democracia é preciso coragem para remar contra a maré política”, elogia o dezanove.pt, referindo-se ao jovem deputado. “Não concordo com a lei que impede casais homossexuais de se candidatarem. Tal como está, a lei presume (...) que a institucionalização é sempre (...) preferível à adopção por aqueles casais’’, defendeu então Adolfo Mesquita Nunes, justificando o seu voto ao lado do BE e dos Verdes, pelo qual foi criticado por militantes do CDS, lembra o dezanove.pt.

Os projectos do BE e dos Verdes para legalizar a adopção por casais de pessoas do mesmo sexo, discutidos e votados em Fevereiro, foram chumbados, mas a liberdade de voto que o PS, o PSD e o CDS-PP deram aos seus deputados fez com que a contagem não fosse fácil, com os partidos da direita a registarem muitas abstenções e alguns votos ao lado dos partidos proponentes. Um deles foi o de Mesquita Nunes.

sexta-feira, dezembro 28, 2012

The History, Philosophy and Ethics of Gun Control


The History, Philosophy and Ethics of Gun Control

Thatcher’s sin

É triste quando é ousadia intelectual e política preferir que serviços de saúde sejam prestados pelo mercado -- tal como os serviços de alimentação, vestuário, habitação, outros consumos pessoais e familiares -- que mais coisa ou menos coisa chegam até aos mais pobres.

Como o sistema é mais próximo do soviético, gerido por políticos e burocratas, não só é medíocre, como é racionado, como presta-se a demagogias de guerras de classe; é isto o socialismo versão light -- estagnação económica e conflitualidade social, em perpétua degradação e dependência -- deve ser o que designam por "justiça social".

Via O Insurgente, ojArquivos de Downing Street revelam que Thatcher quis acabar com serviço nacional de saúde:
As propostas, redigidas pelo Central Policy Review Staff em 1982 por instrução de Thatcher e Howe, tinham como objectivo reformar o Estado e diminuir a despesa pública. Os documentos que circularam por Downing Street notavam, claramente, que a ser executado, o plano significaria “o fim do sistema nacional de saúde”.

A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama (13)

No seguimento de A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama (14)

Pretends to cry about school shootings - while bombing innocent men, women, and childrem in Pakistan, Yemen, Libya, Afghanistan, Iraq, and Palestine
fb
Let's not forget - Drones kill children too
fb
A few american children are killed - it's a tragedy / hundreds of pakistani children are killed - it's foreign policy
fb

Dear Americans, The children killed in school Firing are as innocent as the children killing in drones by US
fb


fb

BÓNUS: U.S. Drone Strikes Are Causing Child Casualties: Video and Report

vícios (2)

No seguimento de vícios, caracterização do que é "fogo lento" - Perceber a reestruturação de uma dívida soberana de João Miranda:
A forma como os credores têm lidado com a Grécia segue as estratégias aqui descritas. Os credores privados aceitaram uma reestruturação perdoando dívida que já estava perdida. O resultado foi a Grécia permanecer no limiar da insustentabilidade forçando-a a mais ajustamentos. Os credores soberanos ainda não aceitaram uma reestruturação porque entendem que ainda é possível forçar a Grécia a um ajustamento mais severo. Se fizessem um perdão já levantariam a pressão para a Grécia se reformar. Por outro lado, seguem uma estratégia de negociação que força a Grécia a nova austeridade de cada vez que esta falha os objectivos, sob pena de se cancelarem novos empréstimos. Em nenhum momento a Grécia teve folga para voltar ao despesismo anterior à crise. Portugal faz mal em acreditar que terá um tratamento diferente.

The Free Market Is Not Allowed To Work


Walter E Williams - The Free Market Is Not Allowed To Work

Um país de Baptistas da Silva

Excerto de Um país de Baptistas da Silva de Adolfo Mesquita Nunes no iOnline:
Não estou a dizer que tem de haver apoio unânime ao rumo deste governo. É natural e desejável que, em democracia, surjam alternativas. O que estou a dizer é, e nisto estou particularmente seguro, que a crise que atravessamos não se resolve com a facilidade apregoada pelos vendedores da banha da cobra.

É tentador pensar que a crise poderia ser resolvida de uma vez, sem dor, com bravura e coragem. E é tentador pensar que essa solução não é aplicada apenas porque uma conspiração de interesses lucra com a crise. É o mundo a preto e branco: os bons e os maus.

Mas o mundo não é uma história de quadradinhos. Não existe uma receita simples e directa capaz de acabar de vez com a crise e que é posta de lado por políticos mal-intencionados apostados na desgraça dos povos.

Quem pretender, seja ele o senhor Baptista da Silva, seja ele um comentador encartado, que tudo isto se resolveria fácil e rapidamente assim quisessem os políticos está a mentir. E descaradamente.

Secessão (2)

No seguimento de Secessão,


Do States Actually Have The Right To Secede?

aeroportos é para meninas. o que o país precisa é de um OVNIporto

Excerto de «Um novo aeroporto era melhor» por Michael Seufert:
Aumentar a capacidade da Portela é possível, mas um novo aeroporto era melhor, defende Carlos Paz, presidente-executivo da Groundforce.
Via este site, chega-se à coordenação online dos slots na Portela e noutros aeroportos mundiais. E quer vendo a Portela isoladamente, quer comparando com outros, percebe-se que quer em slots de aviões quer em capacidade de processamento de passageiros a Portela não está mal – nem pior que outros. Já se sabe que o tema é complexo e que haverá outras variáveis a considerar. Mas também se sabe, como de costume, que os estudos de tráfego poucos anos depois de se fazerem (via Blasfémias e também aqui, pp. 61 seguintes). Haverá sempre, claro, quem diga que a construção de um novo aeroporto, só por si, geraria actividade económica. Mas isso já são outros 500. E a Portela continua aí para se ver.

ObamaCare and Religion


John Stossel - ObamaCare and Religion

vícios

vícios de Pedro Arroja:
Como estaria hoje Portugal sem o empréstimos e as medidas de austeridade da Troika?

O Estado já teria cortado nas suas despesas de modo a reequilibrar o Orçamento.

Sem o acesso ao crédito, cumpria-se a profecia: "Quem não tem dinheiro não tem vícios".

Income Mobility


Is there Income Mobility in America?

Charity

Charity Begins With Wealth Creation por John Stossel:
Charity—helping people who have trouble helping themselves—is a good thing two times over. It’s good for the beneficiary and good for the donor, too. Stephen Post's fine book, The Hidden Gifts of Helping, reveals that 76 percent of Americans say that helping others is what makes them most happy. Giving money makes us feel good, and helping face-to-face is even better. People say it makes them feel physically healthier. They sleep better.
Proof of the superiority of private over government efforts is everywhere. Catholic charities do a better job educating children than government—for much less money. New York City’s government left Central Park a dangerous mess. Then a private charity rescued it. But while charity is important, let’s not overlook something more important: Before we can help anyone, we first need something to give. Production precedes donation. Advocates of big government forget this.

We can’t give unless we (or someone) first creates. Yet wealth creators are encouraged to feel guilt. “Bill Gates, or any billionaire, for that matter,” Yaron Brook, author of Free Market Revolution and president of the Ayn Rand Institute, said on my TV show, “how did they become a billionaire? By creating a product or great service that benefits everybody. And we know it benefits us because we pay for it. We pay less than what it's worth to us. That's why we trade—we get more value than what we give up. So, our lives are better off. Bill Gates improved hundreds of millions of lives around the world. That's how he became a billionaire.”
If we value benevolence, we must value creation.

A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama (14)

No seguimento de A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama (13) - hipocrisia célebre:

Esmifrando as gerações futuras

O “excedente” da Segurança social por Carlos Guimarães Pinto:
Começa a circular pela comunicação social o argumento de que afinal a Segurança Social não está falida mas que até tem tem excedente. Este argumento foi levantado inicialmente pelo multi-pensionista Bagão Félix no Público, entretanto já ecoado pelo João Pinto e Castro e a Fernanda Câncio. O argumento parte daqui para afirmar que os cortes nas pensões não visam a sustentabilidade da Segurança Social, mas antes salvar o orçamento de estado.

Olhando para as contas da Segurança Social, entende-se de onde vem esse tal excedente. Até Outubro de 2012, a Segurança Social teve, de facto, um excedente de 237 milhões de Euros. Mas este “excedente” não significa que o sistema de segurança social recebeu mais em contribuições do que pagou em pensões e outras prestações sociais. Pelo contrário, em 2012 as contribuições para a Segurança Social apenas cobriram 56% das suas despesas: um enorme buraco de 44% (9 mil milhões de euros) que se vem repetindo todos os anos. Estes 44% são parcialmente cobertos pelo Fundo Social Europeu (6%), mas grande parte dele é conpensado por transferências directas do Orçamento de Estado e consignação da receita do IVA. Ou seja, o “excedente” da Segurança Social resulta das transferências permanentes de um Orçamento de Estado deficitário sustentado por dívida. Mais uma a ser paga pelas gerações futuras.

"self-management."


I, Tomato: Morning Star's Radical Approach to Management

Oportunidades

Oportunidades por Bruno Alves:
O que seria de esperar, com um Governo que, como aqui tenho escrito, nada tem de reformista, e cujo programa se limita a querer conjugar a defesa dos seus interesses clientelares com as exigências dos nossos credores: o Governo remenda, não reforma. O que poderá chegar para acalmar o nervosismo da ‘troika' e dos "mercados", mas que nada fará para evitar que no futuro não voltemos a passar por uma crise semelhante. Passos disse também que "todos beneficiarão das novas oportunidades" que serão criadas nos próximos anos. "Ninguém será deixado para trás", garantiu.

Num País em que inúmeras pessoas com mais de 45 anos nunca mais arranjarão emprego, e grande parte da juventude de que faço parte dificilmente encontrará um que ofereça um rendimento suficiente para pagar o que o Estado nos exigirá ao longo da nossa vida, as únicas oportunidades que estão a ser criadas são as que muitos estão a aproveitar, de deixar Portugal para trás.

quinta-feira, dezembro 27, 2012

Gun Control = Gun Violence


Gun Control = Gun Violence

The State Is Our Church

The State Is Our Church por Bryce Beattie:
Here are some ways in which either Thestate acts like a deity or we treat it like one. Now, I’m not going to pass judgement today and call all these things evil or inherently wrong. I’m merely reflecting on my beliefs and the customs in my country from a different viewpoint for a minute.
  • We promise our loyalty to Thestate in a memorized prayer that we call the "Pledge of Allegiance."
  • We sing hymns of praise to Thestate’s infallibility and greatness in our national anthem and other patriotic songs.
  • We have an "Independence" day where we perform fire rituals to Thestate. Often these rituals are accompanied by impassioned sermons lauding Thestate as well as group prayer (Pledge) and hymn singing.
  • We court favor from Thestate for monies via his inspired welfare, grants, and tax credit systems.
  • We pay tithes and offerings to appease Thestate throughout our lives. We make an "income tax" sacrifice to the great god Thestate for allowing us even to labor with our hands or our minds. We pay further oblation (sales tax) to Thestate for the blessing of purchasing goods using money that we have earned through our own labors. Yes, legion are the offerings we call "taxes." We offer up building permit taxes, a cigarette tax, capital gain taxes, income taxes (Federal, state, and sometimes city), gasoline and other fuel taxes, property taxes, telephone taxes, marriage license taxes, unemployment taxes, utility taxes, inheritance (death) taxes, and so many more. Perhaps we pay these offerings willingly as a way of showing our gratitude to Thestate for all he does for us. Possibly we offer these tithes in fear of Thestate’s righteous wrath and jail time. Whatever the reason, we pay them and thereby at every step of our life we are reminded of our subservience to Thestate.
  • ..
So what if you don’t want Thestate to be your god? Do you march in protest? Do you stop giving it your tax money and soon go to jail? Do you even lend it your approval of existence by voting? Or do you simply relent and consent to meekly live your life worshiping a deeply flawed god? I don’t have the answer, but I think it’s a question well worth asking.

quarta-feira, dezembro 26, 2012

Reaching out to the Left (2)

No seguimento de Reaching out to the Left, e que serve para explicar algumas coisas: Kingdom Come: The Politics of the Millenium:
.. it is important for libertarians to discuss what issues are likely to be dominant or most important in any given historical period. Thus, during the Vietnam War, in my view the most important political issues were the war and the draft, and hence my argument that a coalition, alliance, informal association, or what have you with the New Left was in order. Now, the draft is down to registration, and it seems clear that the Wheeler–Rohrabacher "freedom fighters" have pretty well disappeared, and that the Cold War itself is in the process of coming to an end.

If that is true, then, in the coming period, some sort of association/coalition or whatever with some types of conservatives might be in order. But only, of course, as once applied to the Left, with anti-Establishment types. There can never be a persuasive argument for coalescing or allying ourselves with the State apparatus. In any case, one would hope that strategic discussions can be conducted among libertarians with a minimum of anathemas and threats of excommunication, since, as Jeff Tucker well says, in "questions of strategy, final answers are elusive."

Why I Don’t Much Like Liberals por Kevin Carson:
Now, as a left-wing market anarchist — or market libertarian socialist — in the tradition of Benjamin Tucker, I find most anarcho-capitalists disagreeably right-wing and given to pro-corporate apologetics. But the suggestion that David Friedman’s or Murray Rothbard’s ideology is even in the same zip code as that of the Hutaree Militia is essentially an affidavit that one is a damfool.

quando se subsidia a pobreza, obtém-se mais pobreza

How the Welfare State Traps the Poor in Dependency, the British Version por Dan Mitchell:
Earlier this year, I shared an amazing chart that specifically measured how the welfare state imposes these high implicit tax rates. Unbelievably, some people would be better off earning $29,000 rather than $69,000.

Simply stated, the multitude of redistribution programs are worth a lot of money, but you begin to lose those goodies if you begin to live a productive and independent life.
Each budget and each change to tax should be judged on how many people are then ensnared in the welfare trap. I adapted the below (nasty, complex) graphs from an internal government presentation, which still make the case powerfully. The bottom axis is money earned from employer and the side axis is income retained. The graphs are complex but worth studying, if only to get a feel for the horrific system confronting millions of the lowest-paid in Britain today.


…if I was in a position of a British single mother I have not the slightest doubt that I would choose welfare. Why break your back on the minimum wage for longer than you have to, if it doesn’t pay? Some people do have the resolve to do it. I know I wouldn’t. …So let’s not talk about “lazy” Brits. The problem is a cruel and purblind welfare system which still, to this day, strengthens the welfare trap with budgets passed without the slightest regard for its effect on the work incentives on the poorest. …Meanwhile, the cash-strapped British government is still creating still the most expensive poverty in the world.
BÓNUS: Stories Like this Lead Me to Think there’s No Hope for the United Kingdom

Artur Baptista Silva (2)

No seguimento de Artur Baptista Silva, Fraudes e autoridades
por Pedro Braz Teixeira:
.. Imaginemos que este suposto funcionário da ONU ocupava mesmo o cargo que dizia exercer. Teria algum jornalista contestado os seus erros factuais ou os seus “raciocínios”?

Quantas figuras temos nós em Portugal, com cargos muito elevados, que dizem torrentes de disparates que não são sequer verificados pelos jornalistas? Quantas vezes há uma enorme dificuldade de separar o trigo do joio no espaço público? Recordemos três exemplos.

O primeiro exemplo e paradigma máximo é o antigo primeiro-ministro José Sócrates. Ao pé dele, Artur Baptista da Silva não passa de um principiante, não tanto em termos de currículo publicado, em que também havia umas névoas, mas sobretudo pela sua extraordinária capacidade de faltar à verdade e fazer malabarismos com meias verdades.
Em Portugal, demasiadas vezes, o princípio da autoridade ganha ao princípio da razão. Lembra-se de como as críticas racionais aos erros de política económica do anterior governo eram descritas como “bota-abaixismo”? O mais terrível foi isso: não a ausência de críticas, mas o menosprezo com que estas foram tratadas.

Este país tem, assim, dois problemas graves. Em primeiro lugar, dá primazia aos argumentos de autoridade em relação aos argumentos da razão. Em segundo lugar, escolhe líderes maus. Se a prevalência da palavra do chefe sobre a razão já é mau, quando o chefe é medíocre ou desonesto isso é péssimo.

Reduce Violent Crime


Reduce Violent Crime by Issuing More Concealed Carry Permits

O declínio da media tradicional

O declínio da media tradicional e a desintermediação da informação por Ricardo G. Francisco:
O declínio das empresas de midia tradicionais está directamente relacionado com os novos meios de comunicação, nomeadamente a internet. Ninguém discute esta afirmação. Alem da internet ser um meio muito mais eficiente e eficaz de partilhar a informação tradicional permite o enriquecimento desta com todas as informações relacionadas. Também aqui nada de novo.
A História está a mostrar que a indústria como um todo está a ter muita dificuldade em adaptar-se a este novo meio, exactamente porque este novo meio reduziu o valor de um dos activos mais importantes que uma empresa de midia tinha. O acesso à informação crua e a subsequente selecção e edição. Um jornal ou televisão acedia à informação crua e servia como filtro para os seus clientes. Um filtro que era difícil de validar, especialmente porque por detrás de cada um dos meios de comunicação finais estavam agencias noticiosas globais que eram fonte única dos dados mais importantes.

A internet veio facilitar imensamente o acesso à informação base. Ao dia de hoje quem quer saber alguma coisa sobre um tema em particular vai à procura não nas versões online dos jornais de referência mas sim atrás das mesmas fontes que mais dia menos dia serão usadas por esses jornais. A isto soma-se que as novas fontes de informação estão tipicamente sujeitas a muito mais censura e contraditório do que os meios tradicionais, tornando-se, paradoxalmente, muito mais fiáveis do que os meios tradicionais, que embora tenham profissionais na selecção e edição de conteúdos não são corrigidos em tempo real por milhares de leitores.

Seasteading


Why Seastead? The Seasteading Institute Promotional Video

Artur Baptista Silva

Notas sobre o caso Artur Baptista Silva:
1. Artur Baptista Silva diz o mesmo tipo de disparates que 90% dos comentadores que aparecem na TV e comentam nos jornais.

2. No Expresso, Nicolau Santos tem propagado mais ou menos as mesmas falácias que Artur Baptista Silva semana após semana, ano após ano, sem que ninguém o acuse de ser burlão. Se perguntarem ao Artur Baptista Silva onde se inspirou, aposto que ele dirá que foi nas colunas de opinião do Nicolau.

3. Não se pode esperar que um jornal em que o Nicolau Santos é o responsável pela secção de economia consiga distinguir um discurso económico com lógica de uma aldrabice. Aldrabice é a cultura da casa.

10. .. A forma como estão a reagir indica que tudo continuará na mesma e que dentro de uma semana voltarão à mesma narrativa em luta contra qualquer reforma ou corte na despesa e de culpabilização da Alemanha e das agências de rating.

Wealth Redistribution


F A Hayek - Arbitrary Wealth Redistribution (subtitled)

Government Security Is Violence

Government Security Is Just Another Kind of Violence por Ron Paul:
While I certainly agree that more guns equals less crime and that private gun ownership prevents many shootings, I don’t agree that conservatives and libertarians should view government legislation, especially at the federal level, as the solution to violence. Real change can happen only when we commit ourselves to rebuilding civil society in America, meaning a society based on family, religion, civic and social institutions, and peaceful cooperation through markets. We cannot reverse decades of moral and intellectual decline by snapping our fingers and passing laws.

Let’s not forget that our own government policies often undermine civil society, cheapen life, and encourage immorality. The president and other government officials denounce school violence, yet still advocate for endless undeclared wars abroad and easy abortion at home. U.S. drone strikes kill thousands, but nobody in America holds vigils or devotes much news coverage to those victims, many of which are children, albeit, of a different color.

Obviously I don’t want to conflate complex issues of foreign policy and war with the Sandy Hook shooting, but it is important to make the broader point that our federal government has zero moral authority to legislate against violence.
Government cannot create a world without risks, nor would we really wish to live in such a fictional place. Only a totalitarian society would even claim absolute safety as a worthy ideal, because it would require total state control over its citizens’ lives. We shouldn’t settle for substituting one type of violence for another. Government role is to protect liberty, not to pursue unobtainable safety.
.. Freedom is defined by the ability of citizens to live without government interference, not by safety. It is easy to clamor for government security when terrible things happen; but liberty is given true meaning when we support it without exception, and we will be safer for it.

Reaching out to the Left

De novo, não concordando nem com a metodologia nem com o método,


Reaching out to the Left
part 1 | part 2

O interesse nacional

O interesse nacional por Alberto Gonçalves:
Após a British Airways ter sido totalmente privatizada, os britânicos deixaram de viajar pelos ares, a nação perdeu a razão de existir e o Reino Unido entrou em colapso. Após a Lufthansa ter sido quase totalmente privatizada, os alemães deixaram de viajar pelos ares, a nação perdeu a razão de existir e a Alemanha entrou em colapso. Após a Swissair ter aberto falência, os suíços deixaram de viajar pelos ares, a nação perdeu a razão de existir e a Suíça entrou em colapso. Etc.
Nenhuma surpresa: a beleza do socialismo acaba quando aquilo que se ganha com o dito não compensa aquilo que se perde. Enquanto se beneficia directa ou indirectamente da redistribuição "social", como no caso dos actores que auferem fortunas em produções subsidiadas, a redistribuição é uma maravilha. Se essas fortunas saltitam quase inteirinhas para os cofres do Estado, a redistribuição é um roubo. A essência da esquerda é estar do lado certo do saque.
À semelhança de outras monstruosidades erguidas nas últimas décadas pelo país afora, o meteorito constituiu um desígnio nacional, isto é, uma demonstração da infinita capacidade dos portugueses em encomendar lixo, pagar lixo e, no fim, jurar a pés juntos que o lixo é lindíssimo, moderno e fundamental. Se o conceito de provincianismo não existisse, seria inventado para definir a história da Casa da Música.

Razão armada vs. destrambelhice desarmada (2)

No seguimento de Razão armada vs. destrambelhice desarmada,


Ted_Nugent_Speaks_out_Against_Obama_and_Gun_Control

The Twelve Days of Obama Christmas

The Twelve Days of Christmas (Military Version) por Laurence M. Vance:
On the twelfth day of Christmas, the military gave to me...
Twelve thousand new terrorists it created.
Eleven regime changes.
Ten thousand fatherless American children.
Nine Predator drones.
Eight bombers bombing.
Seven grenades exploding.
Six thousand dead American soldiers.
Five no-fly zones.
Four preemptive strikes.
A $3 trillion war bill.
Two prosthetic limbs.
And a list of foreign wars it's fighting to keep me free.

domingo, dezembro 23, 2012

National Defense and Foreign Policy


Robert Poole on National Defense and Foreign Policy

Liberty and liberties

Negative and Positive Liberty, Part 2:
Given the welter of confusion and disagreement over the meaning of “freedom” and “liberty,” libertarians should take pains to be clear about what they mean when they use those terms. They should distinguish what they mean from other meanings, and they should be extremely cautious about elevating other meanings to the same status as negative freedom within their ideology.

Consider, for example, Martin Luther’s celebrated discussion of “Christian liberty.” Based on Luther’s theory of divine grace, which could not be earned by good works, this denoted an inner freedom from the spiritual demands of Catholicism. So what should libertarians say about Luther’s notion of Christian liberty? Should we say, as Brennan does about positive liberty, that Christian liberty is a “form” of liberty and should therefore be incorporated into libertarian ideology? Should we say, as Brennan does about positive liberty, that to embrace Christian liberty as an authentic form of liberty does not necessarily mean that a government should promote Christian liberty directly?

I think not. We could pose the same questions about many different conceptions of liberty found in the history of philosophy and theology, but what would be the point of answering such questions in a roundabout Brennanesque manner? What purpose would be served by embracing dozens upon dozens of different conceptions of liberty, as if each conception is on a par with negative liberty in libertarian theory? Rather, we should simply point out that such alternate conceptions are not relevant to libertarian theory in any fundamental sense, period.

Moral Relativism


Roger Scruton on Moral Relativism

Socialism -> Totalitarianism

Vindicated by history: Statism’s 19th century critics:
It was therefore always predictable that by requiring the abolition of private property and the family, and monopolistic State ownership of agriculture and industry, the socialist pursuit of equality would necessarily produce the evil fruit of totalitarianism. One party rule, the secret police, the imprisonment and torture of dissidents, concentration camps, mass executions, the political indoctrination of the young, the persecution of religious minorities – all these horrors have been the inevitable result of that concentration and monopolisation of power which invariably corrupts the ruling elites and buraucracies of all full-blown socialist societies.

The Bubble


The Bubble film official trailer

The Function of Market Agitation

The Function of Market Agitation por Peter Boettke:
The science of economics is born out of the puzzle that the coordination problem presents to our imaginations. The solution to the puzzle is the entrepreneurial market process. And the resulting order of the market system is the miracle that should inspire our intellectual awe and amazement and attract subsequent generations of students and scholars to want to better understand how market forces work in theory and practice. Focusing our intellectual attentions on the conditions associated with the state of rest (when plan consistency is achieved) more often than not impedes understanding by trivializing the miracle we witness daily. While the characteristics of a competitive market equilibrium are essential to our economic understanding, we must nevertheless focus attention on how that equilibrium is brought about through the continual adjustment of relative prices that accomodate changes and guide individual decision makers in their necessary adaptations to shifting market conditions. This is how markets work to ensure that individuals realize the mutual gains from trade and the mutual gains from innovation, and realize the full benefits of social cooperation under the division of labor.

sábado, dezembro 22, 2012

Especialistas

Finalmente arranjei coragem para ler a edição da Revista Ingenium (da Ordem dos Engenheiros) dedicada aos "Recursos Naturais". O interesse era uma entrevista à Ministra Cristas, e uma variedade de outros artigos subordinados ao tema.

Comecemos pela parte caridosa da minha opinião - apesar de eu não ir à bola com a ministra, talvez por ser o membro mais socialista do Governo, dou o benefício da dúvida. Não é de esperar que um político, ainda por cima da área do Direito, consiga sair-se bem numa publicação sobre assuntos de engenharia. Necessariamente o melhor que pode fazer é não fazer má figura. Basta um pouco de preparação. Mas Cristas começa logo a falar de "sequestro de carbono", e "o caminho é a eficiência" e outras coisas em bullshitês político sem tradução operacional, tantas baboseiras voluntariosas que acabam por afogar os lugares-comuns que se impunham. Mas talvez tenha sido da condução da entrevista.

O que me choca mesmo é o resto. Para quem não lê estas coisas -- e não recomendo a ninguém --, os engenheiros queixam-se muito que deviam ser mais "ouvidos" na construção de um país melhor. E não se coíbem de explicar à nação, muito pacientemente, que Portugal possui um manancial infindo de "recursos naturais" (cada especialista foca-se nos "recursos naturais" da sua tutela, claro). Ele é rios, mares, florestas, minérios, bicharadas grandes e pequenas, exposições solares, ventos, fontes geotérmicas, etc. E não faltam benchmarks muito bem escolhidinhos de como as coisas se fazem "lá fora".

Ora, que todas essas maravilhas que befejaram o nosso Portugal seja "recurso natural", nem vou discutir. Acontece que os ditos especialistas não resistem a palestrar sobre o imenso potencial económico que os tais "recursos naturais" representam. Ora, nem vale a pena apontar que muito especialista não faz ideia do que é gerir uma empresa ou unidade de negócio dos sectores extractores ou transformadores. Na sua maioria, são teóricos, e quanto muito bons gestores dos seus orçamentos de investigação. Mas enquanto teóricos deviam ao menos respeitar o conhecimento de disciplinas que não são as suas, e das quais não percebem nada, o que se vê. Dito de outra maneira, irrita muito aos engenheiros quando o leigo "sabe" mais de engenharia que o profissional, mas na hora de discorrerem sobre Economia e Gestão, ora já não vêem problema.

Fiquemos pela Economia. Nenhum "recurso natural" é um "recurso económico" até ser explorado. Até que outros recursos escassos (começando por inteligência humana) sejam aplicados na criação de bens e serviços que as pessoas valorizem. "Potencial económico" não existe, "oportunidades à espera de serem concretizadas" não existem. Esta questão é importante. Mas esta não é uma questão técnica - é uma questão económica, e infelizmente, política. Algo que não existe não apresenta nenhuma forma objectiva de ser prioritizada. Sei que muito se fala na "arte" da engenharia, mas entrar por estes campos é _mistificar_ algo que a Engenharia não é.

Cada especialista fala da imensa oportunidade que não se pode perder -- e pior -- invariavelmente defende que a sua especialidade seja elevada a prioridade nacional. Se só houvesse vontade política, seríamos todos os mais ricos do mundo. Ora, querer-se que seja o Estado a liderar dinâmicas que se querem de descoberta empresarial, é uma imensa baboseira. A questão só é política porque infelizmente o Estado interfere com tudo o que se mexe - e não é por ser uma questão política que deve ser o Estado a promover alocação económica - e exploração económica - de "recursos naturais". Contudo, é raro ver-se um especialista a defender tal princípio liberal - toda e qualquer ajudinha de políticos e burocratas é bem vinda.

E é assim com esta mistura de tecnocratismo e de "cargo cult" que se fazem as opiniões técnicas e económicas que influenciam a "governação" do país.

o gado contribuinte responde a incentivos


Thomas Sowell - Tax Cuts For The Rich

Kingdom Come

Kingdom Come: The Politics of the Millenium por by Murray N. Rothbard:
Christianity has played a central role in Western civilization and contributed an important influence on the development of classical-liberal thought. Not surprisingly, Christian beliefs about the "end times" are very important for us right now.
Uma leitura interessante nestes tempos de fim do mundo.

the Gun Control Movement Is Doomed

Why the Gun Control Movement Is Doomed por Gary North:
Within a decade, it will be possible for people to manufacture handguns inexpensively in their own homes. Even if it takes two decades, it is clear what is going to come. The ability of the government to confiscate handguns is surely limited when somebody can download a free piece of software that will enable him to manufacture a handgun, or the components of a handgun, in the privacy of his own home. The Left is now facing an ideological crisis. Either it bans 3D printers, raising civil rights issues, or else it must give up having any shot at banning guns.

The ability of the gun control crowd to control the spread of weapons across the face of the earth is going to decline dramatically over the next 10 years or 20 years. This is the last gasp of the entire movement. The 20th century will go down in history as the era of gun control. The 21st century is going to be knon as a century in which the common man, around the world, becomes a gun owner.

I think it is a good idea for people to purchase those items that they want to own, and which are legal for them to own. They tend to do this in times of panic, when prices have been bid up. But, in my view, it is better to buy an artificially or temporarily high-priced item than it is to wait. It is best to take action when you are motivated to take action. Otherwise, procrastination wins out again.

sexta-feira, dezembro 21, 2012

Externalities


Externalities: When Is a Potato Chip Not Just a Potato Chip?

E que tal um pouco menos de Europa? (2)

No seguimento de E que tal um pouco menos de Europa?, E que tal um pouco menos de Europa? (2) por Adolfo Mesquita Nunes:
Quem melhor que nós pode saber o que devemos ou não produzir?

Mas assiste-se exactamente ao contrário. Mais Europa, dizem, com orçamento e governo e impostos próprios. Não sei de que forma tanta centralização nos ajudará a recuperar a capacidade de decisão depois de décadas de indicações em sentido contrário.

Segundo exemplo. Sabemos hoje que a nossa carga fiscal é insustentável por muito mais tempo. Os impostos, diz- -se, destroem a economia, sufocam os portugueses, canalizam recursos do privado para o público e transformam--nos num país pouco competitivo que perde gente e empresas e talentos para países com melhor carga fiscal que a nossa.

Seria por isso natural que os críticos da carga fiscal viessem exigir a manutenção da possibilidade de baixar os nossos impostos (pouco utilizada, bem sei), de forma a garantir a competitividade de que tanto precisamos.

Mas assiste-se exactamente ao contrário. Harmonização fiscal, dizem. Impostos iguais para todos os estados--membros. Não se pretende, note-se, uma carga fiscal mais baixa. Pretende-se obrigar os países com baixos impostos a aumentá-los, com as consequências que conhecemos na vida as pessoas e das empresas e esquecendo que a Europa tem de competir com os países emergentes.
.. Está em causa .. a necessidade de reagirmos à evidência que as últimas décadas nos oferecem: centralizar o modelo económico em Bruxelas não dá bom resultado.

the Drug War is Slavery


Quentin Tarantino Talks Prisons And The War On Drugs

Right to Work

Right To Work Laws: A Libertarian Analysis por Walter Block:
To put this into other words, a "right to work" is a positive right. It implies an obligation of someone else to hire the person in question. Similarly, a "right" to food, clothing or shelter would oblige others to provide these things for the persons who have such "rights." But positive rights are a direct violation of the libertarian code, which is based upon the non aggression principle. These types of "rights" are a not so subtly hidden demand for wealth at other’s expense, e.g., they amount to a call for, or support of, theft. No libertarian can support them.

In contrast, libertarians do indeed support negative rights, the right not to be murdered, raped, aggressed against. And, yes, this does impose an obligation upon others – to refrain from such nefarious deeds.
Forbidding political participation, compelling democracy, imposing right to work laws, etc., are all second best attempts to wrestle evil unionism to the ground. If it is politically possible to counter organized labor in any other way, these sorts of things may well be justified. But, if we are to properly apply libertarian principles to this arena, let us have no more of this "right to work" nonsense. We should leave off actually believing that voluntary agreements for union or closed shops for some strange reason are compulsory. Of course, they are not. They are merely an instance of monogamy in labor relations.

If we are to effectively promote libertarianism, we must start off by accurately understanding our own philosophy. Proponents of "right" to work legislation fail in this regard. At the very least, if they fully understood libertarianism, they would say something like: Of course, there is no "right" to work. However, rampant unionism is running amok, and the only way we can deal with this menace to civilization is via right to work legislation (or prohibiting them from engaging in the political process, or shoving democracy down their throats, etc.) We favor right to work laws not because they are just, per se, but due to the fact that they ward off a far greater evil.

.. There are problems with it. It is all too similar for my tastes to Milton Friedman's proposals for school vouchers, etc. But, at least people who argue in this way demonstrate a keen appreciation of what libertarianism is all about. There would be something to be said in behalf of these laws on that ground alone.

Razão armada vs. destrambelhice desarmada


Piers Morgan makes a fool of himself in gun control debate 12/18/12

Dos especialistas

Dos constitucionalistas* por Helder Ferreira:
É da natureza dos bichos que rastejam saírem de debaixo dos calhaus de vez em quando. É como os Pais da Constituição da República. De resto, num país em que de repente se formaram, saídos do nada, milhares de especialistas em corporate finance até os constitucionalistas têm o tacho em perigo. Isto só dá malta que percebe bué da Constituição. A começar pelos que a fizeram a acabar no tal do Tribunal. Deve ser a Síndrome Relvas. Uma pandemia.

quinta-feira, dezembro 20, 2012

Pornography Versus Censorship


Joan Kennedy Taylor: Pornography Versus Censorship

Citação Liberal do Dia

But corporations lack not only hearts but also stomachs, which makes it difficult to starve them. Costs imposed upon corporations are passed on to some human being, whether worker, customer, supplier, or stockholder. There is no point in arguing about whether or not to tax corporations – corporations have no consumption to give up, and so cannot be taxed. We can only tax people through corporations.
David Friedman, Hidden Order (ht)

Are calls for stricter gun laws really about guns?


Reality Check: Are calls for stricter gun laws really about guns?

Soviet jokes - american edition

Old Soviet jokes become the new American reality:
At first the move to America from the former USSR made me feel as though I had made a jump in time, from the stagnant depraved past into a distant dynamic future.
Only this time the productive, honest and self-reliant America is vanishing in the past, as we are quickly approaching the all too familiar future.

It is the future of equal poverty, one-party rule, media mooching, government looting, bureaucratic corruption, rigged elections, underground literature, half-whispered jokes, and the useful habit of looking over your shoulder.
Let's see how an old Soviet joke can be rewritten into a new American joke.

The six contradictions of socialism in the United States of America
  • America is capitalist and greedy - yet half of the population is subsidized.
  • Half of the population is subsidized - yet they think they are victims.
  • They think they are victims - yet their representatives run the government.
  • Their representatives run the government - yet the poor keep getting poorer.
  • The poor keep getting poorer - yet they have things that people in other countries only dream about.
  • They have things that people in other countries only dream about - yet they want America to be more like those other countries.
LEITURA ADICIONAL - Soviet Jokes

Obama’s Drug War


John Stossel - Obama's Drug War

Goodbye to liberty

gun control is stoopid

- um pequeno exercício - imagine-se que em dias pares era PROIBIDO andar com armas; e nos dias ímpares já se podia. Em que dias haveria mais crimes cometidos com armas? Essa resposta bate certo com o pensamento dos criminosos?

- a malta responde "ai e tal é preciso acabar com as armas de assalto". Ora, nada do que é proibido por legislação desaparece na realidade - apenas fica mais difícil de encontrar, e (marginalmente mais) acessível aos mais marginais - que ficam mais armados relativamente aos outros. Mas admitindo que se acabam com "armas de assalto". Para as que restam (outras armas de fogo, cortantes, de concussão, a murro e pontapé e cabeçada), e mesmo que se proíbam mais umas poucas... aplique-se o mesmo exercício. Para um determinado nível de "armas" num país, em que dias - pares ou ímpares - haveria mais crime?

- entre um criminoso e uma vítima (exemplo violador-mulher, assaltante-idoso, pedófilo-criança, gangster-comerciante, ...) que condições são mais conducentes à frustração do crime - estarem os dois desarmados por lei (agressão física contra defesa física, ou arma ilegal contra defesa desarmada), ou a vítima poder ripostar com força letal se necessário?

Keynesian Baloney (2)

No seguimento de Keynesian Baloney, Government Bloat is Not Growth: Real Gross Domestic Private Product, 2000–2011:

Generations of elementary economics students since World War II have come away from Economics 101 having learned, if anything, that gross domestic product is defined as

GDP = C + I + G + (X - M).

That is, GDP for a given period, usually a year, is the sum of spending for final goods and services by domestic private consumers, domestic private investors, and governments at all levels, plus foreign purchases of U.S. exports minus American purchases of U.S. imports.

This sort of accounting supplies the basic framework for the Keynesian models that swept the economics profession in the 1940s and 1950s, from which a key policy conclusion was derived—that the government can vary its spending to offset shortfalls or excesses of private spending and thereby stabilize the economy’s growth while maintaining “full employment.” From the beginning, the most emphasized part of this conclusion was that increases in government spending can offset declines in private spending and thereby prevent or moderate macroeconomic contractions.
.. private product has lost ground relative to total official GDP. Moreover, many of the measures taken to deal with the contraction—the government’s huge run-up in its spending and debt; the Fed’s great expansion of bank reserves, its allocation of credit directly to failing companies and struggling sectors, and its accommodation of the federal government’s gigantic deficits; and the government’s enactment of extremely unsettling regulatory statutes ..have served to discourage the private investment needed to hasten the recovery and lay the foundation for more rapid economic growth in the long run ..

.. If the government and the Fed persist in the kind of destructive policies they have undertaken since 2007, the potential for another great depression will remain. Even without such a catastrophe, the U.S. economy presents at best the prospect of weak performance for many years to come.

Gun Control is Racist (2)

No seguimento de Gun Control is Racist,


No Guns for Negroes Part One | Part Two

Eine Steuer

Ein Volk, ein Reich, eine Steuer:
.. quem acha que o problema de Depardieu não são os altos impostos franceses mas o facto de na Bélgica serem mais baixos não vai parar obrigando a Bélgica a aumentar os seus impostos. Não vai parar porque não pode. E não pode porque a urticária e comichão que sofre quando vê um rico a fugir com o seu dinheiro para a Bélgica vai ser tão grande ou maior quando vir um rico a fugir com o seu dinheiro para a Suíça (os malandros também falam francês ainda por cima) ou para o Liechtenstein. Isto não tem nada que ver com o espaço comunitário, quem gosta de roubar não respeita fronteiras.

Aliás o que estes ditadorzecos de trazer por casa não gostam mesmo nada é do dinheiro dos outros. E depois escudam-se em palavras muito bonitas, como “democracia” para legitimar o roubo. Porque para esta gente a democracia está lá é para isso mesmo, para que uma multidão enraivecida possa violar as liberdades de qualquer minoria, particularmente quando falamos de uma minority of one – essas bestas conhecidas como indivíduos. Deve ser por isso que a esquerda passa a vida a defender políticas que trazem apenas pobreza, parece que se vivermos todos bem é mais difícil manipular as massas para, de forma democrática claro, espoliar quem o ditadorzeco quiser. Que mais, pergunto eu, pode um indivíduo fazer nestas condições senão fugir para além fronteiras?

Ein Volk, ein Reich, eine Steuer. É esta a visão de certa gente para a Europa. E quando o dinheiro dos outros decidir sair da Europa a receita destes iluminados vai ser a mesma de outros como eles ao longo do tempo: ou fazem um muro para que não possam sair, ou espancam-nos e expropriam antes que eles se lembrem de ir embora.

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Economic Profit


Economic Profit | Interview with Frederic Sautet

escravização na igualdade

Todos escravos por Carlos Guimarães Pinto:
Tal como no mercado, a existência de concorrência fiscal entre estados é o garante da eficiência e protecção contra abusos de poder. É um tipo de concorrência ainda mais importante do que no mercado, porque, ao contrário da empresas, o estado tem o poder único de utilizar a violência para impôr as suas escolhas .. tal como no mercado, os estados mais ineficientes, mais tirânicos, ficam a perder com a existência de competição.

Impedir o opt-out tem sido sempre o último passo das tiranias, sendo a Alemanha de Leste e a Coreia do Norte bons exemplos disto. Quando o falhanço dos seus modelos se começa a reflectir num fluxo de fuga em massa, resolvem construir os seus muros para impedir essa fuga. A recente discussão em torno da harmonização fiscal na Europa e eliminação dos paraísos fiscais é uma forma mais subtil deste processo: não se impede a fuga para o “outro lado” erguendo uma barreira física, mas simplesmente elimina-se o “outro lado”. O resultado final é o mesmo: extermina-se a liberdade de escolha. Retirada a liberdade de escolha, seremos, a prazo, como os alemães de Leste e os Norte-Coreanos bem sabem, todos escravos.

The Harm Principle


The Harm Principle

Preços e sinais

FB status de Robert Higgs:
Suppose that in, say, the Greater Los Angeles area all of the signs on the freeways and streets suddenly gave false information: highway and freeway exit numbers would be incorrect, directions to streets and cities would be incorrect, everything a jumble of the truth. What would happen? Chaos, most likely, and very quickly, too.

This situation is analogous to what happens to an economy when the government's intervention produces distortions of prices, with consequent distortions of revenues, costs, and profits. Consumers, producers, entrepreneurs, and investors do not know how to get from A to B or even whether B is still a desirable destination. Free-market prices are the sine qua non of a successfully functioning economy. Government interventions replace the truth about consumer valuations and entrepreneurial appraisals with lies and distortions. In view of the pervasive intervention at present, it's a wonder that the current system does not break down entirely.

Skyscraper Index

Skyscraper Index:
The Skyscraper Index is a concept put forward in January 1999 by Andrew Lawrence, research director at Dresdner Kleinwort Wasserstein, which showed that the world's tallest buildings have risen on the eve of economic downturns. Business cycles and skyscraper construction correlate in such a way that investment in skyscrapers peaks when cyclical growth is exhausted and the economy is ready for recession. Mark Thornton's Skyscraper Index Model successfully sent a signal of the Late-2000s financial crisis at the beginning of August 2007.
How fitting:

Euro Babel: 'Palace' for central bank drains funds amid harsh times

Hide your kids, Hide your wife and hide your husband Cuz they're stealin errbody out here

Why the Rich Immolate Themselves por Jeffrey Tucker:
In the Gilded Age of the late 19th century, the American rich walked tall. They dressed the part. Top hats, canes, tails, spats, you name it. They built glorious mansions for all the world to see. They traveled in style, and did so publicly. They were profiled in popular magazines. Indeed, they were idolized and studied and emulated.

Today, the rich are different. They wear jeans and sneakers and ratty-looking sweaters. If they build large homes, they make sure they are inaccessible and nearly invisible. They talk like the people. They affect the way of the common folk. They pretend to be like everyone else. If they are famously rich, they give vast sums away, sometimes to dubious causes. They even call for taxes on themselves.

What’s changed? Here’s one theory: Property rights are weak today ..
The more property is vulnerable to looting by any source, the more people have the incentive to hide their wealth ..
This also explains what have come to be called “self-hating billionaires,” who conspicuously parade their attachment to welfare ideology and redistributionist politics. It’s all an effort of self-protection in times when property rights are so insecure. Better make a display of your disregard for wealth than tempt the state to disgorge you of all you own.

Sheeple

So. If everyone else jumped off of a cliff, would you? - Mom // If 51% of the people decide to jump, the remaining 49% will be forced to jump as well - the State
Facebook - We the Individuals

Cooling Down the Fears of Climate Change

Matt Ridley: Cooling Down the Fears of Climate Change:
Forget the Doha climate jamboree that ended earlier this month. The theological discussions in Qatar of the arcana of climate treaties are irrelevant. By far the most important debate about climate change is taking place among scientists, on the issue of climate sensitivity: How much warming will a doubling of atmospheric carbon dioxide actually produce? The Intergovernmental Panel on Climate Change has to pronounce its answer to this question in its Fifth Assessment Report next year.
A cumulative change of less than 2°C by the end of this century will do no net harm. It will actually do net good—that much the IPCC scientists have already agreed upon in the last IPCC report. Rainfall will increase slightly, growing seasons will lengthen, Greenland's ice cap will melt only very slowly, and so on.
The scientists at the IPCC next year have to choose whether they will admit—contrary to what complex, unverifiable computer models indicate—that the observational evidence now points toward lukewarm temperature change with no net harm. On behalf of all those poor people whose lives are being ruined by high food and energy prices caused by the diversion of corn to biofuel and the subsidizing of renewable energy driven by carboncrats and their crony-capitalist friends, one can only hope the scientists will do so.

The only fair is laissez-faire

Tiro ao Álvaro

Carta aberta ao Àlvaro por Helder Ferreira:
Como te lia com interesse antes de ires para o Governo e creio que ainda sabes que aquilo que escrevias mantém-se verdadeiro e dada a tua experiência como professor, queria pedir-te um favor: quando te cruzares nos corredores dos Ministérios com os tipos que se lembraram dos Decretos Lei 197/2012 e 198/2012, nomeadamente os Artigos 3º e 5º deste, os metesses numa sala, de frente para a parede com umas orelhas de burro. Se lhes deres com uma palmatória nas mãozinhas também agradeço. Porque são ignorantes. Ignorantes e incompetentes. Aposto singelo contra dobrado que nunca tiveram qualquer responsabilidade numa empresa, não fazem ideia nenhuma de logística, de facturas, de recebimentos, de tesourarias, de IVA. No fundo, não percebem de merda nenhuma. Não fazem a mínima ideia dos processos de gestão nas empresas, de como se organizam, do que as pessoas fazem.
Repara numa piquena amostra: de acordo com os kafkianos Decreto Lei referidos, cada vez que emito uma factura (fazes ideia de quantas facturas são emitidas por dia por 370.000 empresas?) tenho que pedir um número à Administração Tributária via telefone (!) ou online ao que se segue o risco de ser multado, coimado e o diabo a quatro. As Notas de Crédito e Débito transformam-se num pesadelo digno do inferno de Dante. E nota: nós lá na empresa temos mais que fazer. Temos que negociar, comprar, vender, distribuir, pagar, receber, arrumar, etc. Carradas de coisas para fazer que no fim nos irão permitir pagar os impostos, as taxas e taxinhas que para o teu Governo são o alfa e o ómega da actividade empresarial. Tudo isto vem somar ao labirinto kafkiano que os vossos antecessores foram criando ao longo do tempo (e verdade seja dita, labirinto a que vocês já acrescentaram mais alguns percursos).
Título daqui

Success with the Free Market and Anarchism


Ireland's Success with the Free Market and Anarchism

Corte das pensões excessivas

Ninguém diz que não seja aflitivo esta questão das pensões. É aflitivo - e é triste que só agora as pessoas comecem a aperceber-se da fraude que é o "modelo social" da social-democracia reinante. Agora, não se discute um assunto que é de cariz financeiro e político com base em desgovernos emocionais.

No geral, as pessoas não descontaram o suficiente para as reformas que recebem. E a coisa só vai piorar. Não há volta a dar, o sistema é uma vigarice intelectual, cortar as pensões mais altas só deve ganhar uns pouquíssimos meses.

Que ai e tal "prometeram" não é argumento. Não é argumento moral - ou seja, admitindo que as pessoas "não tiveram culpa", também não é por isso que agora "têm direito". Nem é argumento operacional - admitindo que as pessoas "não tiveram culpa", também não é por isso que agora outros (inocentes) tenham de pagar por isso - ou seja pretexto para implementar soluções que impliquem roubar ainda mais à economia produtiva (curiosamente, afectará "os novos" e as próximas gerações).

Mas revolta contra a filosofia do "Estado de bem-estar"? Naaaa deixa lá estar...

Gun Control is Racist


RC- Is Jason Whitlock correct to call -The NRA the new KKK?

a decadência do igualitarismo

Em direcção ao oriente:
Sobre a decadência do ocidente, já conhecemos as razões tradicionalmente apresentadas. Apaixonado pela igualdade e pelo individualismo universal, o homem ocidental continua a fabricar o seu próprio inferno de Dante. Sem conseguir enfrentar as causas do declínio, o ocidente vai-se debatendo com a insustentabilidade dos seus modelos de providência social, com o relativamente baixo crescimento económico, com a incapacidade de se perpetuar em termos populacionais (i.e. de existir no futuro), com o falhanço do multiculturalismo, com projectos burocráticos europeus desastrosos (i.e. União Europeia), com os EUA a darem os primeiros sinais de desagregação civilizacional, etc... Em suma, o ocidente parece ter ficado preso no seu niilismo igualitário, pelo menos desde que a revolução francesa “implantou” o liberalismo contra a tradição e ordem.

Is America Too Big?


Is America Too Big?

Freedom goes hand in hand with personal moral organization of the individual by the individual

Gun Control, Thought Control and People Control:
Freedom goes hand in hand with personal moral organization of the individual by the individual. Organized compassion, however, requires the moral organization of the society as a whole. A shooting is not a failure of the character of one man alone, or even his family and social circle, it is the total failure of our entire society and perhaps even the world, for not leveraging a sufficient level of moral organization that would have made such a crime impossible. No man is an island. Every man is a traffic jam.

Social accountability on this scale requires the nullification of the personhood and accountability of the individual, just as the moral organization that it mandates requires removing the freedom of choice of the individual, to assure a truly moral society. When compassion and morality are collective, then everyone and no one is moral and compassionate at the same time. And that is the society of the welfare state where compassion is administered by a salaried bureaucracy.

Choice is what makes us moral creatures and collective compassion leaves us less than human. The collective society of mass movements and mass decisions leaves us little better than lab monkeys trying to compose Shakespeare without understanding language, meaning or ideas, or anything more than the rote feel of our fingers hitting the keyboard.

This is the society that the left is creating, a place filled with as many social problems as there are people, where everyone is a lab monkey except the experts running the experiments, and where no one has any rights because freedom is the enemy of a system whose moral code derives from creating a perfect society by replacing the individual with the mass. It is a society where there is no accountability, only constant compulsion. It is a society where you are a social problem and there are highly paid experts working day and night to figure out how to solve you.

Campus Speech Codes (9)

No seguimento de Campus Speech Codes (8),

Censorship and "Unlearning Liberty" at College: Q&A with FIRE's Greg Lukianoff

Flexiliberdade

Circo por Helder Ferreira:
O futuro não se compadecerá com direitos adquiridos nem com organismos rigídos e anquilosados. A flexibilidade para que em cada empresa, cada profissão, cada departamento, cada repartição se possam negociar os horários de trabalho é uma condição essencial de liberdade para os trabalhadores. Se não o percebem e querem continuar a viver sob a pata deste socialismo que (n)os sufoca, pois assim seja. Mas cada um deita-se na cama que faz.

terça-feira, dezembro 18, 2012

Nem para estacionar carros serve o socialismo

Enfim, aqui a abordagem de pensamento não deve ser como melhorar a gestão estatal dos espaços públicos estatais com este tipo de PPP - é imaginar o quão melhor geridos fossem sem a intromissão desastrosa do Estado:



How Indianapolis Fixed Its Parking Problems

Keynesian Baloney

C + I + G = Baloney:
Keynesian theory maintains the destructive idea that spending is all-important. By viewing the GNP equation [C + I + G = GNP], one can easily see why Keynesian economists, who control the levers of government, believe that it is possible to "stimulate" the economy with government money.
The key fallacy embedded in Keynesian economics and the GNP equation is the idea that government spending adds to an economy's health. In reality, the opposite is true: government spending subtracts from an economy's health. The real economy is the private economy — there is no other. Government spending must come out of the private economy .. and further stifle its ability to increase the nation's wealth by reducing capital formation.
Keynesianism institutionalizes the tragedy of the commons and believes that the fallacy of composition does not apply. It ignores the fact that government spending must come either from tax dollars or from the printing presses, both of which harm the common man. Instead, Keynesianism promises that we can all pick one another's pockets — and all get rich doing it!

The only solution is to declare Keynesianism as dead as its author, end all parasitical government spending, and free the economy from the tyranny of bureaucrats armed with restrictive regulations.

Copyright Law is so Mickey Mouse


Why Copyright Law is so Mickey Mouse - And How to Fix It: Q&A with Jerry Brito

Invincible Ignorance

Invincible Ignorance por Thomas Sowell:
Must every tragic mass shooting bring out the shrill ignorance of "gun control" advocates?

The key fallacy of so-called gun control laws is that such laws do not in fact control guns. They simply disarm law-abiding citizens, while people bent on violence find firearms readily available.
Gun control zealots' choice of Britain for comparison with the United States has been wholly tendentious, not only because it ignored the history of the two countries, but also because it ignored other countries with stronger gun control laws than the United States, such as Russia, Brazil and Mexico. All of these countries have higher murder rates than the United States.
Guns are not the problem. People are the problem— including people who are determined to push gun control laws, either in ignorance of the facts or in defiance of the facts.

There is innocent ignorance and there is invincible, dogmatic and self-righteous ignorance. Every tragic mass shooting seems to bring out examples of both among gun control advocates.

Gun Control BS


part 1 | part 2 | part 3

Liberdade à educação

Liberdade à educação por Luís Marinho no Jornal Público de 17/Dezembro/2012 (artigo só para assinantes, aqui excerto editado de versão Scribd):
Imagine o leitor, que seria obrigado a comprar o pão que come todos os dias na padaria da sua rua, não tinha escolha, independentemente da qualidade que lhe seria oferecida.

Naturalmente, se existisse legislação que o obrigasse a isso não só seria para si pouco motivante, como também haveria uma alta probabilidade da tal padaria perder qualidade e nível de serviço.

Com as escolas é pior, na medida em que é possível para alguns evitar a escola da sua rua, que são justamente os mais endinheirados que podem pagar colégios privados. Não haver liberdade de escolha da escola por parte das famílias tem portanto quatro consequências graves:
  • impedimento das famílias serem livres nas escolhas que fazem;
  • injustiça social, sendo apenas possível às classes mais abastadas escolher projectos educativos de referência;
  • uma natural falta de competição entre escolas, tendo alunos garantidos não necessitam de se esforçar muito para os atrair;
  • e um menor sentido de pertença por parte das famílias.
Uma família que escolha uma determinada escola estará naturalmente mais motivada e envolvida para a vivência do seu projecto educativo, com o consequente sucesso escolar. É tempo então de dar à educação o seu espaço de liberdade. As escolas não devem portanto ser financiadas de forma garantida. Devem ser financiadas em função do número de alunos que consigam atrair. E essa escolha apenas às famílias compete decidir.

Políticos e Burocratas

pequeníssimas ineficiências socialistas

É idiota esperar que políticos e burocratas ponham os interesses dos cidadãos antes dos seus próprios interesses e dos interesses do sistema político-burocrático. Era bonito que assim fosse -- mas assim não é, nunca foi, nunca será. Já não basta de viver no mundo da fantasia do "serviço público"? No Sistema Nacional de Saúde, quem recebe dinheiro do Orçamento de Estado não são os pacientes - são os prestadores de serviço. Políticos e burocratas que antes de tratarem da saúde dos "utentes", tratam da sua própria "saúde", entenda-se qualidade de vida.

Hospital tem «30 cirurgiões que nunca foram ao bloco operatório»

Christmas Films


The Best and Worst Christmas Films (Libertarian Edition)

Capitalizar ou não capitalizar

Como aumentar os salários dos portugueses por Carlos Guimarães Pinto:
.. Quem olhar para a comparação dos salários entre países da União Europeia só poderá tirar a mesma conclusão: em Portugal ganha-se mal. Podem-se seguir dois caminhos para aumentar estes salários: o socialista e o de mercado.
O método socialista consiste em aumentar salários por decreto (por exemplo, subindo o salário mínimo nacional) e dar poder à negociação colectiva (por exemplo, dando aos sindicatos o poder de estabelecer as regras de acesso a certas profissões). Como os factores de produção são fixos no curto prazo, é bastante provável que medidas deste género causem uma subida dos salários. Mas como nenhuma destas medidas altera os fundamentais da economia, nomeadamente a produtividade, este aumento de salários não será sustentável. Estas medidas apenas aumentam os salários à custa da remuneração do capital o que, a prazo, resultaria numa ainda maior descapitalização da economia. A médio prazo estas medidas causariam um aumento do desemprego, seguido de redução dos salários reais. Isto, para além de atrasar a economia mais uns anos.
Depois há o método de mercado que passa pela capitalização da economia. A capitalização da economia ajudaria à subida dos salários de duas maneiras. A primeira seria através do aumento de produtividade. Os factores de produção, capital e trabalho, são complementares: quando mais existir de um (até certo ponto), mais produtivo será o outro. Assim, quanto mais capitalizada for a economia, mais produtivos serão os trabalhadores e mais poderão ganhar .. A segunda forma pela qual a capitalização da economia ajudaria a aumentar salários é o ganho de poder negocial do factor trabalho. Numa economia em que existam escolhas, os trabalhadores têm uma maior capacidade negocial individual, podendo assim negociar melhores salários. Para capitalizar a economia, o governo teria que tornal Portugal um sítio mais atractivo para investir, baixando carga fiscal e eliminando barreiras burocráticas ..

A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama (13)

No seguimento de A hipocrisia da esquerda quanto às guerras de Obama (12),


President Obama outdoes Bush drone strikes

recálculo de todas as pensões

Novas regras para cálculo das pensões com base em critérios uniformes aplicados aos descontos por André Azevedo Alves:
.. A única solução justa passaria, como realça um leitor, pelo recálculo de todas as pensões com base em critérios uniformes aplicados aos descontos efectuados por cada pensionista. É que não é a mesma coisa ter uma reforma de, por exemplo, 2000 euros com base numa carreira contributiva de 40 ou mais anos que culminou com a aposentação aos 65 anos ou ter a mesma reforma de 2000 euros com base numa carreira contributiva com metade da duração que culminou com a aposentação aos 50 e poucos anos. Isto para já não falar de injustiças ainda mais gritantes associadas, quase todas, a regimes e casos especiais no âmbito do Estado.

Se o Governo ambiciona ter legitimidade no tratamento do problema, é imprescindivel que deixe de tomar como único critério o valor da pensão recebida e passe a considerar outras variáveis, nomeadamente os descontos efectuados, a duração da carreira contributiva e a idade de reforma. Sem essa consideração, as injustiças passadas serão ainda mais agravadas pelos inevitáveis cortes que se avizinham.

segunda-feira, dezembro 17, 2012

The Great Ideas


Mortimer J Adler - The Great Ideas

El capitalismo es todo lo contrario a lo que hemos padecido

El mal empresario:
Dicen que el capitalismo está terminando con el Estado del Bienestar, que los bancos han arruinado a la gente y que los empresarios explotan a sus trabajadores. Afirmaciones que no se sostienen si examinamos el paraíso socialdemócrata en el que vivimos donde no hay actividad económica que no esté regulada por el Estado ni un solo banco que haya actuado al margen del sistema de bancos centrales. Los empresarios no son ajenos al sistema, y cuando no hacen negocios gracias a una concesión administrativa reciben una hermosa subvención para atender este o aquel bien público. Todo sea por garantizar los "derechos" o el "interés general". Vivimos en un país en el que los políticos han decidido hasta los partidos de fútbol que deben verse en abierto entrometiéndose en la explotación legítima de este entretenimiento televisado.

Miren a su alrededor y piensen en un sector en el que la actividad empresarial no dependa directa o indirectamente del Estado. De las escuelas concertadas pasando por los medios de comunicación que reciben campañas publicitarias públicas hasta las fundaciones "liberales" que se financian a través del Presupuesto General del Estado, resulta casi imposible encontrar en España a alguien que se haya hecho a sí mismo sin la ayuda del Estado. El capitalismo es todo lo contrario a lo que hemos padecido, así que deberíamos ser más cuidados a la hora de encontrar culpables.