quinta-feira, agosto 13, 2015

transgénicos

E agora, que vão dizer os opositores aos transgénicos?:
Nos últimos 20 ou 30 anos, com o progresso da genética molecular e da fisiologia, tornou-se possível proceder ao melhoramento de espécies de maneira totalmente controlada e racional, com resultados quase imediatos. Naturalmente, agora como sempre na História, o “interesse comercial” continua a ser a força motriz de tudo isto, mas novos objectivos mais “nobres” são também agora prosseguidos. Por exemplo, arroz geneticamente modificado que contém vitaminas e assim salva da cegueira e de várias outras doenças os povos de regiões pobres. Por vezes, os dois tipos de interesses conjugam-se: a resistência de plantas transgénicas a várias pragas e parasitas permite limitar ou eliminar a utilização de pesticidas tóxicos, é “amiga do ambiente” e diminui grandemente os custos de produção.

Em resumo, hoje fazemos melhor, mais controladamente e, sobretudo, muito mais depressa o que sempre fizemos na História. Donde a minha enorme surpresa ao assistir à resistência de alguns ambientalistas contra os alimentos “transgénicos”. Lobby muito poderoso e vocal, promotor frequente de arruaças, o “movimento anti-transgénico” é fruto de uma total irracionalidade.

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