terça-feira, outubro 22, 2013

infâmia socialista

A infâmia por André Abrantes Amaral:
O governo apresentou o Orçamento de Estado para 2014 e a contestação está ao rubro. Depois do forte aumento dos impostos, veio o corte nos salários dos funcionários públicos e das pensões. Quanto ao estado propriamente dito, nada. Este continua à solta e não está a ser combatido, na esperança que, passada a crise, e conforme mencionou a ministra das finanças, possa voltar a gastar como anteriormente.

Esta ideia de que podemos regressar ao passado, além de irrealista, é infame. Parte do pressuposto que vivemos para pagar o estado. Do princípio que este é mais importante que a nossa vida; que ele é o mestre e nós os servos; Implica que trabalhamos não para nós, mas para o poder político; que o esforço a que assistimos por parte do governo para controlar as contas públicas só é feito porque a economia privada, esmagada pela dívida pública, não consegue sustentar o monstro.

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