segunda-feira, agosto 28, 2017

Wage Gap

Reblog: Research find that as a group, only men pay tax:
Legions of feminists will ferociously type smash the patriarchy! at their Internet rallies, calling out for the end of the male supremacy in all spheres of life. Yet, few of them acknowledge the fact that one of these spheres, the government (the institution granting them rights), is entirely funded by male taxpayers. Economically, women cost more to the state than they benefit. The government is literally paying women to be alive. As such, strong independent women are only that way because the state is transferring money from men to them. Feminists are not seriously against being dependent on men, they are just against men having the full control over their money.
Componha-se esta informação com o facto do welfare state ter crescido desmedidamente desde que os políticos passaram a ter de captar o voto das mulheres...

2 comentários:

  1. Duvido muito que esta parte faça grande sentido (pelo menos no que diz respeito às solteiras e lésbicas): "While historically, women had to choose a wealthy husband for resources, they can now stay single, be lesbians, marry a poor man, or use the sperm bank" - já que duvido que as solteiras (ou, pelo menos, as solteiras sem filhos) ou as lésbicas sejam benificiárias liquidas do estado social.

    Basicamente, a razão porque as mulheres beneficiam mais do estado social é porque ganham menos; mas há vários estudos que parecem indicar que entre as mulheres sem filhos não há "wage gap" nenhum, logo essas provavelmente não ganham nada com o estado social - as grandes beneficiárias são provavelmente as mulheres "tradicionais".

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  2. Ou melhor, as grandes beneficiárias serão provavelmente as mães solteiras com 3 filhos cada qual do seu pai; mas em segundo lugar (e talvez em primeiro em termos de beneficio global, porque devem ser mais) virão as mulheres tradicionais. Quanto às dos bancos de esperma, quase que apostava que serão também contribuintes liquidas (sim, como, de qualquer maneira, têm filhos, será de esperar que estejam também sujeitas ao tal "wage gap", logo provavelmente seriam também beneficiárias; mas a minha impressão - que talvez não passe de um estereotipo incorreto - é que as mulheres que recorrem a bancos de esperma são as mulheres profissionais da classe média-alta, até porque serão as que chegam até aos 40 sem filhos e decidem que é altura de arranjar um).

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