segunda-feira, abril 29, 2013

Menos Estado mais prosperidade

Ainda Sobre Reinhart-Rogoff:
Eu acho que não é preciso nenhum estudo para chegar à conclusão que, tudo o resto constante (ceteris paribus), um país que tenha que gastar parte da riqueza para pagar juros crescentes cujo valor económico é zero está em desvantagem em relação a um país que possa usar de forma produtiva essa riqueza.
O que nos traz à opção 3. que lhe vou chamar “Redução do Estado” e que consiste numa redução substancial do peso e estrutura do estado acompanhada de uma redução significativa de todos os impostos. Esta redução permitiria que os recursos se mantivessem no sector privado onde são utilizados de forma mais útil e eficiente ao mesmo tempo que a perspectiva de se ficar com uma parte maior do fruto do seu trabalho, investimento e risco, estimularia a actividade económica – o que por si, até poderia resultar num aumento de receitas fiscais. Esta opção não deixa de ser para já um “wishful thinking” dada a constituição, a configuração política e a mentalidade vigente. Quem sabe um dia, a realidade ou a matemática imponham um caminho diferente.

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